Francisco volta a desautorizar o cardeal Sarah: “É aceitável receber a comunhão na boca ou na mão, como preferirmos”
Jesús Bastante –22/03/18 Foto: Flickr “Hoje é o primeiro dia da primavera. Feliz primavera!”. O Papa Francisco improvisou toda uma teologia sobre as raízes e os frutos, aproveitando a chegada da nova estação. E recordando, em uma clara advertência – a enésima – ao cardeal Sarah, que “é aceitável receber a comunhão na boca ou na mão, como preferirmos”. O importante é que “cada vez que tomamos a comunhão, nos transformamos um pouco em Jesus”. Reportagem de Jesús Bastante, publicada por Religión Digital 21-03-2018
Papa aos padres e seminaristas: o discernimento é fundamental. E cuidem como vocês usam o celular
Salvatore Cernuzio –17/03/18 Foto: Papa Francisco com alguns sacerdotes. (Vatican Media) Ter discernimento, isto é, entender “o que está certo” e “o que não está certo”, é a primeira “regra”. Depois, é fundamental “cuidar” da própria “formação”: humana, pastoral, espiritual, comunitária. E, para fazer isso, é importante “conhecer os próprios limites”, de modo a saber se destrinchar entre os perigos da cultura contemporânea, em primeiro lugar, a comunicação virtual. Depois, refletir sobre como se usa o próprio celular, preparar-se para enfrentar as tentações sobre a castidade, estar em guarda contra a soberba, a atratividade do dinheiro, do poder e das comodidades. Reportagem de Salvatore Cernuzio, publicada no sítio Vatican Insider, 16-03-2018
Francisco. E depois?
Anselmo Borges – 09/o3/2018 Imagem editora San Pabblo “Um Papa cristão, apaixonado pelo Evangelho, notícia boa e felicitante! “A Igreja somos nós todos” ao serviço de todos. O clericalismo e o carreirismo são “a peste da Igreja”. Impõe-se reformar a fundo a Cúria Romana. Não podemos ficar “mumificados nas nossas estruturas”. Para a pedofilia, tolerância zero – se se equivoca, como aconteceu no Chile, vai emendar o erro. Transparência total no Banco do Vaticano. É preciso descentralizar a Igreja…”
Padre Lenaers, o jesuíta que reescreve a ressurreição
John Baker – 09 Março 2018 O homem moderno deixou de acreditar na ressurreição. Na esteira do Iluminismo, considera verdadeiro somente o que ele pode provar. Por isso não sabe que sentido dar ao túmulo vazio e à vitória de Cristo sobre a morte, o terceiro dia do Calvário. Aquilo que os Evangelhos relacionam com o mistério do final de Jesus para ele parece impossível, inventado, pior ainda, ridículo. Artigo de John Baker, publicado: Pacem in Terris, 18-02-18
“Como trapacear e se manter ético ao mesmo tempo”.
A Ética, na Religião como na Política é relativa. 10/03/18 Este pequeno texto anda há tempos na internet. Mass continua muito atual. Com certeza vale para muitos dos nossos políticos no Brasil. Como também para muitos “religiosos” que seguem a “teologia da prosperidade” e se tornam milionários à custa do dízimo praticamente obrigado de tantos pobres – (NdR)
Neopelagianismo e neognosticismo: as falsas concepções da salvação cristã hoje
Sergio Centofanti – 02/03/2018 Uma carta da Congregação para a Doutrina da Fé sobre alguns aspectos da salvação cristã critica duas tendências contemporâneas: o individualismo neopelagiano e o espiritualismo intimista neognóstico Reportagem de Sergio Centofanti, publicada por Vatican News, 01-03-2018.
A lei do celibato dos padres
Anselmo Borges, 16/02/2018 Foto: livingthefaithonahighwire.blogspot.com Hoje, há cada vez mais vozes autorizadas a reclamar o seu fim, tendo sido a do cardeal Carlo Martini uma das mais claras. Paulo VI fez grandes esforços nesse sentido. O próprio papa João Paulo II previa que terminaria, declarando quanto à sua abolição: “Sinto que acontecerá, mas que eu não a veja.”
Frei Bento Domingues responde a Dom Manuel Clemente: “É um ato da teologia das palavras cruzadas. Um delírio”
Paulo Paixão -Rosa Pedroso Lima -11/2/18 Fotos: Tiago Miranda Frei Bento Domingues, de 83 anos, é uma das vozes da Igreja Católica mais presentes no espaço mediático (tem uma coluna semanal no “Público” há mais de duas décadas), falando sem tabus da realidade da Igreja e da relação dela com o mundo.
BABEL, BENÇÃO OU MALDIÇÃO?
Frei Bento Domingues, O.P. -04/02/18 Imagem: pt.likedin.com “O mito da Torre de Babel não é de fácil interpretação. Supõe-se que Deus se sentiu ameaçado por uma Torre que chegava aos céus, obra da unicidade linguística: “em toda a Terra, havia somente uma língua e empregavam-se as mesmas palavras (…) Vamos, pois descer e confundir de tal modo a linguagem deles que não consigam compreender-se uns aos outros. E o Senhor dispersou-os dali por toda a Terra”.
Hora de reabilitar Teilhard de Chardin?
Heidi Schlumpf – 27/01/2018 Denominar o Padre Jesuíta Pierre Teilhard de Chardin um doutor da Igreja — ou pelo menos retirar o “aviso” de seus textos — daria ao cientista e filósofo jesuíta mais legitimidade na Igreja, segundo seus defensores. E dois abaixo-assinados endereçados ao Vaticano visam exatamente isso. A reportagem é de Heidi Schlumpf, publicada por National Catholic Reporter, 27-01-2018. A tradução é de Luísa Flores Somavilla.