Rezando com os budistas: a polêmica foto do Pe. Sosa, entre focolarinos e ritos chineses
Giovanni Marcotullio –27-07-17 Superior-geral dos jesuítas sentado entre cerca de 80 monges budistas com as mãos postas e o olhar recolhido: é a dissolução da Companhia de Jesus ou, precisamente, o carisma inaciano de “buscar e encontrar Deus em todas as coisas”? A reportagem é de Giovanni Marcotullio, publicada no sítio Aleteia Italia, 27-07-2017.
Lutero. A Reforma e os paradoxos do mundo moderno
Cristiano Poletti – 30/07/2017 Um livro belíssimo e difícil, a nova obra escrita com tanta paixão por Franco Ferrarotti para “Lampi” da EDB. Já pelo subtítulo percebe-se o nível da complexidade: A Reforma e os paradoxos do mundo moderno. O comentário é de Cristiano Poletti, publicado por Settimana News, 19-07-2017. A tradução é de Luisa Rabolini.
Como os novos movimentos eclesiais estão mudando a Igreja?
Massimo Faggioli – 16 Junho 2017 . “Os novos movimentos eclesiais não são, aos olhos de Francisco, as “elites” especiais da nova evangelização, como eram nos papados de João Paulo II e Bento XVI. Ao percebê-las, Francisco critica explicitamente qualquer tendência sectária. Mas o próprio Papa entende que esses movimentos estão produzindo sacerdotes novos e muito necessários em uma Igreja Católica que ainda precisa que o clero funcione.
O jesuíta que desafia os conservadores: “A Igreja deve acolher os gays. A homofobia é um pecado”
Paolo Rodari – 09 Junho 2017 É um dos escritores estadunidenses mais lidos nos Estados Unidos. Colunista do The New York Times e da Time, ele intervém frequentemente na Fox News e na NBC. Escreve livros de espiritualidade. O padre jesuíta James Martin, principal consultor do novo filme de Martin Scorsese, “Silêncio”, publicou recentemente um novo livro explosivo: Building a Bridge [Construindo uma ponte], dedicado à acolhida das pessoas LGBT
Não há condições éticas de Temer seguir no cargo, diz secretário-geral da CNBB
João Fellet – Da BBC Brasil em Brasília Foto: Marcos Correa/PR Image caption ‘A coisa pública é tratada como vantagem pessoal, ou como vantagem do partido, de determinados grupos. O que espanta é que falem de bilhões como se fossem mil reais’, disse secretário-geral da CNBB, que defende saída de Temer
“Não vivemos um choque de civilizações, há é uma crise no islão”
Leonídio Paulo Ferreira – 23 DE MAIO DE 2017 Foto: Mario Giro numa ida ao Chade, onde visitou populações que fugiram do Boko Haram, grupo nigeriano que presta obediência ao ISIS. In: http://static.globalnoticias.pt/dn O vice-ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Mario Giro, será o orador amanhã na conferência “Conviver: Religiões, Conflitos e Paz” que se realizará na Fundação Gulbenkian, em Lisboa. Também membro da Comunidade de Santo Egídio e seu ex-responsável pelas Relações Internacionais, Giro falou ao DN por telefone a partir de Roma.
As razões do silêncio e o silêncio da razão: Ratzinger, Sarah e o antimodernismo litúrgico
Andrea Grillo – 21 de maio de 2017 no blog: Come se non Foto: cittadellaeditrice.com Tradução: Orlando Almeida Muitas vezes acontece, no entanto, que a proposta do silêncio seja impulsionada por uma preocupação não litúrgica, mas extra-litúrgica: alimenta-se de uma lógica “antimodernista” que facilmente leva a ver o silêncio como “negação da palavra” e “negação da ação”.
DESCRUCIFICAR É EVANGELIZAR
Frei Bento Domingues – 07 maio 2017 – Foto: Internet “São ridículas as notícias colhidas ou veiculadas pelo Santuário sobre os cuidados com a figura do Papa, a sua indumentária para celebrar, o cálice de ouro, a pala para o resguardar do sol e outras futilidades do género. Parecem manifestar o propósito de neutralizar, na Cova da Iria, o que Bergoglio trouxe de novo: uma Igreja de saída para todas as periferias, com gosto da alegria do Evangelho, de uma evangelização nova, libertadora, descrucificante.”
METAMORFOSES PASCAIS DO DESEJO (2)
Frei Bento Domingues – 23 abril 2017 “O seu desejo mais ardente era colocar-se ao serviço do desejo libertador de Deus, alegria do mundo. Era vontade humana e divina de alteração radical da nossa sociedade. Os Evangelhos sinópticos mostram, no entanto, que ele teve de lutar contra tentações diabólicas infiltradas nos caminhos do advento e da configuração da era messiânica. Se era realmente o Messias tinha de o provar.
A perda de capilaridade social e a desafeição* dos católicos. Desafios da Igreja no Brasil em tempos de Papa Francisco.
Patricia Fachin | 21 Abril 2017 “Nos dois primeiros anos do pontificado de Francisco, a maior parte da Igreja (pelo menos no Brasil) apenas fez de conta que estava em sintonia com ele, porque sua linha pastoral continuou a mesma de outros tempos”, diz o sociólogo Pedro Ribeiro de Oliveira à IHU On-Line. Contudo, pontua, depois da publicação de três documentos pontifícios de “grande impacto”, “é cada vez mais clara a mudança de rumo que Francisco imprime à Igreja e isso repercute no Brasil”.