Trabalho escravo, quando acaba?
Em janeiro de 2004, três auditores fiscais do trabalho e um motorista foram assassinados em Unaí (MG) ao investigarem trabalho escravo em uma lavoura de feijão.
O STF vai julgar o “mensalão tucano”?
O show do julgamento do “mensalão petista” ruma para o seu final. Segundo levantamento da Folha de 30 de novembro, “os ministros do Supremo Tribunal Federal levaram 49 sessões, quase quatro meses e cerca de 250 horas para julgar os 37 réus e fixar as penas dos 25 condenados…
O valor do contraditório
Pela sua própria natureza, a política é um convite à radicalização das ideias. Afinal, é pelas veredas políticas que se conduzem os destinos das pessoas. E há políticas e políticas.
TV do absurdo
Se a TV aberta brasileira não chegou a esse estágio, já está quase lá. Se não, vejamos.
Drones: denúncia da guerra secreta
Vila Tappi, no Paquistão, alvo de bombardeio em 24/10. 3-5 mortos, 2-4 feridos, uma casa e um carro destruídos.
Jesus de Nazaré, um profeta radical?
Jesus de Nazaré, um profeta que se tornou Cristo. Jesus, o galileu de Nazaré, se tornou Cristo, filho de Deus. Como camponês, deve ter feito muitos calos nas mãos, na enxada e na carpintaria, ao lado de seu pai José.
A Argentina e a reta final da nova lei de meios
Enquanto isso, no Brasil, em nome da “liberdade de imprensa” o governo vive de cócoras perante o poder imenso da Globo, de poucas grandes redes de TV e rádio, de poucos grandes jornais e três ou quatro revistas semanais nas mãos de poucos donos de impérios da comunicação.
A Igreja e o problema fundiário no Brasil
Resposta à consulta de um pastor Metodista de São Paulo, que gostaria de saber a visão católica sobre o tema.
Cortar nas gorduras do presépio
1. Terão sido as “modernices” de um livro que provocaram conversas, ora bravas ora jocosas, com um desfecho pouco natalício: “esse Joseph Ratzinger nem vestido de cor-de-rosa será bem recebido no presépio” deste ano.
Oscar Niemeyer, a Veja online e o Escaravelho
A revista Veja se compraz em desfazer as figuras que melhor mostram nossa cultura e que mais penetraram na alma do povo brasileiro. Essa revista parece se envergonhar do Brasil, porque gostaria que ele fosse aquilo que não é e não quer ser: um xerox distorcido da cultura norte-americana.