Brasil. Democracia de balas

Gabriel Giorgi – 03/02/2019 – Foto: Jean Willys / Pagina12 . “O exílio de Jean Wyllys, assim como o assassinato de Marielle Franco, destacam o ponto de tensão extrema entre as lutas feministas, antirracistas e glttbiq e um patriarcado mercenário que, invocando a regeneração da família e a restauração da autoridade do Pai, abre a porta para a violência de alguns negócios que não reconhecem qualquer limite, nem regulação”, escreve Gabriel Giorgi, mestre em Sociosemiótica pela Universidad Nacional de Córdoba e doutor em Spanish and Portuguese pela New York University, onde atualmente é professor, em artigo publicado por Página/12, 01-02-2019. A tradução é do Cepat.

Washington Post destaca Marielle como símbolo global

A capa do jornal Washington Post que destaca o assassinato de Marielle por Redação — publicado 20/03/2018  Foto: Reprodução da capa do Washington Post Um dos principais jornais dos Estados Unidos destacou a comoção pela morte da vereadora e o mito da democracia racial no Brasil. O mito de que no Brasil vivesse uma democracia racial, onde a convivência e direitos entre brancos e negros está pacificamente, foi o ponto de maior destaque da reportagem.