Fusão do Ministério do Meio Ambiente ameaça agricultura brasileira
Erasmus Zu Ermgassen – Tiago Reis – 01/11/2018 – Foto: Getty Images/AFP/Y Chiba Manter nossa vegetação nativa tem se tornado requisito para que o Brasil se consolide como líder na produção de commodities agropecuárias. O artigo é de Erasmus Zu Ermgassen, pesquisador de pós-doutorado em cadeias de fornecimento sustentáveis na Université catholique de Louvain, Bélgica e de Tiago Reis, doutorando em ciências do uso do solo na Université catholique de Louvain, Bélgica, e trabalhou por quase quatro anos em uma ONG brasileira de ciência e conservação ambiental, o IPAM. O artigo é publicado por El País, 31-10-2018
A sobrevivência dos mais ricos e como tramam abandonar o barco
Douglas Rushkoff –07 Agosto 2018 – Foto: IHU Para os multimilionários, o futuro da tecnologia consiste em sua capacidade de fuga. O objetivo é transcender a condição humana e se proteger da mudança climática, dos grandes fluxos migratórios, das pandemias globais… O artigo é de Douglas Rushkoff, escritor, documentarista e palestrante estadunidense, cujo trabalho se concentra na autonomia humana na era digital, em artigo publicado por Ctxt, 01-08-2018. A tradução é do Cepat.
Eleição no Brasil também será escolha entre agrotóxico e agroecológico
Carlos Alberto Dória – 27 Julho 2018 – Foto: IHU “A chamada ‘revolução verde’ do 2º pós-guerra foi o ápice desse modelo de desenvolvimento que hoje se contesta. O que está em destaque, em proporções dramáticas, advém do envenenamento crescente do solo, da água e das espécies animais que se nutrem das plantas, inclusive a espécie humana, pois os agrotóxicos produzem, comprovadamente, inúmeras doenças nos organismos animais, como câncer, alterações hormonais, má formação fetal, desequilíbrios neurológicos e comportamentais, etc” – escreve Carlos Alberto Dória, doutor em Sociologia pela Unicamp, especialista em sociologia da alimentação, em artigo publicado por Le Monde Diplomatique, 25-07-2018.
O agro não é pop
Vasconcelo Quadros – 08 Junho 2018 Foto: Flichr CC Como a bancada ruralista se articula para aprovar o projeto de lei que pretende liberar o uso de agrotóxicos no Brasil e é contestado por mais de 280 entidades da área da saúdee ambiente. Mansão é ponto de encontro de políticos e empresários em Brasília. Instituto reúne recursos técnicos e financeiros para apoiar bancada. Projeto em favor de agrotóxicos foi concebido por Blairo Maggi A reportagem é de Vasconcelo Quadros, publicada por Agência Pública, 07-06-2018.
Projeto que facilita uso de agrotóxicos divide deputados e emperra na Câmara
Isabella Macedo | 05/06/2018 Foto: Luiz Nishimori apresentou relatório no final de abril. Comissão especial virou palco de bate-boca entre deputados Há quase um mês, a comissão especial que analisa o projeto que altera as regras de comercialização de agrotóxicos tenta, sem sucesso, debater o relatório apresentado pelo deputado Luiz Nishimori (PR-PR). O texto (PL 6299/2002) limita a atuação de órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) na liberação de pesticidas agrícolas, comumente chamados de agrotóxicos. Segundo o relator, a ideia é “modernizar” o processo de liberação dos produtos.