Nicolelis insiste em lockdown e teme que país atinja 500 mil mortes no meio do ano

Para cientista, “quem deveria criar nossa estratégia de defesa renunciou ao papel de defender a sociedade” Brasil de Fato, 22-03-2021. Na Foto: Vacinação em São Paulo: para cientista, é preciso ‘fechar’ a região metropolitana e a capital. Segundo ele, o país todo ‘colapsou’ / Rovena Rosa/Agência Brasil. “Se nada for feito, afirmou, o país poderá atingir 500 mil óbitos no meio do ano.” S. Paulo acaba de fechara vacina em drive-throu

“Teremos o março mais triste de nossas vidas, e abril será muito grave”

    Deustche Welle – 22/03/2020 Margareth Dalcolmo, da Fundação Oswaldo Cruz, diz que Brasil errou ao não negociar vacinas para covid-19 com mais empresas farmacêuticas e que atuais números indicam que situação vai piorar nas próximas semanas. “Não tivemos nenhum episódio de trombose ou embolia pulmonar com a vacina da AstraZeneca” –  Foto: Daqui

“O mundo ficou dividido entre dois modelos em disputa”. Entrevista com Esteban Actis

 Martín Canziani – 20 Março 2021  – Foto: Mohamed Hassan / Pixabay – Daqui  A China e os Estados Unidos transitam a pandemia de forma divergente. Enquanto o gigante asiático desacelerou seu crescimento econômico e se posicionou como provedor de recursos e ajudas sanitárias, os Estados Unidos sofreram de cheio o impacto do coronavírus e teve um caminho de governo, em plena pandemia, que o obriga a definir seu rumo no novo cenário internacional. Nesta situação, a pergunta pela disputa global entre as potências se torna impostergável. Para respondê-la, entrevistou-se EstebanActis, doutor pela Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade Nacional de Rosário, professor e pesquisador nas universidades de Rosário, Buenos Aires, La Plata e Católica de Córdoba, e coautor do livro La disputa por el poder global. A entrevista é de Martín Canziani, publicada por Página/12, 18-03-2021. A tradução é do Cepat.

     As teses de católicas alemãs

Na nossa Igreja, todos participam na sua missão; o poder é partilhado. Anselmo Borges – 19 março 2021 Imagem: O cartaz do movimento Maria 2.0, de mulheres católicas alemãs, que pede igualdade na Igreja. Ilustração: Lisa Kötter. …no passado primeiro Domingo da Quaresma, surgiram afixadas, nas catedrais e igrejas da Alemanha, sete teses, afirmando os princípios, o que deve ser, e contra o clericalismo, o patriarcalismo, a corrupção na Igreja.  Quem as afixou? A iniciativa pertence a um movimento de mulheres católicas, denominado “Maria 2.0”, favoráveis a mudanças fundas na Igreja Católica. Dizem assim, textualmente

Bênção das uniões entre pessoas do mesmo sexo: entre o direito e a doutrina. Artigo de Pierluigi Consorti

Pierluigi Consorti – 18 Março 2021 – Imagem: IHU  A resposta negativa da Congregação para a Doutrina da Fé é juridicamente inapropriada. Mas tanto faz. À espera de que a Igreja se liberte da jaula da moral sexual, o povo de Deus pode legitimamente rezar com as palavras do Salmo 102 e abençoar toda união de amor. A opinião é de Pierluigi Consorti, canonista italiano, professor da Universidade de Pisa e presidente da Associação dos Professores Universitários da Disciplina Jurídica do Fenômeno Religioso (Adec, na sigla em italiano). O artigo foi publicado em seu blog na página da universidade, 22-02-2021. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Isolado, Bolsonaro tenta saída da radicalização autoritária

OUTRASAÚDE Por Maíra Mathias e Raquel Torres | 19/03/2021 | Imagem: Aroeira Novas pesquisas mostram desaprovação popular à negligência frente à pandemia. Governo reage tentando dificultar lockdowns e presidente fala em estado de sítio. E mais: Planalto de braços cruzados diante da escassez de oxigênio e anestésicos.

“Essa não é a linguagem da Amoris laetitia.” Artigo de Johan Bonny, bispo da Antuérpia

Johan Bonny – 19 Março 2021 – Foto:  Daqui  Gostaria de pedir desculpas a todos aqueles para os quais este “responsum” é doloroso e incompreensível: casais homossexuais católicos fiéis e comprometidos, pais e avós de casais homossexuais e seus filhos, agentes de pastoral e conselheiros de casais homossexuais. A sua dor com a Igreja também é a minha hoje. A opinião é de Johan Bonny, bispo de Antuérpia, Bélgica. O artigo foi publicado originalmente no sítio HLN e republicado em inglês na página do Pe.James Martin, SJ no Facebook, 18-03-2021. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Mais de mil padres alemães seguirão abençoando os casais homossexuais

Jesús Bastante, – 18 Março 2021 – Foto: Daqui Mais de mil padres alemães mostraram sua inconformidade com a negativa da Doutrina da Fé a abençoar casais homossexuais, e anunciaram sua intenção de seguir levando a cabo estas práticas, que são feitas com normalidade em todo o mundo. A reportagem é de Jesús Bastante, publicada por Religión Digital, 17-03-2021. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

“Esta Igreja me assusta. De Jesus, nunca uma palavra contra a homossexualidade”. Entrevista com Alberto Maggi

Paolo Rodari – 17 Março 2021Foto: Encontro de LGBT / Daqui “E esta seria a Igreja em saída? Esta Igreja me assusta. Deveria estar sempre com as mãos estendidas, ir ao encontro dos outros e lembrar que para Jesus a verdade não é uma doutrina a ser ensinada, mas o bem a ser feito. E em vez disso sai com essas tomadas de posição”. Alberto Maggi, 75, é um dos biblicistas italianos dos mais respeitados. Em seu Centro Giovanni Vannucci de Estudos Bíblicos em Montefano, centenas de pessoas se reúnem há anos para encontrar respostas que a Igreja não é capaz de oferecer. A entrevista é de Paolo Rodari, publicada por Repubblica, 16-03-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.