Dom Erwin espera que Sínodo da Amazônia abra as portas a padres casados e diaconisas
Christa Pongratz-Lippitt – 25/10/17 Imagem: Wikipedia As tentativas de resolver a escassez do clero, como trazer sacerdotes do exterior, não provaram ser bem-sucedidas, afirmou o bispo Erwin Kräutler. A reportagem é de Christa Pongratz-Lippitt, publicada por La Croix International, 24-10-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
As “mulheres diácono” na era apostólica e subapostólica
Giancarlo Pani – 25 Agosto 2017 Santa Júnia – (Foto: Religión Digital) “Não há dúvida de que no século V (cânon 15, Concílio de Calcedônia) a Igreja tinha diaconisas ‘ordenadas’. Se tal ‘ordenação’ (cheirotonia) era considerada um sacramento (com a imposição das mãos, cheirothesia) ou apenas uma bênção ou um sacramental, é um problema que terá que ser esclarecido no futuro tendo também em conta a evolução e a precisão da mesma terminologia litúrgica”, escreve Giancarlo Pani, em artigo publicado por La Civiltà Cattolica, 24-08-2017.
Müller substituído, Ladaria investido: razões plausíveis de uma mudança
Andrea Grilllo – 05/07/2017 O que aconteceu na cúpula da Congregação para a Doutrina da Fé deve ser interpretado com categorias apropriadas. Esta interpretação assim de improviso não é fácil. É mais fácil entender as razões extrínsecas e ocasionais, para explicar simpatias e antipatias, projetos de reforma e projetos de restauração. Deste modo é possível, com base nestas avaliações, falar de “oportunidade perdida” ou de “escândalo” ou de “buraco na água” ou de “não-decisão”. Creio ser apropriado e prudente analisar a situação com uma visão mais ampla. É o que tento esboçar aqui.
“Espero que a Igreja tenha a coragem de aceitar o rumo e os desafios” do Papa
Natália Faria e Raquel Abecasis 11/05/17 –Foto: Adriano Miranda A Igreja Católica precisa de ser mais ousada na procura de novos modelos de funcionamento das suas paróquias. A alternativa, avisa José Frazão, é ficar reduzida a um grupo “que se auto-alimenta, mas que não cumpre a sua missão”.
«Qual o papel da mulher na Igreja?»
Ricardo Perna – Família Cristã, 03/2017 Foto: Ricardo Perna; In: Fraternitas Movimento A Bíblia conta que, quando Jesus morreu, os seus últimos momentos foram acompanhados por um grupo de mulheres que O seguiu. Entre elas, Maria, sua mãe, e Maria Madalena, uma companheira fiel declarada apóstola pelo Papa Francisco no ano passado, decisão justificada com o «atual contexto eclesial, que exige uma reflexão mais profunda sobre a dignidade da mulher».
O diaconato feminino em estudo em Roma
Desejada pelo Papa Francisco em maio, a Comissão de estudo sobre o diaconato de mulheres reuniu-se pela primeira vez no Vaticano, na sexta-feira, 25 de novembro. Marie Malzac – 27/11/2016 Este debate, sensível e recorrente, remonta ao Concílio Vaticano II que, ao restaurar o diaconado permanente para os homens, relançou a reflexão sobre o diaconato para as mulheres. A Comissão Teológica Internacional (CTI) publicou em 2003 os resultados de seus trabalhos, ao longo de cinco anos, sobre a história e a teologia do diaconato, debruçando-se em particular sobre as diaconisas.
Dois Sínodos sobre o ministério ordenado? O terceiro sonho de Martini e o terceiro sínodo de Francisco
Andrea Grillo – 01/09/2016 no blog: Come se non Tradução: Orlando Almeida “Os sonhos de Martini e os projetos de Francisco: nesta correspondência, com menos de 20 anos de distância, tentemos recuperar o terreno perdido”. A afirmação é de Andrea Grillo, leigo, casado, Doutor em teologia pelo Instituto de Liturgia Pastoral de Pádua, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua.
As “intenções do Vaticano II” e o diaconato feminino: Menke e a paralisia da tradição.
Andrea Grillo – 12 de agosto de 2016 “Poderíamos resumir a tese de Menke assim: a elaboração da ‘unidade triádica’ do ministério ordenado – episcopado, presbiterado e diaconato – e a atestação histórica da ausência de mulheres integradas dentro de tal unidade impedem que a Igreja ‘ordene mulheres’, mas não impede que a Igreja lhes atribua autoridade, embora não no nível sacramental do Ordo.” A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 10-08-2016.