“A Imitação de Cristo”: depois da Bíblia o livro mais lido
Leonardo Boff – 04/12/2016 “O autor é o venerável Tomás de Kempis (1380-1471) nascido na Alemanha. Foi durante toda vida mestre espiritual de jovens religiosos dos Cônegos de Santo Agostinho. Produziu uma obra de profunda espiritualidade que alimentou a cristandade até os dias de hoje, sempre lida, meditada e citada por nomes notáveis como Freud, Jung e Heidegger.”
Questionamentos após Medellin (II): o ritualismo.
Eduardo Hoornaert – 16/07-2016 “Na vida e no funcionamento da Igreja, a religião ocupa mais espaço e tem maior importância do que o evangelho. A religião é um fato cultural, enquanto o evangelho é um apelo à ação. Na cultura ocidental, a religião é mais determinante que o evangelho, que teria que ser a força de contestação e transformação da cultura do Ocidente, sobrecarregada de desigualdades, injustiças e violências.”
Uma fé à escolha
Card. Gianfranco Ravasi – 11/11/2016 «Um novo adversário do cristianismo cresceu nas últimas décadas: a forma de religião própria da sociedade opulenta e de consumo. É um adversário mais poderoso e perigoso do que o comunismo.»
Lund celebrará a Reforma na presença de um papa pela primeira vez
Mosteiro de Bose – 21 Outubro 2016 Tradução: Moisés Sbardelotto. Na foto: Catedral de Lund “No próximo dia 31 de outubro, será aberto o ano das comemorações do quinto centenário da Reforma Protestante, que se concluirá no dia 31 de outubro de 2017, exatamente 500 anos depois do início do movimento reformador.”
S. Francisco de Assis: a escola do amor, a fonte da ternura
Leonardo Coimbra- Atualizado em 04.10.12 Foto abaixo: S. Francisco de Assis – Cândido Portinari S. Francisco é o homem espontaneamente cristão, é, pois, o homem que reencontrará a Natureza paradisíaca, aquela que é o tipo divino, que é a ideia-acto do pensamento criador. Um Platão depois de Cristo. Um Platão cristão, ingénuo infante que tudo adivinhasse, veria assim a Natureza. O resto de Caos, que é, em Platão, o mal, a resistência, a transitividade e a morte, precisava o redentor que tivesse incendiado um lume de tão alta temperatura, que, vencendo todas as incombustibilidades, dada deixasse do Caos, da Guerra, da resistência e da Morte.
Porque devemos rezar?
Abílio Louro de Carvalho – 30/09/2016 Várias razões pelas quais se questiona o motivo por que devemos rezar. Na verdade, Deus sabe tudo e conhece naturalmente as nossas necessidades, pelo que, dentro do quadro da providência que nós Lhe reconhecemos, Ele tem guardado, guarda e guardará a sua obra da criação, independentemente do que lhe possamos ou devamos recordar. Por outro lado, a sua vontade e os planos gizados pela sua inteligência suprema não se mudam por força das nossas orações. Então, porque vale a pena rezar?
Fé, entre fragilidade humana e força de Deus
Enzo Bianchi – 30-09-2016 “A fé, que deve ser entendida em primeiro lugar como adesão, só pode estar presente onde existe uma relação pessoal e concreta com Jesus. A fé não é um conceito de ordem intelectual, não é colocada antes de tudo numa doutrina ou numa verdade, muito menos em fórmulas, nos dogmas.”
AUMENTA-NOS A FÉ
José Antonio Pagola – 02/10/2016 “Ensina-nos a viver convertendo-nos a uma vida mais evangélica, sem nos resignarmos a um cristianismo rebaixado onde o sal se vai tornando insonso e onde a Igreja vai perdendo estranhamente a sua qualidade de fermento. Desperta entre nós a fé das testemunhas e dos profetas.
A religião contribui mais para a economia dos EUA do que as maiores empresas de tecnologia
Washington -USA 22-09-2016 Gaudium Press) Uma chamativa análise da importância da religião na sociedade norte-americana foi publicada no ‘Interdisciplinary Journal of Research on Religion’ e replicada nos meios de comunicação: ao contar a atividade das instituições religiosas, com enormes contribuições em matéria de saúde, educação, assistência social e outras muitas facetas da vivência da Fé.
“Eu, imame, defendo os cristãos perseguidos”
ANDREA TORNIELLI – 20/09/2016 ENVIADO A ASSIS Entrevista com Muhammad Abdul Khabir Azad, guia da Mesquita Badshahi de Lahore, no Paquistão, que se encontra em Assis para o encontro promovido pela comunidade de Santo Egídio. “O terrorismo pode ser detido se não apenas os líderes religiosos, mas também os Estados decidirem em conjunto combatê-lo”