“PEC 241 é condenação de morte para milhares de brasileiros”
Entrevista: José Gomes Temporão – Em vez de sacrificar a saúde e a educação no ajuste fiscal, o ex-ministro propõe o enfrentamento à injusta estrutura tributária do País Rodrigo Martins – 10/10/2016 “é prevista uma perda acumulada de centenas de bilhões de reais ao longo dos 20 anos de vigência. “Essa decisão do Congresso é uma condenação de morte para milhares de brasileiros que terão a saúde impactada por essa medida irresponsável”, diz Temporão, em entrevista a Carta Capital. “Estamos falando de fechamento de leitos hospitalares, de encerramento de serviços de saúde, de demissões de profissionais, de redução do acesso, de aumento da demora no atendimento.”
Economistas rejeitam ultimato e propõem alternativa à PEC 241
Desde o final de 2014 a sociedade brasileira vem sendo coagida a acreditar que não há alternativa ao suicídio, exceto o juízo final diante dos mercados. – 07 Outubro 2016 Diagnósticos equivocados e argumentos falaciosos buscam na verdade subordinar a sociedade, definitiva e permanente, à supremacia da lógica rentista. Carta Maior, 06-10-2016.
A ex-esquerda desceu a ladeira e deixou um vácuo no espaço.
Entrevista com Bruno Lima Rocha Patricia Fachin – 05 Outubro 2016 No cenário da atual crise política, era esperado que o número de votos nulos, brancos e abstenções “seria gigantesco”, mas o “volume” total desse tipo de votos nas eleições municipais deste ano “foi surpreendente”, avalia Bruno Lima Rocha à IHU On-Line. Para ele, esse dado “não implica necessariamente em adesão a uma tese rebelde, mas sim um potencial de trabalho no sentido da desobediência civil e posições de resistência diante da retirada de direitos coletivos”.
As notícias sobre a Síria deixam-me confuso, muito confuso.
Os vídeos do suposto ataque químico a Ghuta form usados como argumento para legitimar o envolvimento da comunidade internacional na guerra civil síria. José Vieira – Lisboa, 26/09/20016 A situação na Síria está realmente confusa. Qual a versão verdadeira? A do Presidente Assad, ditador e bombardeador de seu povo? a dos Americanos sedentos de petróleo do Médio Oriente e Ásia Central, e de vender armas aos árabes, empoderando sempre mais Israel? a dos Russos, que não querem perder sua influência geopolítica e econômica na Região? a dos Curdos, milhões sem pátria espalhados pela Síria, Turquia, Iraque? a dos jihadistas e sobretudo do Estado Islâmico, com sua barbárie horrorosa e explícita? – (Nota da Redação)
Cadê os Omeletes?
Frei Betto – 24 de Setembro de 2016 “O remédio adotado por Dilma na virada do seu primeiro para o segundo mandato foi amargo, e agravou a situação econômica brasileira ao transformá-la em recessão. O baixo crescimento da economia se converteu em profunda depressão, a maior desde a década de 1930. Agora, o governo Temer aprofunda as medidas restritivas iniciadas por Dilma em seu segundo mandato. E o que é grave, sem uma estratégia de longo prazo para o Brasil, dependente apenas de meras táticas fisiológicas para acomodar aliados na máquina estatal e recolher dividendos eleitorais.”
Ingrid Betancourt: “O que surpreende não é que se assine a paz, mas que haja pessoas que votem não”
Ex-candidata presidencial, sequestrada por mais de seis anos pelas FARC, comenta acordo e plebiscito Javier Lafuente – Bogotá 24 SET 2016 Foto: Ingrid Betancourt, em Genebra. Em 24 de agosto Ingrid Betancourt (Bogotá, 1961) recebeu, por intermédio de alguns dos negociadores do Governo em Havana, a notícia de que haviam chegado a um acordo de paz com as FARC. Por mais que o esperasse, Betancourt, ex-candidata presidencial sequestrada durante quase sete anos, até sua libertação em 2008 mediante a Operação Xeque-Mate, admite que não pôde conter a emoção.
Pedro Casaldáliga, o bispo que enfrentou a ditadura em nome dos índios
Pedro Casaldáliga se tornou uma referência internacional na luta pelos direitos humanos Lucas Ferraz (Agência Pública) – 24 SET 2016 Na Foto: Pedro Casaldáliga, o bispo que enfrentou a ditadura em nome dos índios O senhor de corpo franzino, dependente da cadeira de rodas, era ansiosamente aguardado na noite do terceiro sábado de julho em Ribeirão Cascalheira, a 891 km de Cuiabá, no nordeste do Mato Grosso. Pela primeira vez, a presença de dom Pedro Casaldáliga na Romaria dos Mártires, que ele criou há 30 anos, era uma incógnita.