ZADs: nova forma de resistir ao capital?

21 de janeiro de 2015  Patrick Viveret, filósofo do pós-capitalismo, analisa as Zonas A Defender, em que ativistas enfrentam projetos devastadores promovendo ocupações e experimentando formas de convívio contra-hegemônicas.

  ‘Thomas Piketty: “Temos de taxar mais a renda e menos o consumo e os salários”

Para Thomas Piketty, economista francês autor de O Capital no Século XXI diz que sistema de tributos no mundo privilegia os ricos. Ele também reforça a importância das políticas sociais no Brasil, mas afirma que a diminuição da pobreza não quer dizer que distribuição de renda tenha melhorado. A reportagem é de Bruno Pavan, publicada pelo jornal Brasil de Fato e reproduzida por EcoDebate, 07-01-2015.

FELIZ ANO NOVO ! O BRASIL NÃO É FEITO SÓ DE LADRÕES.

“Há 12 anos, com 500 bilhões de dólares de PIB, devíamos 40 bilhões de dólares ao FMI, tínhamos uma dívida líquida de mais de 50%, e éramos a décima-quarta economia do mundo.     Hoje, com 2 trilhões e 300 bilhões de dólares de PIB, e 370 bilhões de dólares em reservas monetárias,  somos a sétima maior economia do mundo. Com menos de 6% de desemprego, temos uma dívida líquida de 33%, e um salário mínimo, em dólares, mais de três vezes superior ao que tínhamos naquele momento.”

De uma guerra fria a outra?

   O estreitamento das alianças da Rússia com a China, assim como os acordos do Brics, contribuíram para configurar um novo desenho geopolítico do mundo.

Reforma tributária: afinal, quem paga a conta?

“Quem paga imposto é o assalariado”, a frase encontra respaldo pleno na realidade do país Segundo dados do Ipea2, em 1996, famílias com renda até dois salários mínimos arcavam com uma carga tributária de 28,2%; em 2003, o ônus tributário elevou-se para 48,9%. Na faixa de renda familiar superior a trinta salários mínimos também houve elevação da carga tributária, mas em menor proporção, de 17,9% para 26,3%, no mesmo período.