Liberdade religiosa não é álibi contra democracia

O deputado Marcos Feliciano (PSC-SP) é uma caricatura perversa da ascensão do fundamentalismo religioso na sociedade brasileira, uma tendência que vem sendo cada vez mais explorada pela ultradireita conservadora em processos eleitorais;a esquerda, no entanto, afrouxou na defesa dos valores laicos e dos direitos civis e tampouco tem do que se orgulhar; leia artigo exclusivo de Breno Altman para o 247

Insatisfação…] Grandolar

Foto: racismoambiental Um economista brasileiro neoliberal disse há poucos dias: “A saída é frear a economia. Demitir mesmo!” Assim, curto e grosso. Outro economista, também neoliberal e brasileiro, falou: “Sem aumentar a taxa de desemprego, será difícil manter a inflação sob controle num prazo mais longo. A inflação vai se acelerar novamente.”

Chegou a hora de reunir um novo Concílio de Niceia

  Neste momento da história cristã – iniciado pela sábia e corajosa renúncia do Papa Bento XVI –, precisamos de um “novo Niceia“, uma nova tentativa para unificar o povo de Deus com coragem e criatividade.

[Novo papa] Periferias existenciais

  Só faltou Roberto Malvezzi lembrar de uma grande e significativa periferia existencial na Igreja: os cerca de 150.000 padres casados. Que deixaram o ministério, não o sacerdócio. Pessoas em geral muito bem formadas e sérias, muitos deles cheios de fé, de capacidade e de boa vontade para darem sua ajuda na Pastoral e nos vários serviços na Igreja.

Francisco

  Que coisa mágica é a vida. Estava eu chegando a Buenos Aires na semana passada para uma reunião de trabalho e jamais poderia imaginar que estivesse ali naquele dia para presenciar a mão do Espírito Santo e da história.

Os direitos humanos em mãos impróprias

Terça, 02 de abril de 2013 “Na hora do vamos-ver, os grandes partidos acharam que os Direitos Humanos (ou o Meio Ambiente, no Senado) eram moeda de troca barata. Mais importantes, para eles, são as grandes comissões.

Papa Francisco: inaugura o terceiro milênio?

  O primeiro milênio do Cristianismo foi marcado pelo paradigma da comunidade. As igrejas possuíam relativa autonomia com seus ritos próprios: a ortodoxa, a copta, a ambrosiana de Milão, a moçárabe da Espanha e outras.