Debate em Paris discute o protagonismo ‘perigoso’ do Judiciário no Brasil
Márcia Bechara – RFI 28/10/2016 foto: AFP PHOTO/EVARISTO SA “Durante debate, cientista política lembrou que ‘numa democracia consolidada, Judiciário e mídia não podem celebrar juntos’.
A sorte do Brasil: para cada Janaína, temos estudantes como a paranaense Ana Júlia
Por Kiko Nogueira – 26/10/2016 A Escola sem Partido, diz AJ, “é uma escola sem senso crítico, é uma escola racista, homofóbica. É falar para os jovens que querem formar um exército de não pensantes, um exército que ouve e baixa a cabeça. Não somos isso. Escola Sem Partido nos insulta, nos humilha, nos fala que não temos capacidade de pensar por nós mesmos”.
O que faremos com o Aquífero Guarani?
“Um gigante na linha de mira da privatização?” Rui Daher, CartaCapital, 25-10-2016. “Recentemente, na levada que a política neoliberal sugeria no passado, agora oficializada por um golpe de Estado, alguns departamentos e técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA), sob condição de anonimato, têm revelado a presença do aquífero em lista dos bens públicos privatizáveis.”
Vídeo: Convite à desconstrução da PEC-241 (parte 2)
Antonio Martins – 13-10-2016 Novo mergulho nas contas públicas demonstra: além de injusta, proposta é ineficaz. Veja como os banqueiros colonizam o Orçamento. Por que as contas do Estado não são iguais às de uma família. E mais: rebatemos as análises simplórias de “O Antagonista” e “Spotnik”
O cachorro e o corpo caído na rua
Milly Lacombe – 14/10/2016 “Andando pelos jardins hoje, enquanto passava por um desses corpos abandonados numa calçada da elegante alameda Itu, uma mulher à minha frente passeava com seu cachorro de porte cavalar e pelos brilhantes e penteados. Apesar da insistência de sua dona para que a caminhada continuasse, o cachorro não sossegou enquanto não foi até o homem, que, sentindo alguém se aproximar, abriu os olhos e sorriu. O cachorro então abanou o rabo e fez festa, e assim os dois ficaram por algum tempo. Apesar das evidências, a gente ainda teima em achar que é a espécie mais evoluída sobre a Terra.”
PEC 241: Saturno devorando seu filho
Juliano Giassi Goulart – 12-1-2016 “A reforma institucional trazida pela PEC 241 protagoniza o domínio da política monetária estabelecendo rigidez fiscal para honrar o alto gasto com os juros da dívida pública. Em síntese, mainstream está, como sempre, reservando o espaço da política fiscal de modo a desempenhar o papel de fiadora do espaço de valorização do estoque de riqueza financeira. Em todo o caso, o desmantelamento do gasto social para valorização dos ativos financeiros como pressuposto do equilíbrio fiscal irá tencionar ainda mais as desigualdades sociais e regionais no Brasil”, escreve Juliano Giassi Goularti, doutorando pelo Instituto de Economia da UNICAMP, em artigo publicado por Plataforma Politica Social, 12-10-2016.
“No Brasil, os gastos mais justos são os primeiros a serem cortados”
Entrevista – Renato Janine Ribeiro Por Rodrigo Martins – 07/10/2016 Foto: Renato Janine Ribeiro O ex-ministro aponta os perigos da PEC 241, que congela os gastos em educação, mas pondera: a esquerda precisa apontar alternativas. ‘Para universalizar o atendimento, é preciso construir escolas, contratar professores’ .
“PEC 241 é condenação de morte para milhares de brasileiros”
Entrevista: José Gomes Temporão – Em vez de sacrificar a saúde e a educação no ajuste fiscal, o ex-ministro propõe o enfrentamento à injusta estrutura tributária do País Rodrigo Martins – 10/10/2016 “é prevista uma perda acumulada de centenas de bilhões de reais ao longo dos 20 anos de vigência. “Essa decisão do Congresso é uma condenação de morte para milhares de brasileiros que terão a saúde impactada por essa medida irresponsável”, diz Temporão, em entrevista a Carta Capital. “Estamos falando de fechamento de leitos hospitalares, de encerramento de serviços de saúde, de demissões de profissionais, de redução do acesso, de aumento da demora no atendimento.”
É saudável que os índices de participação nas eleições tenham caído; estranho seria o contrário”
Gabriel Brito – 04/10/2016 Passados dois meses da confirmação do impeachment de Dilma, as eleições municipais parecem ter referendado as previsões de diversos analistas: uma forte ressaca sobre o Partido dos Trabalhadores, avanço de partidos da direita tradicional quase por inércia, um pequeno crescimento da esquerda anticapitalista e, por fim, forte taxa de votos nulos, brancos e abstenções.
Nós Erramos
Frei Betto – 28/09/2016 “Em que baú envergonhado guardamos os autores que ensinam a analisar a realidade pela ótica libertadora dos oprimidos? Onde estão os núcleos de base, as comunidades populares, o senso crítico na arte e na fé? Por que abandonamos as periferias, tratamos os movimentos sociais como menos importantes e fechamos as escolas e os centros de formação de militantes?