Joseph Stiglitz, Nobel de Economia: ‘Surpresa é que mal-estar na América Latina tenha demorado tanto para se manifestar’
Gerardo Lissardy – Da BBC News Mundo – 01/02/2020 Direito de imagemGETTY IMAGES: Image caption – Joseph Stiglitz é um dos principais economistas críticos da gestão da globalização e do mercado livre.
Haverá alternativas à economia que mata?
Frei Bento Domingues, O.P. – 26/05/23019 Imagem: para além das evidências É muita ousadia da parte do Papa tentar destruir o dogma de que não há alternativas viáveis à economia dominante. É ousadia porque não faz uma encíclica ou cria uma comissão, mas convoca para um movimento que fermente a massa, quando normalmente à Santa Sé se pede que tenha a primeira e a última palavra.
“O poder do mercado é abuso de poder”. Entrevista com Joseph Stiglitz
Álvaro Guzmán Bastida, Ignasi Gozalo Salellas e Héctor Muniente Sariñena. 17/11/2018 O mundo parece decidido a deixar Joseph Stiglitz fora do jogo. Após assessorar o governo Bill Clinton e liderar o Banco Mundial em meados e fins dos anos 1990 e de ganhar um Prêmio Nobel em 2001, o economista da Universidade de Columbia passou a ser um dos críticos mais agudos tanto do abandono da classe trabalhadora, por parte do Partido Democrata, como – de maneira chave – das desigualdades e desequilíbrios de poder originados pela globalização nos países do Sul.
Estamos diante de uma ameaça ultraliberal?
Bruno Rocha Lima – 27 Agosto 2018 Imagem: Reprodução do twitter de Lillian Campelo “O perigo ganha proporção quando para além das mentiras midiáticas, vociferadas pelos defensores da especulação financeira e do ‘tal do mercado de capitais’, a noção do individualismo como fim último do ser humano é espalhada pelas versões brasileiras dos institutos financiados por grandes empresas”, alerta Bruno Lima Rocha, pós-doutorando em economia política, doutor e mestre em ciência política (pela UFRGS), graduado em jornalismo (UFRJ) e professor de relações internacionais, ciência política e jornalismo.
Brasil e África do Sul são coadjuvantes no grupo B-RIC-S e na nova ordem mundial
José Eustáquio Diniz Alves – 27 Julho 2018 – Foto: Carta Maior “Neste contexto global, se destaca o grupo RIC – o triângulo estratégico – que faz parte do BRICS e do G20. Mas o RIC também é o núcleo central da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), composta por oito membros plenos, que são China, Rússia, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão, Uzbequistão, Índia e Paquistão. Do ponto de vista global e de influência na Eurásia, a OCX é maior e mais dinâmica do que o BRICS“, escreve José Eustáquio Diniz Alves, Doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 25-07-2018.
O Papa: “Vergonha por um mundo devorado pelas guerras e pelo lucro”
Cerca de 20 mil pessoas na Via Crucis no Coliseu: “Tenta-se desacreditar a Igreja. Alguns ministros iludidos por ambição e vanglória perderam a dignidade » SALVATORE CERNUZIO – Roma, 30/03/2018 O Papa em oração durante a Via Crucis no Coliseu – Foto: AGORAMS «Senhor Jesus, o nosso olhar está voltado para vós, cheio de vergonha, de arrependimento e de esperança». Faltam apenas alguns minutos para 22.30 quando a oração do Papa ressoa ao longo da ‘Via dei Fori Imperiali’ até ao Arco de Constantino, onde 20 mil fiéis estão reunidos para a tradicional Via Crucis da Sexta-Feira Santa no Coliseu, “piedoso exercício” da igreja antiga recuperado nos tempos modernos por Paulo VI e continuado pelos Pontífices seus sucessores.
O medo de uma nova bolha está de regresso aos mercados
Sérgio Aníbal – 5/2/2018 Foto: A Bolsa de Nova Iorque subiu mais de 25% nos últimos 12 meses – Reuters/Brendan Mcdermid Durante os anos de taxas de juro mínimas, os investidores viraram-se para as ações e as bolsas registaram recordes, mas agora que a ciclo econômico virou, existe o risco de uma correção mais forte do que o desejado.
Brasil tem maior concentração de renda do mundo entre 1% mais rico
Rodolfo Borges, 14-12-2017 Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018, coordenada, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty.
Reexaminar as formas de luta
Boaventura de Sousa Santos 27/9/17 O que diferencia revolução, luta institucional, rebeldia e desobediência civil? Por que, nas últimas décadas, a ciência política esqueceu este debate? Vale a pena retomá-lo?
A direita radical de olho na América do Sul
Com orientações e dinheiro de mega-empresas e da Casa Branca, grupos como o MBL exploram contradições da esquerda para propor o “despotismo liberal”. Análise: Antonio Martins 27/08/2017 | Vídeo: Gabriela Leite