Müller acusa o Papa de não basear a sua autoridade magisterial numa teologia “competente”

Denuncia que ele se preocupa mais com as “questões de diplomacia e poder” do que as da fé Cameron Doody 14/9/17.  Foto: Cardeal Müller, ex-Prefeito da Doutrina da Fé “Deveria estar em seu lugar a fé cristã, a que está no centro, e o Papa deveria ser simplesmente um “servo da salvação” Müller aproveitou as suas intervenções para queixar-se mais uma vez das diferenças que mantém com o Papa, o que desencadeou a sua destituição como chefe do Santo Ofício, no final de junho”. Tradução: Orlando Almeida

Francisco não tem razão? (2)

Anselmo Borges – 23/06/21017  “Não é exatamente o mesmo o mundo visto lá do alto da janela mais famosa do mundo, que é a janela do Palácio Apostólico no Vaticano donde os Papas dão a bênção urbi et orbi, e o mundo que se vê a partir de um apartamento modesto da Casa de Santa Marta. Não é exatamente o mesmo o mundo que se vê a partir do Deus omnipotente, significando omnipotência Poder enquanto dominação e não Força infinita de criar, e o mundo que se vê quando se vê a partir do Deus cujo nome é Amor, Misericórdia.

Francisco não tem razão? (1)

Anselmo Borges – 16 de junho de 2017  Francisco é hoje um líder político-moral global, dos mais amados, senão o mais amado, dos mais influentes, senão o mais influente. E está ao serviço da paz mundial. Não tem razão, quando diz que a terceira guerra mundial está em curso, embora aos pedaços, às fatias, e o que mais teme é que essa guerra de repente expluda e se torne mesmo global e até nuclear, ameaçando a sobrevivência da humanidade?

O empobrecimento da teologia

José Maria Castillo – 16 Maio 2017 Foto: logomarca-teologia. Fonte: Pixabay “O controle de Roma sobre a teologia foi muito forte, desde o final do pontificado de Paulo VI até a renúncia ao papado por Bento XVI. O resultado foi tremendo: na Igreja, nos seminários, nos centros de estudos teológicos, há medo, muito medo. E bem sabemos que o medo bloqueia o pensamento e paralisa a criatividade”, escreve o teólogo espanhol José María Castillo, em artigo publicado por Teología Sin Censura, 13-05-2017.

Marciano Vidal: “Os divorciados em segunda união podem comungar”

José Manuel Vidal – 06 Maio 2017 “É um grande sábio, misericordioso como pessoa e como moralista, e uma pessoa livre, ainda que, por causa disto, teve que pagar um preço alto”. Foi dessa forma que Antonio Ávila, diretor do Instituto Superior de Pastoral, apresentou o teólogo redentorista Marciano Vidal (San Pedro de Trones, 1937), antes que palestrasse sobre a Amoris Laetitia no II Colóquio de PPC e do ISP, ocorridas em Madri. Reportagem publicada por Religión Digital 05-05-17

A revolução de Francisco: irreversível?

 Padre Anselmo Borges – 21/04/2017 A. Spadaro lembrava que “há oposições que se tornam raivosas, dão-se conta de que Francisco está a falar a sério”. Francisco também confessou ao padre Adolfo Nicolás, superior dos jesuítas até há pouco tempo: “Criticam-me porque não falo suficientemente como Pontífice e porque não atuo como um rei”. Daí, a pergunta: que marca deixará o seu pontificado? Penso que é praticamente impossível voltar atrás em relação concretamente ao estilo que imprimiu.

Amoris laetitia, Medjugorje, Islã e teologia da libertação: “O papa não mudou a Revelação”.

Konrad Sawicki – 22 Abril 2017 O cardeal Gerhard Müller viajou para a Polônia no dia 19 de abril para uma conferência organizada para celebrar o 90º aniversário do Papa Emérito Bento XVI. A conferência se concentrou no seguinte tema: “O conceito do Estado no ensinamento do cardeal Joseph Ratzinger-Bento XVI”. Eu me encontrei com o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé na sede da Conferência Episcopal Polonesa, onde o hóspede do Vaticano respondeu a cinco perguntas exclusivamente para os leitores do Aleteia.  

41º Encontro Nacional da FRATERNITAS Movimento

Decorreu em Fátima, na Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo, entre os dias 31 de Março e 2 de Abril, o nosso 41º Encontro Nacional. Teve uma presença de Associados muito significativa. Começámos por ser interpelados pelo visionamento do filme “Deus não está morto” de Harnold Cronk. O serão de sexta-feira foi, assim, muito bem preenchido. O dia seguinte, sábado, foi dedicado à reflexão sobre “A Mulher na Igreja”.

O caminho do Concílio de papa Francisco, grande tradutor da tradição cristã

Andrea Grillo –13/03/17    Tradução: Orlando Almeida Foto: “Rua do Concílio”, a preferida de Francisco para fazer caminhar a Igreja “Três sinais que anunciam outros quatro anos de reformas.  Francisco gosta de “caminhar”: quer uma Igreja que saia ao ar livre e que não tenha medo do debate. Mas os processos para serem reiniciados, exigem novos procedimentos. A ilusão de que para transmitir a fé não se deva ‘traduzir’ está superada. O Concílio Vaticano II continua a incidir profundamente, não está esterilizado. Sobre esta base celebramos hoje 4 anos completados e inauguramos  os anos vindouros do Papa Francisco, o grande tradutor.”