Crise do padre. O que fazer?
Francesco Cosentino – 23/9/17 Imagem: Aleteia O padre Francesco Cosentino, da Diocese de Catanzaro-Squillace, professor e diretor de retiros e encontros espirituais, atualmente é membro na Congregação para o Clero e Professor da Pontifícia Universidade Gregoriana, reflete sobre a ‘crise do padre’, em artigo publicado por Settimana News, 02-07-2017 A tradução é de Ramiro Mincato.
Os problemas de Guam, uma diocese abalada por escândalos financeiros e sexuais
Salvatore Cernuzio -20/09/17 –Foto:Ilha de Guam Tradução: Orlando Almeida O Insider do Vaticano reconstrói os acontecimentos que levaram ao processo contra o arcebispo Anthony Apuron. A sentença é esperada para os próximos dias por parte do Tribunal presidido pelo Cardeal Burke. Entre corrupção, intrigas, abusos e jogos de poder.
Papa faz escolha inesperada para chefiar seminário de Roma
04 agosto, 2017 Gabriele Faraghini é membro da comunidade dos Pequenos Irmãos de Jesus, inspirada na vida do beato Charles de Foucauld. Os seus membros vivem em bairros pobres, como operários.
Os “novos” sacerdotes: sólidos, mas flexíveis. Será?
Fala o Padre Giuseppe Crea, que, com o Pastor anglicano Francis Leslie, preparou um estudo a apresentar em Washington Umberto Folena – 3/08/2017 “A instituição precisa de pessoas seguras. Organizadas. Perseverantes. Enquanto for possível viver dos ensinamentos recebidos nesse sentido, tudo bem. Mas o que acontece quando a vida faz com que você encontre algo inesperado e imprevisto? Que fim terão as certezas?”
Como os novos movimentos eclesiais estão mudando a Igreja?
Massimo Faggioli – 16 Junho 2017 . “Os novos movimentos eclesiais não são, aos olhos de Francisco, as “elites” especiais da nova evangelização, como eram nos papados de João Paulo II e Bento XVI. Ao percebê-las, Francisco critica explicitamente qualquer tendência sectária. Mas o próprio Papa entende que esses movimentos estão produzindo sacerdotes novos e muito necessários em uma Igreja Católica que ainda precisa que o clero funcione.
Arautos, a doutrina secreta: “Corrêa incentiva a morte do Papa”
Andrea Tornielli – 14/06/2017 Tradução: Orlando Almeida Um vídeo mostra Mons. João Clá – o superior demissionário da associação leiga que é investigada pelo Vaticano – dando crédito a teorias inquietantes reveladas por um suposto demônio. Exaltação semi-divina do fundador da TFP e da sua mãe – O fundador dos Arautos Scognamiglio Clá Dias – Publicado em 14/06/2017
Vaticano II, a revolução sexual e a má-conduta sexual clerical
Stephen de Weger – 10 Junho 2017 “A revolução sexual e o Vaticano II foram uma libertação do “controle parental”, o que para muitos resultou no surgimento repentino de uma adolescência psicológica plena com todo o seu risco assumido, experimentações desinibidas e falta de um sentido plenamente desenvolvido de responsabilidade.
Cuidado com aqueles que entram no seminário por serem incapazes de se virar sozinhos no mundo”, alerta Francisco
Salvatore Cernuzio – 03 Maio 2017 “Cuidado com a hipocrisia na Igreja: é uma peste!” E cuidado também com todos aqueles jovens que “querem entrar no seminário porque sentem que são incapazes de se virar sozinhos no mundo”. Se forem particularmente “diplomáticos” ou “mentirosos”, é melhor convidá-los para voltarem atrás. “Os melhores”, no entanto, que “os superiores os mandem à periferia”. Esse é o seu lugar.
Papa invocado em escândalo argentino de pedofilia na Igreja
Sacerdote argentino cumpre 15 anos de cadeia por abuso sexual e corrupção de um menor. Era diretor de um orfanato e assegura contar com o apoio de Francisco – jornal espanhol El País Natalia Faria – 30/04/17 – Foto: REUTERS A pedofilia continua a ameaçar manchar a imagem da Igreja Católica e, neste caso, do Papa Francisco. O jornal espanhol El País recupera este domingo a historia de um sacerdote argentino, Julio César Grassi, espécie de antiga estrela mediática no seu país, que está a cumprir pena de prisão desde 2013 por abuso sexual e corrupção de menores.
A perda de capilaridade social e a desafeição* dos católicos. Desafios da Igreja no Brasil em tempos de Papa Francisco.
Patricia Fachin | 21 Abril 2017 “Nos dois primeiros anos do pontificado de Francisco, a maior parte da Igreja (pelo menos no Brasil) apenas fez de conta que estava em sintonia com ele, porque sua linha pastoral continuou a mesma de outros tempos”, diz o sociólogo Pedro Ribeiro de Oliveira à IHU On-Line. Contudo, pontua, depois da publicação de três documentos pontifícios de “grande impacto”, “é cada vez mais clara a mudança de rumo que Francisco imprime à Igreja e isso repercute no Brasil”.