Misericórdia, alegria e pobres – a trilogia de Francisco!

 “O Cardeal Maradiaga não se coibiu de falar sobre o IOR, adiantando que “foram canceladas 14 mil contas”. Reconhece que o Santo Padre estava altamente preocupado com os escândalos conexos com a economia Vaticana, mas salienta que a transparência ora conseguida reduz muito a corrupção.   Refere-se ainda à ideia mítica das riquezas do Vaticano, sublinhando que o “orçamento de todo o Estado do Vaticano, não chega nem aos tornozelos da Arquidiocese de Colônia”, por exemplo”.

“A mensagem de Francisco é subversiva”

Entrevista – Dom Matteo Zuppi FOTO: Stefano  Rellandini/Reuters/Latinstock – Papa Na Catedral de Nápoles, dia 21 de março, Francisco sofre o ataque das freiras de clausura liberadas para a ocasião Bispo auxiliar de Roma comenta a ação do papa para a renovação da Igreja, na qual enfrenta a resistência dos tradicionalistas. 

O sonho de um Ano Santo diferente

No Ano Santo da Misericórdia, a Porta Santa será uma entrada para todos e uma providencial saída para toda rigidez e toda autorreferencialidade eclesial. A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. 

O passo duplo do Papa argentino

Perfeitamente fiel à tradição quando fala do aborto, do divórcio e da homossexualidade. Mas também aberto a mudanças na doutrina e na práxis. Uma antologia que acrescenta o mistério.

Papa tem boa vontade, mas não pode revolucionar papel da mulher da igreja

“O Papa Francisco tem boa vontade (…) mas não tem condições de, vivendo dentro de uma tradição sagrada masculina, dar passos revolucionários para, de fato, promover a inovação necessária ao mundo de hoje” Teóloga feminista Ivone Gebara afirma que tradição masculina da Igreja ainda é muito forte.

No 2.º aniversário da eleição do Papa Francisco

 Annuntio vobis gaudium magnum: habemus Papam ” Veio o Papa do fim do mundo, que impressionou pela simplicidade da indumentária e adereços, pelo tom coloquial, pelos gestos, pela ultrapassagem de algumas pseudo-regras e pela audácia com que passou a articular a doutrina cristológica e eclesiológica com as necessidades do mundo…”

Francisco fez com que os católicos se sentissem orgulhosos da sua Igreja

ROMA, 06 de Março de 2015 (Zenit.org) – No dia 13 de março de 2013, da varanda da Basílica de São Pedro, o Cardeal Tauran disse: ‘Habemus Papam’; e que ‘Jorge Mário, cardeal Bergoglio’ era o novo pontífice com o nome de Francisco. Daquele dia, então, até hoje mudou algo na Igreja? Qual é a percepção e a realidade? ZENIT perguntou para o correspondente espanhol na Itália, que não faz descontos ao Vaticano, Pablo Ordaz, do jornal El País, que tem sido um correspondente no México, América Central e Caribe, e cujas respostas compartilhamos com os nossos leitor.

Francisco: o Papa que em dois anos “modificou a imagem negativa da Igreja”

A Igreja de Francisco, de acordo com o jornalista Massimo Franco: sangue novo, mas também desentendimentos internos e preocupações com a segurança pessoal do Papa Dois anos foram suficientes para o Papa Francisco conseguir “reverter a imagem negativa que a Igreja tinha conseguido” depois dos escândalos sexuais e assuntos obscuros dos seus entes financeiros. É a opinião de Massimo Franco, correspondente político e conhecido colunista do jornal italiano Corriere della Sera, autor de vários artigos que analisam em profundidade o peso do Vaticano como autoridade moral e instituição política.