A maré de ultradireita já começa a refluir

CRISE CIVILIZATÓRIA por Lawrece Whittner, no Counterpunch –   06/07/2021 – Imagem: Mino Maccari, Mussolini (1943) Mohdi desgasta-se na Índia. Cidades turcas vencem Erdogan. Apoio a Bolsonaro despenca no Brasil. Partidos xenófobos europeus perdem espaço. Fracasso diante da pandemia e vazio do discurso anti-establishment parecem deter o neofascismo.

Marcos Nobre e a construção do pós-Bolsonaro

OUTRASPALAVRAS – CRISE BRASILEIRA Márcio Ferrari e Paulo Henrique Pompermaier – 12/04/2021 –  Foto: Marcos Nobre  / DAQUI Por que a volta de Lula areja o ambiente e sacode o tabuleiro, mas não resolve o jogo. O possível segundo turno e o papel de Ciro Gomes. A chance desperdiçada em 2013. O golpe que a ultradireita, derrotada, tentará – e como enfrentá-lo Entrevista a Márcio Ferrari e Paulo Henrique Pompermaier, na Revista Cult,parceira editorial de Outras Palavras

E se a direita brasileira também escorregar?

CRISE BRASILEIRA A derrota de Trump aproxima-se e Bolsonaro pode fracassar nas capitais, em 15/11. Uma nova conjuntura estará aberta. Para não desperdiçá-la, vale examinar em detalhes a relação entre governo, neofascismo e grande poder econômico Por Graça Druck e Luiz Filgueiras| Imagem: Benedetto Cristofani – 05/11/2020 MAIS: O texto a seguir é parte do livro O Brasil nas trevas: do Golpe Neoliberal ao Neofascismo Editora Boitempo, formato eletrônico, disponível aqui Título original do artigo: “O governo Bolsonaro, o neofascismo e a resistẽncia democrática”

O dia em que o governo perdeu as ruas

Foto: Marcelo Camargo / Ag. Brasil Antonio Martins – 16 Maio 2019 Menos de seis meses após a posse, centenas de milhares protestam contra Bolsonaro. Atos sugerem caminho para enfrentar ultra-capitalismo e ignorância, mas expõem lacuna: falta saída alternativa. O artigo é de Antonio Martins, jornalista, publicado por OutrasPalavras, 15-05-2019.

A maior mobilização da história do Brasil: desafios

Luís Alberto de Gomes de Souza – 7 Maio 201 – Foto: Romerito Pontes/ Flickr  “Onde estão projetos alternativos? Pelo momento é um enorme clamor que pode derrubar montanhas de ignorância acumulada. Mas sucedidas por quê? Esse é o momento desafiante que temos pela frente”, escreve Luiz Alberto Gomez de Souza, 

As três ignorâncias contra a democracia

Numa fase dramática da crise civilizatória, enfrentamos simultaneamente a arrogância do colonialismo, a indolência das transformações inconclusas e a perversão das fake news. Será possível mudar o mundo, ainda assim? por Boaventura de Sousa Santos Publicado 15/03/2019 – Foto: Outras Palavras Escrevi há muito que qualquer sistema de conhecimentos é igualmente um sistema de desconhecimentos. Para onde quer que se orientem os objetivos, os instrumentos e as metodologias para conhecer uma dada realidade, nunca se conhece tudo a respeito dela e fica igualmente por conhecer qualquer outra realidade distinta da que tivemos por objetivo conhecer.

Assim no Brasil como nos Estados Unidos

Pe. Alfredo J. Gonçalves, cs – 13/02/2019 . Imagem: Um país assim não tem como ser respeitado / Carcará … é assim nos Estados Unidos da América!… Os cidadãos têm o direito de se armar para se defenderem!… Que o digam os filmes de “bang-bang” desde os tempos da conquista do oeste! Ou a tragédia levada ao cinema sobre os “Tiros em Columbine”. Se o acesso às armas é livre no país de Mr. Donald Trump, por que não pode ser também em território brasileiro? É verdade que por lá, vez por outra, algum adolescente ou jovem doente ou desvairado, arma em punho, entra em determinada escola e pratica o tiro ao alvo, deixando um rastro macabro de sangue, alguns cadáveres e outros tantos feridos. 

Todos os heróis de Bolsonaro

João Filho – 3 de Março de 2019, 9h00 A CERIMÔNIA de posse do novo diretor-geral da hidrelétrica de Itaipu tinha tudo para ser uma ocasião corriqueira na agenda de Bolsonaro. O ex-capitão nomeou um general para o cargo e aproveitou o evento para exaltar os ditadores brasileiros que participaram da construção da usina binacional junto com o Paraguai. Afirmou que Castello Branco foi “eleito em 1964″ e saudou Costa e Silva, Médici e Geisel. O último ditador militar, Figueiredo, foi merecedor de um afago especial: “saudoso e querido”. Nada demais até aí. Prestar homenagens à ditadura militar é um cacoete do nosso presidente.

“Igreja vê com muito sofrimento este momento triste do Brasil”. Entrevista com D. Roque Paloschi

 REPAM – 21/01/2019 – Foto: Manifestação indígena /José Cruz, Agência Brasil Confirmando as previsões, o ano de 2019 iniciou apresentando uma realidade desafiadora aos povos tradicionais do Brasil. Menos de 20 dias após o novo governo assumir o Executivo Federal, se espalham pelo país ataques e invasões de territórios dos povos indígenas, quilombolas e camponeses. As dificuldades também são resultados de medidas tomadas pelo governo desde a remodelagem da máquina administrativa. A reportagem foi publicada por Rede Eclesial Pan-Amazônica – REPAM, 17-01-2019.

“O Brasil vai ter de jogar uma coisa muito difícil em democracia, que é manter a memória”. Entrevista com Boaventura de Sousa Santo

Camilo Soldado – 04/11/2018 Antes do  primeiro turno das eleições brasileiras, visitou Lula na prisão, onde encontrou um policial que tinha lido os seus livros. O Brasil preocupa-o. Portugal deixa-o otimista. A “inovação” portuguesa tem todas as condições para se repetir, entende. Sobre os críticos, diz que apenas o insultam, mas que não discutem as suas ideias. “No fundo, a mediocridade grandiloquente é muito grande em Portugal”