Os antibióticos do Papa

Para certas gripes não bastam aspirinas e chá de tília. Frei Bento Domingues O.P. – 24/01/2016 – 00:30 1. Dizem-me que a Igreja Católica, em Portugal, está a cair de sono. Alguns acrescentam: pode dormir à vontade porque só quando Fátima entrar em crise é que será preciso algum cuidado. Ainda não chegamos aí.

Estes são aqueles que querem ‘caçar’ a Francisco… sistematicamente e sem piedade

“Eles estão à espreita. Como os caçadores desprezados. Levam três anos sem cobrar a peça e já atiram sem parar, em tudo o que se move. Incluindo o Papa. Especialmente o Papa Francisco. Os ‘caçadores eclesiásticos’ são os talibãs de sempre (bispos, sacerdotes e leigos), os que, durante anos, espalharam cartilhas de catolicismo para eleitos, de doutrina íntegra e princípios não-negociáveis”, escreve José Manuel Vidal, em artigo publicado por Religión Digital, 17-01-2016. A tradução é de Evlyn Louise Zilch.  19/01/2016

“Se o bispo não reza, o povo de Deus sofre”, disse o Papa na homilia de hoje

Papa Francisco explica que os bispos têm duas tarefas: rezar e ser testemunhas O papa Francisco garantiu que a tarefa do bispo é rezar e proclamar a ressurreição de Jesus; se o bispo não reza e não anuncia o Evangelho, mas se ocupa com outras coisas, o povo de Deus sofre com isso. Foi o que disse o Papa Francisco na homilia da missa celebrada na manhã de hoje na capela Santa Marta. 22/01/2015

O caso de Dom Negri e as oposições ao Papa Francisco. Artigo de Massimo Faggioli

  Segunda, 30 de novembro de 2015 Uma das tantas contribuições do “efeito Francisco” é a descompaginação dos alinhamentos ideológicos dentro da Igreja e das suas divisões. O arcebispo de Ferrara é um daqueles bispos para os quais o catolicismo deve ser compreendido, anunciado e aplicado em termos ideológicos. A opinião é do historiador italiano Massimo Faggioli, professor de história do cristianismo e diretor do Institute for Catholicism and Citizenship, na University of St. Thomas, nos EUA. O artigo foi publicado por L’HuffingtonPost, 26-11-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Bispos (juízes) misericordiosos

 “Acossado pelos “falcões”, o Papa manda, com essas medidas, um sinal aos setores moderados e à ampla maioria eclesial silenciosa. No fundo, lhes convida a não dar a batalha por perdida no Sínodo e a posicionar-se claramente a favor do princípio da misericórdia.”            José Manuel Vidal

Dezassete cardeais na oposição

Anselmo Borges – DN 05/09/2015 1. Claro que é muito antiga, mas a questão da comunhão para os divorciados que voltaram a casar-se tornou-se agora acesa, por causa da nova atitude que o Papa Francisco quer para esta situação.

Carta aberta a um padre jovem

A Igreja Católica comemora em agosto, o mês das vocações. E logo no início, 04 de agosto, é considerado como “o dia do padre”. Por isso, esse mês é uma boa ocasião para divulgar essa carta aberta, escrita a um jovem padre. Marcelo Barros – 12/08/201 – Adital

  Será que o Papa mudará o Vaticano? Ou será que o Vaticano mudará o Papa?

Enquanto o Papa Francisco se prepara para visitar os EUA, a sua ênfase em servir aos pobres – em lugar de fazer valer a doutrina – tem inspirado alegria e ansiedade entre os católicos O texto é do jornalista texano Robert Draper, publicado pela revista National Geographic, agosto de 2015. A tradução é de Isaque Gomes Correa.  

Habemus Giudam (Temos Judas): todos os inimigos de Francisco

 Um golpe contra a hierarquia vaticana – verbal, lembram-se do soco? – é o remédio que Jorge Mario Bergoglio prefere. É um rodado instrumento que ele explora bem para atingir governos e políticos. No Sínodo de outubro, sitiado pelos conservadores norte-americanos, pelos espanhóis da marca Opus Dei, pelos alemães nostálgicos de Ratzinger, Francisco proferiu um inequívoco e pouco diplomático “aqui quem manda sou eu”: “O papa garante a unidade”. E a oposição de púrpura – cardeais com a paixão por obras instantâneas, assustados com o progressismo sobre as questões da família, casais gays, ambiente e capital –, em público, responde com sorrisos falsos.