Medida que reduz proteção a terras indígenas foi articulada por Nabhan Garcia

Por Bruno Stankevicius Bassi – 28 de abril 2020. Foto: Bolsonaro, a ministra da  Agricultura Tereza Cristina e o Secretário de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura,  Nabhan Garcia, o que”destila ódio aos Índios”. Ele quer ser ministro da Agricultura –  DAQUI. Ao lado do presidente da Funai, o secretário de Assuntos Fundiários destacou em vídeo sua participação em projeto que retira 237 terras indígenas pendentes de homologação de plataforma fundiária; líder da UDR quer ser ministro da Agricultura. Publicada no Diário Oficial da última quarta-feira (22), a Instrução Normativa nº 9/2020 da Fundação Nacional do Índio (Funai) promove uma reviravolta na política indigenista. Ao lado do presidente da Funai, o secretário de Assuntos Fundiários destacou em vídeo sua participação em projeto que retira 237 terras indígenas pendentes de homologação de plataforma fundiária; líder da UDR quer ser ministro da Agricultura. 

A questão não é “vida ou economia”, mas “ou outra economia ou não teremos vida”

As lutas não fortalecem o exército, mas o mercado, como regulador supremo de todas as realizações e juiz sobre os que devem viver e os que devem morrer. Bruno Reikdal Lima – 26/03/2020 –  Imagem: Daqui Foi Weber quem escreveu que “quanto mais o mundo da economia capitalista moderna segue suas próprias leis imanentes, tanto menos ele é acessível a qualquer relação imaginável como uma ética religiosa de fraternidade. Quanto mais racional e, portanto, impessoal se torna o capitalismo, tanto mais ocorre isso”.

O perfeito desastre para o capitalismo do desastre

  Leonardo Boff – 20/03/2020 – Imagem: Daqui “Aqui se mostra a plena consciência de que uma economia só de mercado, que tudo mercantiliza, e sua expressão política o neoliberalismo são maléficas para a sociedade e para o futuro da vida”, escreve Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor.

Generais Santos Cruz e Santa Rosa: Brasil deve ficar neutro em conflito

Brasil é importante para somar sua voz à comunidade internacional que se manifesta pelo equilíbrio, pelo bom senso e pela desescalada do conflito. Chico Alves -Colunista do UOL – 05/01/2020  Foto: General Carlos Alberto dos Santos Cruz/ Imagem: UOL Depois do general Sérgio Etchegoyen comentar ao jornalista Tales Faria o ataque americano que matou o iraniano Qassim Suleimani, dois outros generais falaram à coluna sobre o assunto. Maynard Santa Rosa e Carlos Alberto dos Santos Cruz, ambos ex-integrantes do governo do presidente Jair Bolsonaro, defendem que o Brasil deve manter a neutralidade em relação ao conflito entre Estados Unidos e Irã. Ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência, Santos Cruz afirma, em texto enviado à coluna (leia a íntegra abaixo), que estimular a resolução pacífica dos confrontos é uma tradição brasileira. “Qualquer posicionamento, nesse caso, fora da neutralidade e imparcialidade é falta de noção de consequência e irresponsabilidade”, escreveu ele.

Duas vidas do neoliberalismo na América Latina

 Luiz Filgueiras  Publicado 09/12/2019 Foto: Augusto Pinochet e os “Chicago Boys” que assessoraram sua política econômica – Daqui Nos anos 70, modelo difundiu-se prometendo mais “liberdade”. Desigualdade evidenciou seu fracasso. Mas voltou e, mesmo esgotado, busca perpetuar-se pelo autoritarismo. Chile e Argentina mostram que nova onda pode ter fôlego curto

Desigualdade rouba até 18 anos de expectativa de vida na América Latina

Cientistas mapeiam pela primeira vez a magnitude das disparidades em seis grandes cidades da região JAVIER SALAS – 11 DEC 2019  Foto: Daqui Uma mulher que mora em uma das áreas menos favorecidas de Santiago viverá 18 anos a menos do que outra mulher que more na mesma cidade, mas em um bairro mais abastado. A vida dessa mulher — e de muitas outras — será quase duas décadas mais curta por culpa das brutais desigualdades da capital chilena, que por esses dias protagoniza numerosas revoltas contra seu Governo com essas injustiças como principal argumento.

Por parte de pai, negros escravizados. Por parte de mãe, senhores escravistas

“…após a promulgação da Lei Áurea, em 1888, o então ministro da Fazenda Rui Barbosa, o “Príncipe dos juristas do Brasil”, ordenou a queima de documentos relativos à posse de escravos. O efeito colateral foi apagar boa parte dos dados disponíveis sobre pessoas escravizadas no Brasil”: assassinato da História dos africanos no Brasil. Gil Alessi – São Paulo 19 Nov 2019 Foto: Daniel Fermino da Silva com a imagem da sua árvore genealógica na tela do celular / R.CHICARELLIOs ancestrais de Daniel Fermino da Silva, 40, seguravam a chibata e também apanhavam no tronco. Traficavam escravos e também faziam a tenebrosa viagem da África para o Brasil nos porões dos tumbeiros, os navios negreiros. Daniel Fermino da Silva foi atrás da sua árvore genealógica e se deparou com os dois lados da herança escravocrata brasileira. Sua pesquisa é uma exceção, pois documentos relativos à posse de escravos foram queimados após a Lei Áurea

Revolta contra Igreja Universal gera morte e crise diplomática em país africano

João Fellet – @joaofellet – Da BBC News Brasil em São Paulo – 4 novembro 2019 Direito de Imagem: IGREJA UNIVERSAL – DIVULGAÇÃO – Image captionPolícia Militar interveio para conter a depredação de templos da Universal em São Tomé e Príncipe A cúpula da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) tenta conter uma revolta popular que provocou a depredação de vários templos da igreja e a morte de um adolescente em São Tomé e Príncipe, um dos 23 países africanos onde a denominação brasileira está presente.

COMO BARROSO, FACHIN E FUX BLINDARAM A LAVA JATO NO STF

João Filho – 06/10/2019 Os ministros do Supremo Tribunal Federal, Roberto Barroso e Luiz Fux. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil. QUANDO SERGIO MORO e os procuradores da Lava Jato gravaram e vazaram ilegalmente a conversa entre o ex-presidente Lula e a então presidente Dilma, eles sabiam que estavam cometendo um crime, conforme revelou reportagem da Folha de S. Paulo em parceria com o Intercept.

Nosso coração amazônico

“O Sínodo da Amazônia é um grande chamamento em favor da reconciliação do homem com a natureza mediadora de sua condição humana”. José de Souza Martins – 08/10/2019 – Foto: Vatican News “O Sínodo da Amazônia é um grande chamamento em favor da reconciliação do homem com a natureza mediadora de sua condição humana”. O artigo é de José de Souza Martins, sociólogo, pesquisador Emérito do CNPq, membro da Academia Paulista de Letras. Entre outros livros, autor de Fronteira – A degradação do Outro nos confins do humano (Contexto). O artigo nos foi enviado pelo autor e a sua publicação é autorizada por ele.