As 500 empresas e governos que poderiam salvar as florestas do planeta
A derrubada de árvores para exportar madeira ou abrir clareiras para plantar soja ou formar pastagens acabou com 50% das florestas tropicais do planeta. Do restante, 60% estão muito degradadas. Com o objetivo de deter o desflorestamento antes que seja tarde demais, surge a Forest 500, uma lista das empresas e governos que têm algo a ver com esse enorme negócio. O governo e duas empresas espanholas aparecem nela com nota de aprovação.
O bem comum foi enviado ao limbo
O neoliberalismo demoliu a noção de bem comum. Em seu lugar, entraram as noções de rentabilidade, de flexibilização, de adaptação e de competitividade. “Quem cuidará do interesse geral de mais de sete bilhões de pessoas? O neoliberalismo é surdo, cego e mudo a esta questão fundamental como o tem repetido como um ritornello o Papa Francisco”, escreve Leonardo Boff.
Segundo governo Dilma. Guinada à direita? Não! Um ‘cavalo de pau’.
Entrevista especial com Luiz Werneck Vianna – Sexta, 13 de fevereiro de 2015 “A pior coisa que ocorreu foi o desencanto e o fato de o país olhar em torno e ver que não há nenhum projeto de futuro que seja persuasivo, que mantenha capacidade de encantamento; estamos sem rumo”, lamenta o sociólogo.
O assombroso silêncio no Brasil em torno do escândalo HSBC
COMO É DIFÍCIL FALAR DE CORDA EM CASA DE ENFORCADO. Ou: a Imprensa manietada e servil Simplesmente inaceitável o silêncio no Brasil em torno do vazamento das contas secretas do HSBC na Suíça.
Ajuste fiscal pode levar o Brasil da recessão à depressão, alerta economista
A política de ajuste fiscal implantada neste início do segundo mandato do governo Dilma Rousseff pode agravar a crise e levar o Brasil da atual recessão a um quadro muito mais severo de depressão econômica. Quem alerta é o economista Guilherme Delgado, doutor na área pela Universidade de Campinas (Unicamp), que atuou no Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) por mais de três décadas.
O risco forte de recessão
“Ao lado de semelhanças com os pacotes dos anos 1990, o ajuste fiscal de dezembro e a forma de implementá-lo guardam algumas diferenças em relação ao período de Fernando Henrique Cardoso e do ministro da Fazenda Pedro Malan, conhecidos pela aplicação inflexível de decisões absolutas de alcance eventualmente devastador, a começar pela privatização, da qual empresas como a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica só escaparam porque houve uma reação da sociedade”,
Dilma defende que Celac inclua comércio em sua pauta
Bloco dá ênfase a questões políticas, mas Brasil quer levar discussão econômica a cúpula . A presidente Dilma Rousseff propôs nesta quarta-feira em San José, capital da Costa Rica, que a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) amplie suas atribuições e busque incrementar o comércio entre seus países membros para defender a região de turbulências econômicas externas.
Por que o Brasil abraça enquanto a Europa se afasta da austeridade?
Há pouco mais de cinco meses redigi um artigo intitulado “A aparente contradição do setor financeiro” onde, pela análise de trechos do Financial Times e Valor Econômico daqueles dias já se notava que o onisciente Mercado exigia ajuste e arrocho para o Sul Global e expansionismo aos desenvolvidos.
Onde moram os mais ricos dos mais ricos
O Fórum Econômico Mundial chegou ao fim com muitas discussões sobre a crescente desigualdade e referências ao “1% mais rico”.
Papa Francisco vira alvo dos fundamentalistas brasileiros
Extremistas da imprensa brasileira declaram guerra contra o Papa Francisco. Pontífice incomoda pelo discurso que afirma haver limites para a liberdade de expressão, além de condenar o machismo na sociedade atual e admitir os equívocos e crimes históricos da igreja. Se Francisco provoca a ira dos fundamentalistas, é sinal de que está certo O Papa Francisco não sabe (e se soubesse, provavelmente pouco se importasse), mas se transformou no alvo predileto dos fundamentalistas da imprensa brasileira