
O mito de que no Brasil vivesse uma democracia racial, onde a convivência e direitos entre brancos e negros está pacificamente, foi o ponto de maior destaque da reportagem.
O jornal afirma que se o caso pretendia “silenciar uma política negra que se elevou rapidamente e que denunciava policiais corruptos, o aparente assassinato de Franco fez o contrário. Nos últimos dias, a maior nação da América Latina observou com admiração uma figura pouco conhecida fora do Rio, transformada agora em símbolo global da opressão racial.”
A grande repercussão do caso internacionalmente, com homenagens e protestos em
- Londres,
- Paris,
- Munique,
- Estocolmo
- e Lisboa,
- além de um grande ato Nova York,
- e uma vigília marcada para esta terça-feira em Madri,
chamou atenção pelo movimento feito dentro das redes.
Segundo o Post, milhares de pessoas que nunca haviam ouviram uma linha sobre Marielle tomaram emprestado do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) a hashtag #SayHerName, usada para mulheres negras vítimas da violência e brutalidade policial.

O mito de que no Brasil vivesse uma democracia racial, onde a convivência e direitos entre brancos e negros está pacificamente, foi o ponto de maior destaque da reportagem.
O jornal afirma que a comoção à morte da ativista por brancos em condições sociais favorecidas orbita na lógica de Marielle é vítima de uma país em crise, em especial de segurança.
Mas, segunda abordagem do Post “ativistas negros e de esquerda chamam essa atitude como parte do problema. Eles dizem que isso reflete um sistema de crenças que finge que a raça não está relacionada com a violência desproporcional sofrida pelos brasileiros de cor – especialmente nas mãos da justiça.”
O jornal encerra afirmando que “políticos homens e brancos no Brasil também procuraram levar os policiais corruptos à justiça.
Mas Franco foi alvo, insistem seus defensores, porque
- tirar a vida de uma mulher negra é menos arriscado no Brasil,
- especialmente em um estado onde apenas 1 em cada 10 casos de homicídio são elucidados.”
Redação de Carta Capital
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