CNBB (1968) X CNBB (2018): a 50 anos de distância o que esperar?

  Ricardo Sérgio Coutinho – 23/04/2018  “Em 1968, o episcopado brasileiro vivia sob a égide de quatro “conceitos” que o remetia para o futuro: renovação eclesial (fruto do Vaticano II), planejamento pastoral (Plano de Pastoral), reformas de base e desenvolvimentismo.CNBB (1968) X CNBB (2018): a 50 anos de distância o que esperar?

“Sem a visão de fé, reduz-se o Papa a personagem”

Entrevista com Víctor Manuel Fernández Andrea Tornielli – 13 Março 2018 “Os grandes santos e reformadores, aqueles qprovocaram mudanças reais na Igreja e na história, não foram amigos de slogans, mas, sim, de gestos e entregas. Contudo, há tempo que na Igreja vivemos de slogan”. A cinco anos da eleição do Papa Francisco, Vatican Insider entrevistou o arcebispo Víctor Manuel Fernández, reitor da Universidade Católica da Argentina, teólogo muito próximo do Pontífice. Entrevista de Andrea Tornielli, publicada por Vatican Insider, 12-03-2018

Francisco. E depois?

Anselmo Borges – 09/o3/2018 Imagem editora San Pabblo “Um Papa cristão, apaixonado pelo Evangelho, notícia boa e felicitante! “A Igreja somos nós todos” ao serviço de todos. O clericalismo e o carreirismo são “a peste da Igreja”. Impõe-se reformar a fundo a Cúria Romana.  Não podemos ficar “mumificados nas nossas estruturas”. Para a pedofilia, tolerância zero – se se equivoca, como aconteceu no Chile, vai emendar o erro. Transparência total no Banco do Vaticano. É preciso descentralizar a Igreja…” 

A hora dos leigos? Mas de que leigos se está falando?

César Kuzma – 05 Março 2018 Imagem: CNBB – Divuigação  “Diante de algumas manifestações e expressões que estamos vendo atualmente, vale lançar outra pergunta: de que leigos exatamente se fala e se espera nesta hora?

Papa Francisco: de volta às fontes

Pe. Alfredo Gonçalves – 11/03/18 Foto: slate.com “a fé amadurece com os pés no solo úmido e escuro de realidades adversas e contraditórias, podendo, por isso mesmo, ganhar asas e levantar voo na tentativa de contribuir com a construção da utopia do Reino de Deus.”

Está instalada a guerra nos bastidores do Vaticano

Patrícia Fonseca – 11/02/18 = Foto: Radio Vaticana É um dos papas mais populares e acarinhados de sempre pelo povo, mas, na cúpula eclesiástica, Francisco motiva ódios cada vez mais difíceis de esconder. Um grupo de cardeais acusa-o mesmo de “ensinamentos heréticos” – colocando a ameaça de um cisma a pairar sobre a Igreja, mil anos depois da cisão de Roma e Constantinopla