A vingança de Mazzolari, o padre dos pobres banido pela Igreja, mas amado por Francisco
No último dia 20 o Papa prestou homenagem ao , indo até o seu túmulo, em Brabiana. Seguidor de Mounier e de Maritain foi antifascista e defensor das lutas camponesas. O Santo Ofício ordenou o recolhimento de seus livros. O depoimento é de Stefano Albertini, diretor da Casa italiana Zerilli – Marimo, na New York University, publicado por La Repubblica, 20-06-2017.
Outra carta dos quatro cardeais ao Papa. Agora pedem uma audiência
Sandro Magister – 21 Junho 2017 Sete meses depois das “dubia”, em meados desta primavera, o Papa Francisco recebeu outra carta dos mesmos quatro cardeais, escrita por Carlo Caffarra em nome dos outros três: Walter Brandmüller, Raymond L. Burke e Joachim Meisner. Reportagem de Sandro Magister, publicada no Settimo Cielo, 20-06-17
HÁ DEZ ANOS DOM ALOÍSIO LORSCHEIDER NOS DEIXOU
“Falarei como irmão que fala aos seus irmãos” Geraldo Frencken – 12/06/07 Há pessoas que marcam nossa vida, seja por suas palavras, seus gestos ou simplesmente por estarem presentes na vida da gente. Dom Aloísio Lorscheider (8-10-1924 a 23-12-2007) foi e continua sendo uma delas. Sua presença foi marcante na vida de muitas pessoas, tanto na Igreja como, e de modo especial, na vida da sociedade em geral.
Vaticano II, a revolução sexual e a má-conduta sexual clerical
Stephen de Weger – 10 Junho 2017 “A revolução sexual e o Vaticano II foram uma libertação do “controle parental”, o que para muitos resultou no surgimento repentino de uma adolescência psicológica plena com todo o seu risco assumido, experimentações desinibidas e falta de um sentido plenamente desenvolvido de responsabilidade.
«Jesus Cristo não tem grandes teorias», Andrés Torres Queiruga
João Céu e Silva – DN – 28 de Maio de 2017 O teólogo espanhol Andrés Torres Queiruga esteve em Portugal para três debates. Jesus, de quem diz que foi um homem de sínteses e não de teorias, foi um dos temas da entrevista. Tal como Fátima. Para o teólogo português Anselmo Borges, Andrés Torres Queiruga é «o teólogo que de modo mais profundo e conseguido enfrentou o cristianismo com a modernidade e a modernidade com o cristianismo». Torres Queiruga explicou ao Diário de Notícias a sua visão da Igreja atual.
Padres casados: grupos chamam Igreja do Reino Unido para conversa nacional corajosa
Sarah Mac Donald – NCR – 27 Maio 2017 Foto:Bispo Crispian Hollis -In:catholicherald.co.uk A ordenação de homens casados “precisa ser explorada abertamente dentro da Igreja na Inglaterra e no País de Gales a nível nacional e diocesano”, disse o bispo aposentado de Portsmouth, na Inglaterra. A reportagem é de Sarah Mac Donald, publicada por National Catholic Reporter, 25-05-2017.
O Espírito sopra onde quer
O nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro só é garantido pela contínua criatividade. Frei Bento Domingues O.P. – 4 jun 2017 Quiseram fazer do Vaticano e das suas Cúrias o lugar do depósito da Fé. Esta não é um depósito, é o caminho do mundo, como Evangelho da Alegria. É sintomático que o Papa Francisco surja, simultaneamente, com um programa de reforma da Cúria e com um programa de Igreja de saída, para todas as periferias.
BENTO XVI RENUNCIOU À SUA RENÚNCIA?
Frei Bento Domingues – domingo, maio 28, 2017 “Compreende-se que, por muito que goste de estudar, de escrever e de rezar, depois de tantos anos de intervenção nos destinos da Igreja, perante o que lhe contam, não aguente o silêncio que se impôs. Bento XVI, sob o ponto de vista institucional, morreu, mas julga que não. Está obrigado a ter um comportamento que não leve as pessoas a pensar que está arrependido de ter renunciado a ser o Bispo de Roma, sucessor de S. Pedro.
As razões do silêncio e o silêncio da razão: Ratzinger, Sarah e o antimodernismo litúrgico
Andrea Grillo – 21 de maio de 2017 no blog: Come se non Foto: cittadellaeditrice.com Tradução: Orlando Almeida Muitas vezes acontece, no entanto, que a proposta do silêncio seja impulsionada por uma preocupação não litúrgica, mas extra-litúrgica: alimenta-se de uma lógica “antimodernista” que facilmente leva a ver o silêncio como “negação da palavra” e “negação da ação”.
O empobrecimento da teologia
José Maria Castillo – 16 Maio 2017 Foto: logomarca-teologia. Fonte: Pixabay “O controle de Roma sobre a teologia foi muito forte, desde o final do pontificado de Paulo VI até a renúncia ao papado por Bento XVI. O resultado foi tremendo: na Igreja, nos seminários, nos centros de estudos teológicos, há medo, muito medo. E bem sabemos que o medo bloqueia o pensamento e paralisa a criatividade”, escreve o teólogo espanhol José María Castillo, em artigo publicado por Teología Sin Censura, 13-05-2017.