Padres casados: grupos chamam Igreja do Reino Unido para conversa nacional corajosa

Sarah Mac Donald – NCR – 27 Maio 2017 Foto:Bispo Crispian Hollis -In:catholicherald.co.uk A ordenação de homens casados “precisa ser explorada abertamente dentro da Igreja na Inglaterra e no País de Gales a nível nacional e diocesano”, disse o bispo aposentado de Portsmouth, na Inglaterra. A reportagem é de Sarah Mac Donald, publicada por National Catholic Reporter, 25-05-2017.

O Espírito sopra onde quer

O nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro só é garantido pela contínua criatividade. Frei Bento Domingues O.P. – 4 jun 2017 Quiseram fazer do Vaticano e das suas Cúrias o lugar do depósito da Fé. Esta não é um depósito, é o caminho do mundo, como Evangelho da Alegria. É sintomático que o Papa Francisco surja, simultaneamente, com um programa de reforma da Cúria e com um programa de Igreja de saída, para todas as periferias.

Os sacerdotes secularizados ontem e hoje – Reintegração dos padres casados!

“Se somos sacerdotes, seremos tais para sempre”  Josemari Lorenzo Amelibia -28/05/17 Foto in: http://www.periodistadigital.com Muitos bispos estão conscientes de que, neste século XXI, se a lei do celibato não desaparecer, a Igreja passará pela crise mais grave da história em termos de falta de sacerdotes.

A primeira Pedra, Eu Padre Gay

Como Krzysztof Charamsa enfrentou o preconceito da alta cúpula da Igreja Católica, largou a batina e se tornou um ativista da causa LGBT  Débora Crivellaro – 07.04.17 Assim que fez o anúncio, Charamsa foi classificado de irresponsável e afastado de suas funções. Agora, um ano e meio depois, e longe da batina, ele vive com o namorado em Barcelona e divulga o livro “A Primeira Pedra, Eu Padre Gay” (Ed. Seoman), que estará disponível no Brasil a partir desta semana. Na obra, ele afirma, entre outras coisas, que metade do clero católico é gay.

  BENTO XVI RENUNCIOU À SUA RENÚNCIA?

Frei Bento Domingues – domingo, maio 28, 2017 “Compreende-se que, por muito que goste de estudar, de escrever e de rezar, depois de tantos anos de intervenção nos destinos da Igreja, perante o que lhe contam, não aguente o silêncio que se impôs. Bento XVI, sob o ponto de vista institucional, morreu, mas julga que não. Está obrigado a ter um comportamento que não leve as pessoas a pensar que está arrependido de ter renunciado a ser o Bispo de Roma, sucessor de S. Pedro.

Francisco em Fátima (1)

Anselmo Borges, 26/05/2017 Grande injustiça fazemos a Deus e à sua graça, quando se afirma em primeiro lugar que os pecados são punidos pelo seu julgamento, sem antepor – como mostra o Evangelho – que são perdoados pela sua misericórdia. Devemos antepor a misericórdia ao julgamento. Naturalmente, a misericórdia de Deus não nega a justiça. Em todo o caso, o julgamento de Deus será sempre feito à luz da sua misericórdia.”

O “saudita” Trump não agrada o Papa Francisco

Alberto Negri – 25 Maio 2017 Foto: www.metropoles.com O Papa Francisco, fino analista da guerra mundial travada em pedaços, não deixou escapar o próximo problema que está sendo preparado por Trump e pelos estadunidenses no Oriente Médio. De fato, ele liquidou o presidente estadunidense em 40 minutos, o mesmo tempo do encontro entre Abbas e Trump. O resto, provavelmente, foi dito pelo secretário de Estado, Parolin, e Gallagher. Reportagem é de Alberto Negri , no Il Sole 24 Ore, 24-05-17

As razões do silêncio e o silêncio da razão: Ratzinger, Sarah e o antimodernismo litúrgico

  Andrea Grillo –  21 de maio de 2017 no blog: Come se non Foto: cittadellaeditrice.com Tradução: Orlando Almeida Muitas vezes acontece, no entanto, que a proposta do silêncio seja impulsionada por uma preocupação não litúrgica, mas extra-litúrgica: alimenta-se de uma lógica “antimodernista” que facilmente leva a ver o silêncio como “negação da palavra” e “negação da ação”.