“Jesus não era como os líderes que se tornam reféns de grupos”, constata Francisco

Iacopo Scaramuzzi – 06 Dezembro 2018  “É um risco dos líderes se apegar muito às pessoas e não tomar distância”, disse o Papa Francisco, dando início a um novo ciclo de catequese dedicado ao “Pai Nosso”, durante a Audiência Geral. Nela destacou que, apesar de ser aclamado pelas multidões, Jesus, ao contrário, não estava interessado no “êxito plebiscitário”, razão pela qual “rezava com intensidade nos momentos públicos, compartilhando a liturgia de seu povo”, mas também “buscava lugares recolhidos, separados do barulho do mundo, lugares que permitissem entrar no segredo de sua alma”, em uma “intimidade com o Pai”. Portanto, desta maneira, tornou-se “mestre da oração de seus discípulos, como seguramente deseja ser para todos nós”. A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi, publicada por Vatican Insider, 05-12-2018. A tradução é do Cepat.

Ressurreição é uma revolução na evolução.

Entrevista especial com Leonardo Boff Por: João Vitor Santos | 02 Abril 2018  Foto: Paulo Mazarem Aproximar-se dos significados da Ressurreição do Cristo requer exercícios que, por vezes, as perspectivas de cientificismo moderno os fazem parecer impossíveis. É por isso que o teólogo Leonardo Boff reitera a perspectiva de que ressuscitar é muito mais do que trazer um corpo morto à vida, como o próprio Cristo fez com Lázaro, que, mais tarde, tornou a morrer. “Ressurreição é a irrupção do ‘novissimus Adam’ de São Paulo (1Cor 15,45). Vale dizer que é a completa realização de todas as virtualidades incontáveis presentes no ser humano”, define.

FOI MORTO, MAS ESTÁ CADA VEZ MAIS VIVO!

Frei Bento Domingues, O.P. – 01/04/2018 – Foto: NSI-Pt S. Paulo atreve-se a dizer que, se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, anda a pregar em vão e vazia é também a fé dos seguidores de Cristo[vii]. Na Carta aos Romanos, a ressurreição é postulado cósmico e existencial:  «Estou convencido de que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que há-de revelar-se em nós. Pois até a criação se encontra em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus»[viii].

O Natal está à porta: quem vai abrir?

Revista Audácia – 23/12/ 2017 A avó da Mariana e do Gustavo foi para os seus netos o que João Batista foi para os judeus do seu tempo: disse-lhes «Jesus está à porta» A avó, pega na Bíblia e desafia: – Meninos, o Natal está à porta. Quem vai abrir? Todos a olham, espantados… A avó continua: – Diz Jesus na Bíblia: “Estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei.” Quem vai abrir a porta? Todos respondem: – Eu, eu, eu…

O Sagrado e a crítica

Anselmo Borges, 15/12/2017 Foto: Crítica teatral – O que restou do Sagrado Ai de nós se não houvesse críticos da religião, que chamam a atenção para aspectos das religiões tantas vezes ridículos, supersticiosos e inumanos! Assim, o crente até com a crítica soez e boçal saberá aprender, para exprimir o sentido correto dos textos, aplicando os métodos científicos, exegético-hermenêuticos.

Jesus salva?

Eduardo Hoornaert – 15/04/2017 Foto: www.pasionistas.es “…nos nossos dias, a imagem de Jesus Redentor vai esvaecendo aos poucos? Ela está sendo substituída, aos poucos, pela imagem de Jesus de Nazaré, o profeta destemido que preferiu enfrentar a morte que abandonar seu povo? Faço essa pergunta depois de ter a impressão que a imagem de Jesus redentor permanece central nas celebrações da Semana Santa”.

NÃO REZEM COMO OS GENTIOS

Frei Bento Domingues, O.P. -19/03/17 “A oração exprime a condição humana, na sua verdade mais pura: o nosso limite e o desejo ilimitado de felicidade. Elevar a Deus o nosso pedido de socorro ou de ação de graças revela, para o crente, uma atitude saudável. Significa que acreditamos que não estamos sós, mas seria grossa asneira supor que Deus é o substituto da investigação científica, da organização do Estado, do bom funcionamento do ensino, do serviço nacional de saúde, de hospitais de qualidade, do funcionamento da Justiça, da solidariedade, etc.”

Concretizações do modo simples de rezar

Abílio Louro de Carvalho – 06/03/2017 A entrada na Quaresma, marcada ritualmente pela imposição as cinzas, remete-nos para a nossa condição de pecadores. Esquecemo-nos muito facilmente de que, embora pelo nosso estatuto de pessoas humanas, somos imagem de Deus e nos devemos considerar vocacionados a ser “semelhança de Deus” (cf Gn 1,26.27), nem por isso deixamos de ser “pó”, a ele havendo de “tornar” (cf Gn 3,19), sobretudo se não alimentarmos a relação com Deus e seguirmos caminhos desviantes e iníquos.

FÁTIMA DÁ PARA TUDO (2)

O que atrai os peregrinos é o testemunho de algo fantástico reconhecido como sagrado Frei Bento Domingues, O.P. in Público 26.02.17 Foto: Jornal O Povo “O que os pastorinhos disseram e as circunstâncias das suas narrativas podem ser estudadas. A credibilidade humana de todas essas declarações é assunto de investigação. É normal que surjam interpretações diferentes. O que nenhum católico está obrigado a acreditar é no carácter sobrenatural dessas manifestações marianas, as chamadas mariofanias. As declarações eclesiásticas de que o fenómeno de Fátima é digno de crédito, não podem ser acrescentadas ao Credo. São de outra ordem.Poderá então perguntar-se: tantos milhões que vão a Fátima andaram enganados?”

Novo Jornal RUMOS 249

Com alegria encaminho a 1ª edição 2017 do jornal Rumos, dos padres casados do Brasil. Façam boa leitura e me devolvam seus comentários pelo e-mail gilgon@terra.com.br Gilberto (Giba) editor. Clicar abaixo e aguardar a abertura do jornal. Jornal Rumos 249