A outra face da comunicação
Nos dias de hoje, os métodos de espionagem são tão sofisticados, que permitem a leitura, desde um satélite, que passa a milhares de quilômetros acima de nós, a leitura do número do chassi gravado no pára-brisas de um carro, ou o valor de um cheque na mão de uma pessoa.
Reforma do Código Penal
“Não há como não pensar em uma verdadeira reforma do Código Penal se não se enfrentar as duas questões: proporcionalidade e dignidade da pessoa humana”
Entrevista com Ivone Gebara
Seu sobrenome ecoa a revolução na América Latina. Ivone Gebara (foto) é brasileira, freira e feminista. Pertence àCongregação das Irmãs de Nossa Senhora – Cônegas de Santo Agostinho – e há décadas vive no Nordeste do Brasil, numa vida de “inclusão” no meio popular.
Livro do sociólogo Claudio Rendina vasculha bastidores da Igreja Católica
“O título do novo livro soa um tanto panfletário – o conteúdo, porém, é sério”, avalia José Maria Mayrink, jornalista, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 11-08-2012.
“Missas e ministros midiáticos, alinhados a padrões de marketing, podem destruir o sagrado”. Entrevista especial com Paulo Suess
“Exige-se, hoje, um discernimento audaz. Mas a audácia pode ser confundida com adaptações apressadas, com modernizações meramente técnicas, com a corrida atrás do sempre novo, sem consciência histórica”, alerta o teólogo.
A Assunção é uma realidade que atinge também a nós
As palavras de Bento XVI ao recitar o Angelus na Solenidade da Assunção De Nossa Senhora
Corrupto: quem tem o coração rompido
A teologia tem algo a dizer sobre a corrupção? Sim, afirma Leonardo Boff, filósofo, teólogo e escritor
Jesus e Cristo
Jesus (em hebraico Yešu`a) é nome teofórico de pessoa. Quer dizer: na sua composição entra um elemento proveniente do nome de Deus (neste caso, Yahweh, que foi como o Senhor do Universo Se nomeou a Moisés naquela célebre teofania do Monte Horeb (Ex.3,14) e um elemento do substantivo “ajuda” ou “salvação” que, em hebraico, é išu`ah.
DERECHOS HUMANOS, DIGNIDAD E INDIGNACIÓN
Los derechos humanos son la utopía del siglo XXI. Eso decía José Saramago. Y con razón. La dictadura de los mercados, que hoy gobierna el mundo, ha ido eliminando poco a poco todo rastro de democracia en su derredor, ha dinamitado la cultura de los derechos humanos, ha vaciado a estos de su fundamento antropológico, ha negado su universalidad y los has reducido a uno solo: al derecho de propiedad.
”Igreja, ouça as mulheres”
Entrevista com Benedetta Zorzi Discute-se a fuga das “quarentonas” da fé.