Fundo Soberano de Angola exposto nos Paradise Papers

Documentos de gestora suíça liderada por empresário próximo da família Dos Santos encontrados entre os 13,4 milhões de ficheiros. Pedro Crisóstomo – 7/11/ 2017  Foto: A família de José Eduardo dos Santos está à frente de algumas das entidades mais importantes do país MANUEL DE ALMEIDA/EPA  A mais recente fuga de informação sobre a mega indústria dos paraísos fiscais expõe as relações opacas entre o Fundo Soberano de Angola (FSDEA), dirigido pelo filho do ex-presidente José Eduardo dos Santos, e a empresa suíça Quan­tum Global, especializada na

Paradise Papers: Isabel II e Administração Trump atingidos por nova fuga de informação sobre offshores

Os Paradise Papers revelam investimentos da Rainha de Inglaterra  em fundos nas ilhas Caimão e ligações do secretário do Comércio nos EUA à Rússia.  PÚBLICO – 5 de Novembro de 2017   Foto: LUSA/FACUNDO ARRIZABALAGA Foi publicado neste domingo o mais recente capítulo da investigação às offshores por parte do ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação), do qual faz parte em Portugal o semanário Expresso, em que foram analisados mais de 13 milhões de ficheiros que expõem ligações entre a Rússia e o secretário do Comércio da Administração Trump, negócios do responsável de angariação de fundos do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e os investimentos da Rainha Isabel II de Inglaterra.

Já há mais multimilionários na Ásia do que nos Estados Unidos

Ana Sanlez 26.10.2017 / 17:55 Pela primeira vez na história, a maior concentração mundial de multimilionários está a Oriente. Um estudo publicado esta quinta-feira pelo banco UBS e pela consultora PwC revela que o aumento do número de empresários, em particular na China, fez com que o continente asiático se destacasse na lista deste ano.

Um mundo regido por algoritmos tem potencial de acirrar desigualdades sociais

Pedro Doria -14/10/17 – Foto: Algoritmos – IHU Se há um ponto no qual todos os futuristas concordam é que não vivemos tempos ordinários. Vez por outra ocorre isso: um período duns 50 ou 60 anos em que o mundo vira de cabeça para baixo. Foi assim na virada do século 15 para o 16, entre Renascença e Descobrimentos, como foi na virada do século 18 para o 19, com o Antigo Regime caindo, independências rolando, repúblicas nascendo e a revolução industrial se impondo sobre a economia agrícola que havia sustentado a humanidade até então. Fomos sorteados, dizem os futuristas. A reportagem é de Pedro Doria, publicada por O Estado de S. Paulo, 13-10-2017.

Reexaminar as formas de luta

Boaventura de Sousa Santos 27/9/17 O que diferencia revolução, luta institucional, rebeldia e desobediência civil? Por que, nas últimas décadas, a ciência política esqueceu este debate?  Vale a pena retomá-lo?

Irma ou o fim da natureza

Slavoj Zizek – 20 Setembro 2017 “As recentes incertezas sobre o aquecimento global não assinalam que as coisas não são muito sérias, mas que são ainda mais caóticas do que pensávamos, e que os fatores naturais e sociais estão indissoluvelmente ligados”, escreve o filósofo esloveno Slavoj Zizek.  Para este pensador, “não é somente a continuidade da História que está ameaçada hoje em dia, o que estamos presenciando é algo como o fim da própria Natureza. Os devastadores furacões, as secas e as inundações, para não falar do aquecimento global, não apontam que estamos sendo testemunhas de algo cujo único nome apropriado é ‘o fim da Natureza’?”

O lado obscuro do chocolate: a destruição das florestas da África

Giacomo Talignani – 18 Setembro 2017 Foto:  sott.net/image  Quando degustamos a nossa barra de chocolate, milhares de hectares de florestas africanas já desapareceram, matando animais e ecossistemas inteiros. Árvores pertencentes a parques nacionais e zonas que deviam ser protegidas tornaram-se vítimas do desmatamento, para deixar espaço para a indústria do cacau. A reportagem é de Giacomo Talignani, publicada no jornal La Repubblica, 14-09-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

  O ar bafiento das ordens de Macron

 Manuel Carvalho da Silva  12 de setembro de 2017  Foto: Protesto contra as reformas, em Paris / RTP Em França, como em Portugal, são precisas relações laborais na base de poderes equilibrados e discussões sérias sobre o futuro do trabalho.

Sindicatos na rua contra Macron, mas isso até pode agradar-lhe

A CGT saiu isolada das negociações sobre as alterações ao código do trabalho, o que pode reforçar a posição do Presidente francês. Clara Barata –  12 de setembro de 2017  Foto Emmanuel Macron e Philippe Martinez, o líder da CGT Philippe Wojazer/REUTERS  Emmanuel Macron enfrenta esta terça-feira a primeira contestação nas ruas devido à sua governação: as manifestações e greve convocada pela Confederação Geral de Trabalhadores (CGT) contra a reforma do Código do Trabalho apresentada pelo Governo francês, que satisfez uma boa parte do rol de desejos dos patrões.