“Carta de Pedra Negra”
Nós, abaixo assinados, sacerdotes casados da Diocese da Campanha, MG, reunidos na Fazenda Pedra Negra, município de Três Pontas, com nossas esposas e filhos, considerando a conjuntura atual da Igreja Católica, em todos os cantos do mundo, fazemos as seguintes considerações:
- reconhecemos o valor do ministério ordenado na Igreja, em todos os níveis e graus, como sinal visível do único e eterno sacerdócio de Jesus Cristo;
- reconhecemos também a importância do ministério laico que, a seu modo, contribui para que Deus seja mais conhecido e amado;
- nesse sentido, louvamos o mérito de incontáveis bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, ministros e ministras ordenados, leigos e leigas engajados e tantos outros membros do ministério eclesial, que se dedicam generosa e incansavelmente à sua missão, visando única e exclusivamente o bem do povo de Deus;
- constatamos o fato de sermos, salvo exceções, preteridos no trabalho pastoral em nossas comunidades paroquiais, conscientes do enorme peso que representa, aos olhos da hierarquia católica, o fato de não estarmos exercendo o ministério sacerdotal;
- lamentamos os casos, notórios ou ocultos, envolvendo ministros da Igreja Católica, em situação de pedofilia, homossexualismo, amasiamento e tantos outros desvios, frutos de uma estrutura doentia, que maculam sua imagem em várias partes do mundo. Á luz do ensinamento divino, repudiamos tais práticas, ressalvando o valor da pessoa humana que as pratica;
- louvamos e aplaudimos a iniciativa desse encontro de hoje, que nos faz sentir em comunhão com a toda a Igreja e que nos aproxima dos demais companheiros e suas famílias, constituindo-se em ótima oportunidade de troca de experiências, partilha de vivências e convivência fraterna;
- louvamos e agradecemos a Deus pela presença, em nossas vidas, de nossas esposas e filhos, com quem formamos verdadeira Igreja doméstica, que nos fazem compreender o sentido pleno da dignidade humana;
- conscientes da missão que nos foi conferida, que jamais perdemos, colocamo-nos inteiramente à disposição da Igreja, pois sentimo-nos integrados ao povo de Deus.
Três Pontas, 01 de maio de 2010
- Antônio Tadeu de Magalhães – Gislene Pitaluga Magalhães
- Franck Dias Barbosa – Maria Izabel de Oliveira Matos
- José da Rocha Neto – Judith Bernadete Nascimento
- José Jorge Ribeiro Meirelles – Mariluce Vita Aparecida Araújo
- Luis Henrique Alves Pinto – Keyla Borges Costa
- Luis Sérgio Mafra – Marisa Gorgulho Ayres
- Marcos José de Lima – Soraia Maria Bueno de Abreu Lima
- Mauricio Inácio dos Santos – Vitória Helena da Fonseca Santos
- Osvaldo Costa – Maria Laís Mendes Costa
- Paulo César de Oliveia – Patrícia de Carvalho
- Paulo Pereira de Rezende – Lúcia Dalva Almeida de Rezende
Respostas de 111
Ilustres irmãos, Saudações no Senhor !
Congratulo-me com vossa coragem e determinação em fazerem-se ouvir, temos mesmo que continuar “tocando a trombeta”.
Mas afirmo e reafirmo: a continuar neste nível de envio de cartas, e-mails ou de escrita de livros, penso que não lograremos êxito.
Todos nós sabemos a profundidade,a extensão e a força dos préconceitos da Cúria, cimentados em formas de leis, disciplinas e até, dogmas. É como que uma “cortina de ferro”, onde a palavra de Deus nao conseguiu ainda penetrar.
Todos nós sabemos que os ministros da Cúria e demais cardeais, nunca jamais, irão tornar o celibato voluntário e admitir padres casados, por uma iniciativa própria e voluntária. Para eles isto seria destruir a tradição (e muito mais). Estão a viver uma religiosidade cristã que disto não passa: mera religiosidade, tal como viviam os santos que escolheram Barrabás e pediram que fosse crussificado o Cristo.
A Mudança só acontecerá, quando todos nós que advogamos a causa do celibato voluntário/opcional, conseguirmos fazer nosso movimento público e notório, nas praças, nas ruas, na mídia em geral. Quando alguns de nós tivermos a coragem de por exemplo, formamos um grupo de 2000 padres casados, com suas esposas e filhos, fizermos vigílias e até jejuns na praça de S. Pedro em Roma, e só sirmos de lá quando a cúria decidir, pelo menos debater o tema num concílio mundial.
Vamos à luta !
Campos de Sousa
Participei desta primeira iniciativa como padre casado da Diocese da Campanha. Foi um momento ímpar na minha vida e na vida de minha esposa. Um encontro louvável e salutar. Creio também que ações mais incisivas deverão ser tomadas. Mas é de pequenos passos que caminhamos rumo à edificação consistente e frutuosa de um futuro mais promissor para nossa Igreja. Talvez não sejamos nós, esta geração de padres casados, que iremos desfrutar de aberturas e diálogos com Roma. Porém, muitos se lembrarão de nossa coragem e ousadia e irão louvar nossos nomes inscritos no durão chão da desigualdade eclesiástica. Nossas pequenas iniciativas certamente irão moldar o caminho e abrir frentes para que futuros jovens vocacionados possam optar pelo celibato ou pela vida esponsal. Deus que é nosso Pai e olha o clamor de seu povo sofrido caminha conosco.
Acho que antes de tudo o homem tem uma escolha, não é forçado a se tornar um sacerdote (sacramento de Deus), ele pode muito bem se casar, mais por que vocês ex-padres só descobriram isso após serem sacerdotes, e fazer esse papal ridículo de largarem a batina…
Isso ao meu ver chama-se falta de serviço.
Prezado Pedro Henrique
não somos ex-padres, mas padres casados. E não descobrimos isso após nos ordenarmos. Pelo contrário, a vocação não está inscrita no coração do homem desde que nasceu? Papel ridículo faz aquele que não segue a sua vocação ou aquele que a nega pura e simplesmente para seguir uma lei humana. Não disse Pedro diante do Sinédrio “devemos seguir antes que Deus que aos homens?” Pois é meu irmão, seguir a Deus não é fácil. É mais fácil sim seguir a lei dos homens.Mas não foi essa mesma lei que Paulo diligentemente combateu? Não é essa a lei que mata? Lembre-se, o Espírito é vida! Agora, falta de serviço? Meu caro, ninguém pode encobrir o passado glorioso destes homens que deram parte de sua vida ao Povo de Deus. São homens que contribuiram enormemente para a construção do Reino. Devem ser respeitados pelo que fizeram e ainda fazem pela causa! E ninguém “largou” a batina. Eu pelo menos a carrego comigo onde quer que esteja. E com muito orgulho!
Sr. Franck,
Vejo que nos dias de hoje realmente fica dificil seguir as leis de Deus, com um mundo cheio de prazeres aos nossos olhos. Mais são esses obstáculos que nos fazem cada dia mais fiéis ao reino de Deus. E não concordo nem um pouco que os padres que deixam a batina ajudam na construção do Reino, pelo contrário. Um homem que tem o “dom” de consagrar o corpo e o sangue de Cristo, fingir e mentir para toda um comunidade segue os mandamentos de Deus??, como você mesmo diz “que ajudaram” na contrução do reino. Sim a vocação está no coração do homem desde seu nascimento, e sacerdotes que largam a batina com toda a certeza não seguem sua vocação e a negam para seguir leis mundanas,como diz o ditado “nadam,nadam e morrem na praia”.E me desculpe mais se o senhor ainda carrega uma batina, não devia ter um pingo de orgulho mais sim vergonha, pois chega a ofender a quem verdadeiramente ajuda na contrução do Reino de Deus.
Acompanho as matérias deste site. Gosto muito das intervenções do Padre Campos de Souza, todas muito inteligentes e profundas. A iniciativa dos padres casados de Campanha deveria ser seguida pelos padres casados de todas as dioceses do Brasil, inclusive da minha querida Belém do Pará.
Como leigo engajado, sempre fui um lutador de primeira hora contra a Lei do Celibato. Ajudei fundar o Instituto Santo Expedito para, dentro da instituição, lutar pela sua revogação. Nada consegui. Então ajudei fundar a Igreja Catolica Carismática e a situação mudou. Agora falamos de igual para igual com a Igreja -Mãe. Ela está sendo obrigada a nos ouvir porque já atingimos três milhões de fiéis católicos-romanos descontentes com a Lei do Celibato e que dela haviam se afastado. Como resposta ao nosso avanço os bispos romanos passaram a ordenar diáconos casados. É um passo, pequeno reconheço, mas um passo. É por ai
Ir alberto
Prezado Henrique
creio que nosso embate está estrapolando o campo teológico, já que o senhor não está refletindo comigo a nível teológico. Quando falo em carregar minha batina, estou falando do caráter impresso em mim por ocasião da ordenação sacerdotal. Creio que o senhor sabe que quando um padre é ordenado ele o é para toda a eternidade. Mesmo que o senhor não queira eu serei padre por toda a eternidade. A Igreja mesmo em sua teologia e direito canonico reconhece a instituição do sacramento da ordem neste nível. E vergonha meu irmão, eu teria se tivesse mentido como muitos com os quais você já ter comungado mentem! Eu e todos os padres que assumiram publicamente seu relacionamento e tivemos a coragem de pedirmos o nosso afastamento do uso da ordem nos orgulhamos de nossa postura. Quantos aviltamentos ao sacramento não estão surgindo todos os dias frutos de sacerdotes que mantem relações ocultas com mulheres, homens, crianças… Quantos problemas o nosso amado papa não está enfrentando hoje por conta da irresponsabilidade dessas mesmas pessoas. Além do mais, só para você compreender a dimensão do que diz, estou plenamente inserido em minha comunidade onde servi como sacerdote. Participo ativamente das celebrações, auxilio a equipe de liturgia e conservo as mesmas amizades que tinha quando estava no uso da ordem. Alias, belas e sinceras amizades. Quando entro na Igreja que construi segurando minha filha no colo, de braços dados com minha esposa e sento no banco para participar da celebração eucaristica, sinto um imenso orgulho de ter combatido o bom combate e de continuar minha trajetória ao lado de pessoas que vivem verdadeiramente o evangelho. Sabia que muitos ainda me chamam de padre? E gostam de me chamar assim pelo relacionamento que tivemos e temos? Fica aí meu testemunho. Você pode até me recriminar, mas creio que Deus está comigo hoje e sempre. Chegará um dia em que você irá compreender tudo isso!
Não estou aqui para julgá-lo nem condená-lo. Quem sou eu isto compete a deus. Mas, digo minhas Semanas Santas nunca mais serão as mesmas tuas palavras me tocavam profundamente e tenho certeza que eram verdadeiras. Vi muitas pessoas decepcionada por que te seguiam. O Sr os levava os padres a Deus. Hoje estão fora da igreja. O erro maior do católico e não seguir Jesus Cristo e sim o pastor. Minha opinião a respeito de padres voltarem às celebrações não faz o menor sentido e os padres que continuam o sacrifício do celibato. Que o Sr vai se arrepender muito ainda. O casamento sem sacramento não vale o Sr sabe isto melhor do que nos. Deixar de receber Jesus dói muito no seu caso e para sempre.
Querido Padre Frank assim o chamarei pelo resto de minha vida.
Padre Frank não tenho capacidade para dialogar com você no campo teológico, mas sim com um leigo, leigo mesmo não aquele que você fabricou ao logo de seus 12 ou 13 anos de sacerdote.
Mais você continua querendo aprerecer não esta carta denominada esta sendo respodinda por alquém que é pedra angular.
Sabemos como você construiu os seu anos de padre sempre usando as pessoas.
Hoje tenho a maior certeza que você quer é aparecer. Que padre casado nada você é amaciado. E juntamente com você tem outros que já estão no terceiro casamento.
Não só casou com a igreja, mas já tiraram mulheres de seus lares e já deixaram e vem com esta bandeira de padres casados.
Comunidades inteiras são enganadas pelas palavras e você tem o dom da palavra, mas também tem o dom tentar enganar as pessoas a te seguir.
Tenho a certeza que voce vai continuar tentar ser um explorador de Deus. Não falando que você tem todo o perfil de explorador de Deus e do Povo. Mais você está querendo parecer politico.
Olha é a primeira vez que visito esse site e gostei muito.!
Sou plenamente contra o celibato, acrdeito que Deus criou o homem e a mulher para viverem juntos e juntos formarem uma familia.
Um Padre pode muito bem trabalhar pro Reino de Deus e ter sua própria familia.!
Desculpa prezado irmão Henrique, mas acho que você é muito radical. Se essa é a palavra certa você tem que ver que Deus fez o Homem e a mulher para viverem juntos. O celibato não faz dele mais ou menos Padre. O que faz dele mais ou menos padre é o amor para servir o reino de Deus.!
Sr. Franck
Nunca chegaremos a lugar nenhum, eu com meu modo de pensar e vocês que se dizem padres casados com outro pensamento, mais vejo que Sacerdotes que um dia amaram incondicionalmente o Cristo que pregavam seu Evangélio, estão contra a verdadeira Igreja Católica, homens que a defendiam hoje são contra. E em relação a problemas na igreja esse movimento seria só mais um, do memsmo modo que hoje você entra na igreja que ajudou a contruir e vê pessoas que o acolhem, a pessoas que se sentem mal com sua presença, Igreja é casa de Deus de dentro dela não podemos espulsar nem um cachorro!!!. Então eu percebo que realmente vocês precisam arrumar algo mais importante pra fazer.
Gostaria de começar dizendo Sr. Pe. Frank que o senhor não é casado….pois nunca poderia receber este sacramento. É apenas amasiado..onde os leigo são discriminados não podendo nem receber o corpo de CRISTO. Quantas pessoas estão nesta situação e as vezes tem reelacionamento muito mais digno que muitos casados por aí. A maioria respeita e faz o sacrificio de participar da missa sem receber JESUS. Agora o sr, arrumou esta amante casada já tendo filhos…..indo totalmente contra a nossa mãe Igreja. Ainda fala em terminar o celibato…..Para bagunçar mais ainda nossa Igreja. Voces ja tem filhos demais pra cuidar dentro da igreja.Outra coisa ninguem os obrigou a dar o sim pra DEUS,…quantas chances teve para desistir…principalmente quando estava no seminario..lembra de suas duvidas?…mas seu ego falou mais alto nao foi? queria ser sacerdote para obter estatus….Tenho pena de seus pais pela decepçao dada a ELES…..que DEUS os abençoe….
Boa noite Pe Frank,
Primeiramente quero deixar claro que lhe chamo de padre porque o sacramento da ordem é indelével, mesmo que haja um rompimento unilateral entre as partes.
Gostaria, se possível, que o senhor, me colocasse a par do que a Igreja diz sobre o que é casamento(sacramento/sinal) e o que é um relacionamento chamado de amasiado.
Segundo a enciclopédia Wikipédia a palavra significa:
* Casamento, casório ou matrimônio é o vínculo estabelecido entre duas pessoas, mediante o reconhecimento governamental, religioso ou social e que pressupõe uma relação interpessoal de intimidade, cuja representação arquetípica são as relações sexuais, embora possa ser visto por muitos como um contrato.
As pessoas casam-se por várias razões, mas normalmente fazem-no para dar visibilidade à sua relação afetiva, para buscar estabilidade econômica e social, para formar família, procriar e educar seus filhos, legitimar o relacionamento sexual ou para obter direitos como nacionalidade.
Um casamento é frequentemente iniciado pela celebração de uma boda, que pode ser oficiada por um ministro religioso (padre, rabino, pastor etc.), por um oficial do registro civil (normalmente juiz de casamentos) ou por um indivíduo que goza da confiança das duas pessoas que pretendem unir-se.
*Amasiado – Sinônimos: juntado ficante amancebado .
(dicionário informal)
Esta é a visão de uma enciclopédia e de um dicionário, agora gostaria de saber qual é visão da Igreja,se possível?
Obs.: Sou casado, a quase 9 anos e o senhor foi uma das testemunhas qualificadas pela Igreja (como padre) que testemunhou meu casamento. Acho que sua decisão deve ter sido muito difícil,e respeito sua escolha, o senhor foi “homem” de assumir seu relacionamento, mas também achei desnecessário o nivél de escandalo que o senhor criou, principalmente para fiés que não têm a base consolidada, continuando aqui em Três Corações.
Infelizmente como pastor ordenado que já foi, sabe que muitos ainda não estão preparados para escandalos, pois têm a fé pouco alicerçada e isto pode e deve ter mudado(confudido) suas cabeças.
Também acho que colocar as desculpas de algo “errado”, (que “provavelmente” não está certo) mostrando exemplos de culpas de outros padres,também não é uma boa idéia.
A pergunta que fica é seguinte:
Hipótese não real
“Se” eu fiel (leigo), ministro extraordinário da Sagrada Comunhão, casado, com um filho lhe pergunta-se em um confessionário (antes de lhe ser tirado este direito), que queria me separar porque estou infelz em meu casamento e achei a mulher da minha vida só que ela já foi casada na Igreja assim como eu e que vamos começar uma nova família e que estou saindo de casa.
Sobe a luz da palavra, a luz do evangelho o que receberia de resposta sua, como pastor ordenado, e a príncipio conhecedor das notícias de Deus para o estabelecimento do Reino de Deus já aqui na Terra, no mundo?
Disse Jesus: “Quem não tem pecado que atire a primeira pedra”. Em relação ao texto concordo, discordo. Aceito, rejeito e assim vou passando meus olhos por essas linhas que não sei nem porque resolvi ler.
Não estou aqui para defender ninguém, muito menos para julgar. Sou humana e pecadora assim como todos aqui.Acho que o que nos faz opinar é a pergunta? Isso é necessário? è realmente necessário colocar sua vida em evidência, sua escolhas? O que realmente está por traz disso prezado Sr Frank? Seria o anseio pelo perdão da comunidade e uma melhor aceitação de sua condição atual. Se é isso meu amado irmão em Cristo, não espere. As pessoas são pequenas demais para aceitarem o outro assim como ele é, humano. E em se tratando de padres então, todos esperam a perfeição, a santidade. Viva sua vida, com sua família, fazendo o bem. Eu no seu caso iria mesmo para outo canto, onde poderia ser um anonimo, não por fuga, pois não é o caso, mas para evitar desagradáveis comentários, que sempre surgem. Quanto ao celibato: Não acho que a Igreja deva abrir mão disso. Existe já como mencionado acima o espaço para os diáconos, isso já é uma grande coisa. Não sei se fui bem clara, acho que não, mas acho que o que queria falar foi dito. Resumindo acho que a Igreja perdeu um grande sacerdote que num momento de fraqueza deixou-se dominar pelo coração,pela carência e quem sabe também não tenha sido pela falta de reconhecimento dos fiés que cobram de mais e pouco fazem pela sua comunidade e por seus padres. Para aqueles que como fi dito acima se espelharam em vc e que com sua saída caíram, que possam aprender a se espelhar no Cristo que foi capaz de se dar em uma cruz. Acho também que a Igreja deve investir na formação dos seminaristas de maneira profunda mesmo e que possam dar a eles suporte em todas as situações. Assim como alguém que casou-se e não se sentia completo, feliz, realizado separou-se, o padre tem o direito de buscar sua felicidade. Só não concordo querido frank com a luta por mudanças desse tipo na Igreja, assim como não concordaria se o pedido fosse para se permitir segundas e terceiras uniões. Enfim, acima de tudo, sabemos, que quem rege a Igrja é o Espírito Santo de Deus, e que Ele sabe verdadeiramente o que deve e o que não deve. Fiquemos todos em Paz!
Pe Frank……..porque o silêncio………vamos dialogar…….
Querido Pe. Frank, não dê ouvidos a essas pessoas mal amadas que só querem denegrir a sua imagem. Eles não levam em conta o longo tempo de serviço pela causa do Reino onde o senhor atuou de forma impecável. Quanta coisa boa o senhor fez nos muitos corações de nosso povo.
Jamais iremos esquecer de tudo isso. Sua opção chocou inclusive a mim. Contudo, será que não temos que ter um olhar de misericórdia para com todos inclusve o senhor? Não foi isso que o senhor Jesus nos ensinou? Devemos odiar o pecado mas sempre acolher o pecador? Meu abraço e meu carinho!
Quando vocês presbiteros entraram no seminário, sabiam que nunca poderiam casar, pois a vida sacerdotal hoje exige o celibato, mas com o passar do tempo se cria uma mentalidade de que se pode ter casos, por fora do ministério, e depois ordenam e deixam seu ministério esquecendo de toda formação que receberam e de todo o gasto que deram a igreja e ao povo santo de Deus.
Deixar o ministerio e exigir da Igreja uma posição da Igreja para que sejam reconhecidos juntamente com essas mulheres que supostamente foram colocadas no lugar da santa Igreja de Roma, um reconhecimento para que sejam reconhecidos. Acordem para a realidade, agoras vocês são leigos e nada mais.
Bruno…parabens. Você disse tudo que eles precisavam ouvir. A gente não consegue engolir esta de enganar nossa Igreja. O povo de DEUS realmente financia estes falsos padres.
Revmo Pe. Franck,
a liberdade é um direito de todos. Se espera que cada pessoa tenha a maturidade suficiente, conforme sua idade, para usá-la. Agora lhe pergunto: quando o sr. foi ordenado não teve liberdade para escolher ou não tinha maturidade para sua idade? Também espero que me esclareça: que igreja construiu, a de pedra ou a comunidade viva? A sua decisão de residir na paróquia que atuava está em sintonia com a caminhada da igreja que construiu ou está sendo pedra de tropeço para os pequeninos do Reino? Outra coisa: o sr. começou a ter envolvimento marital com sua companheira depois que deixou o ministério ou levava vida dúbia, isto é, vivia na paróquia como padre e se encontrava às escondidas com tal pessoa (vida de amásio como condena no ponto cinco da carta que assina)? Ainda desejo um esclarescimento: no seu conhecimento teológico que tem, a Igreja na sua orientação diz que amasiados levavam vida louvável? Como fica os seus ensinamentos, principalmente nas cerimônias que assistia, quanto o valor e a dignidade do sacramento do matrimônio?
Pe. Franck, não desejo esses esclarescimentos para afastá-lo da Igreja, mas para que reflita mais sobre suas atitudes.
Oi pe. onde estao suas respostas teologicas?……estamos aguardando….
Revmo Pe. Franck…
Sou “contra o celibato”,mas tenho que concordar com minha nobre colega Marta quando ele diz:”ninguem os obrigou a dar o sim pra DEUS,…quantas chances teve para desistir…principalmente quando estava no seminario..” Concerteza quando estão no seminario são colocados a par de todas os “sacrificios” que teram que fazer e este é um deles de não ter mulher,sabemos que por vezes voces se sentem só,também precisam de carinho,atenção e amor,mas ai que ta a questão voces ja sabiam que ia ser assim e tiveram talvez a chance de desistir mas não desistiram.
Sabemso que uma vez padre sempre padre então agora não adianta mais pois se voce ja disse o seu sim sinto muito em informar mas tarde demais.
Pe sabe também o qe acho!Que o seu sacerdócio não foi por vocação,poi quando se tem vocação não se fza esse tipode coisa,o Sr pode ate ter sido muito importante enquando ainda ” era Sacerdote”,mas mesmo sem conheçe-lo tenho certeza qe muitos fieis se afastaram da igreja por causa disso,assim como muitos estão se afastando por causa dos Padre pedofilos,voces ajudaram salvando almas,pregando o amor de Deus mas mancharam o nome da igreja fazendo o q foi dito acima não sei se é verdade mas infelizmente arrumar uma mulher ja casada com filhos é uma poca vergonha além disso voce pode ate ama-la mas fez ela pecar fez ela cair em adultério.
È por essas e outras qe as igrejas evangelicas e muitas outras pessoas dizem que a igreja catolica é uma “farça” e infelizmente algumas vezes temos que concordar.
Também concordo que os seminaristas deveriam ter mais ensinamentos sobre o celibato para não cometer o mesmo errod e alguns e para não sujar mais o nome da nossa igreja.!Não falando isso para julgar esses que desistiram do sacerdócio mas para alertar que nossa igreja tem muitos problemas.
Uma vez Padre sempre padre,mas voltar a ser padre depois de largar a batina é muita canalisse.
Fim do Celibato Já!
Deus Diz Basta! Fim do Celibato Já!
Em nome de Jesus!
Pela vontade de Deus!
Pelo direito ao dom da sexualidade!
Pelo casamento dos padres!
Pela readmissão dos padres casados!
Pela ressurreição da santidade na Igreja Católica Apostólica Romana!
1. A Vontade de Deus, desde o princípio da criação, é que o homem tenha uma esposa:
E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora idónea para ele.
Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. Génesis 2.18,24
2. Deus deu ao homem uma dádiva: o dom da sexualidade, o qual, nenhuma instituição humana ou divina pode anular ou inibir – é um direito do homem, dado pelo Senhor Deus Todo-Poderoso. A sexualidade, é um dom divino irrevogável, e, inalienável. O Clero não deve discriminá-lo ou proibi-lo.
3. O Senhor Deus, ao criar homem e mulher, instituiu o casamento, para que o homem pudesse desfrutar do dom da sexualidade, numa relação saudável com uma mulher. O casamento é pois, uma instituição e um mandamento divino, Jesus Cristo mesmo o afirmou:
Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?
Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou
não o separe o homem. Mateus 19.4,5,6
4. Jesus Cristo ao chamar os seus 12 apóstolos, NUNCA obrigou-os a serem celibatários. E deixou claro que o celibato deveria ser VOLUNTÁRIO (opcional):
Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.
Ele (Jesus), porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido.
Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o. Mateus 19.10,11,12
5. Os Apóstolos NÃO estabeleceram o celibato obrigatório, como se vê nestas palavras de São Paulo:
Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?
Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor. Esta é minha defesa para com os que me condenam. Não temos nós direito de comer e beber?
Não temos nós direito de levar connosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas (Pedro)? 1ª Coríntios 9.1,2,3,4,5
6. O Vaticano e a ICAR, ao impor o celibato obrigatório aos seus clérigos, está:
a) A Ferir e a violar, o direito inalienável de um homem sacerdote, desfrutar do dom da sexualidade, dado por Deus a todos os homens, sem distinção nem discriminação:
“Seja bendito teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores, e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; embriaga-te sempre com as suas carícias”. Provérbios 5:18, 19
b) Reprimindo o dom divino da sexualidade. O que é um erro, pois este dom tem de ser exercitado em santidade, e não reprimido. Foi criado por Deus para o homem, é-lhe intrínseco e natural, é um dom de Deus irrevogável:
“Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”. Romanos 11.29
c) A Ferir de morte o mandamento do sagrado matrimónio, instituído pelo próprio Deus, desde o princípio:
E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne.
Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto,
o que Deus ajuntou não o separe o homem. Mateus 19.5,6
d) A pecar por abuso de autoridade eclesiástica, pois esta lei do celibato é de homens, e não tem a aprovação de Deus, ela muda (adultera), o ensino e a vontade dAquele que é o cabeça e chefe da Igreja: Jesus Cristo.
e) A Vincular (de forma equivocada e não cristocêntrica – não cristã), a obrigatoriedade de ser-se celibatário, com o exercício da vocação eclesiástica, ou do chamado divino para o homem, quando o próprio Cristo não o fez, nem o faz:
“Cada um fique na vocação em que foi chamado.” 1ª Coríntios 7.20
f) A Impedir que homens e mulheres, possuidores de um chamado genuíno de Deus, exerçam e desenvolvam sua vocação eclesiástica, pelo fato de serem casados – frustrando assim, o propósito de Deus em suas vidas.
g) A forçar uma sublimação da sexualidade, por parte de seus clérigos, levando-os a desvios sexuais tão imorais e reprováveis tais como: pedofilia, lesbianismo, fornicação, adultérios, amaziamentos, incestos e, homossexualismo.
h) A ferir de morte, a santidade da Igreja de Cristo, pelo adulterar do mandamento divino(ao impedir o casamento dos padres), e pelos pecados sexuais cometidos pelos clérigos, devido a disciplina do celibato.
Por todas estas razões, Deus Diz Basta!
Fim do Celibato Já!
E nós, cristãos católicos e não católicos de todo o mundo, apoiantes do movimento Deus Diz Basta! Fim do Celibato Já!
Solicitamos que S.S. o Bispo Joseph Ratzinger, decrete o fim do celibato obrigatório, e que a ICAR admita e readmita padres casados no corpo clerical, conferindo aos mesmos, o direito de exercitar plenamente seus ministérios eclesiásticos, sem restrições e/ou discriminações.
Eu penso que os padres poderiam muito bem possuir familia, uma esposa leal e fiel, como tb filhos, e dar um belo testemunho na comunidade a qual estao servindo, penso ainda que temos que tratar com carinho estes padres que se casaram, não é a ferro e fogo que resolveremos as coisas, pois todos sao seres humanos e filhos de Deus, e gostaria de dizer ao senhor padre franck seja feliz com sua esposa, e com seus filhos a norma do celibato deve acabar
Abraços!!!
Prezados (as)
as intervenções acima tomaram uma proporção que, me parece, fogem do espírito da carta. Penso que, os “padres casados” se expressaram de maneira objetiva.
É bom que esclarecer que a “vocação é sempre histórica”; sempre se renovam os compromissos sacerdotais na quinta-feira santa. Mas como Deus, ao imprimir o caráter indelével do sacerdócio e do batismo, não nos retira a liberdade, esse compromisso pode não ser mais renovável.
Deve-se lamentar sim aqueles têm vida dúbia, são pedófilos, homossexuais…têm filhos que sequer assumem… (eu conheço vários…!). Veja como foi sábia a carta quando diz “repudiamos tais práticas, ressalvando o valor da pessoa humana que as pratica”.
Penso que deveríamos discutir aqui o conteúdo da carta e não tanto ressentimentos e posicionamentos amargurados.
Jurandir
Muito por acaso entrei neste site e aproveito a oportunidade apenas para dar um grande abraço nos meus conhecidos, amigos do tempo de seminário: Tadeu, Franck, Zé Jorge, Luís henrique, Sergio, Marcos e PC.
Fiquei sabendo antes deste encontro, por um gratificante encontro como o Luis Henrique. E achei a iniciativa muito interessante.
Frente às polêmicas aqui levantadas, confesso que não perdi tempo de ler todas, vem à minha mente algumas idéias:
– É preciso muita coragem para deixar o sacerdócio. Muita coragem mesmo. É mais fácil se acovardar e se esconder nele do que tomar esta atitude.
– Conheço em minha vida pessoas espetaculares, algumas padres, outras não, algumas ex padres, que nem por isso deixam de ser espetaculares.
– Deus nos fez livres, que Ele nos permita continuar assim, e abençoados e amados como sempre, se nos permitirmos isso, é claro.
Um grande, mas muito grande abraço a todos.
Pobres iludidos, por que acham que os padres não podem se casar? Para ter mais tempo pra sua vocação? RISOS
Isso é a Igreja que não quer perder seu lucro, otários.
FLW
Concordo plenamente com Pe w.O celibato poderia ser opcional e o padre que constituisse família seria um testemunho vivo na comunidade….É muita hipocrisia o que vivemos na Igreja…Estatisticas comprovam que pelo menos a metade do clero mantem alguma relação com uma segunda pessoa…..O que é pior é padre manter relacionamentos e continuarem a pregar contra tais situações…..Quer pior que um padre não conceder o sacramento da eucaristia a quem é divorciado e está na segunda união e mesmo levar uma vida paralela….Ah faça me o favor…Ah e qto a jogar fora o dinheiro gasto pela Igreja e pela comunidade para instrui-los , todos os padres casados que conheço deram um ótimo retorno à comunidade….Devemos levar em conta que muitos celebros da Igreja(padres altamente qualificados)deixaram a Igreja por conta dessa regra caduca….Que o Pe frank dseja muito feliz…..
CREIO QUE OS PADRES PODERIAM SE CASAR E CONTINUAR A PRESTAR UM BELO TRABALHO NA COMUNIDADE….ACHO MUITO HIPOCRISIA O ESTAMOS VIVENDO NA IGREJA…ESTATÍSCAS APONTAM QUE A METADE DO CLERO TEM VIDA DUPLA(REVISTA SUPER INTERESSANTE), A MESMA ESTISTICA APONTA QUE MUITOS CEREBROS(PADRES ALTAMENTE QUALIFICADOS)DEIXARAM A IGREJA POR CONTA DESSA REGRA CADUCA….A CONTINUAR ESSA CELEUMA A IGREJA CONTINUARÁ A PERDER POTENCIAIS ÓTIMOS PASTORES….
Como as pessoas dizem ser cristãs e não conhecem a Igreja fundada por Jesus. É lamentável. Há na Igreja Católica, não no rito latino, padres casados. Portanto, “Pe. W … (Walter)” a norma do celibato obrigatório é no rito latino. Como as pessoas com uma mentalidade relativista querem que a Igreja, a quem cabe anunciar a Verdade, ter uma postura relativista. Lembrem-se: “que seu sim seja sim e que seu não seja não”; “quente ou frio, morno vomito”.Não é possivel dizer que estar com Jesus, mas contra a Sua Igreja, que é seu corpo místico.
Parabéns aos padres pela iniciativa de deixar a batina. Isso é nobreza de caráter. Há umcaso em nossa diocese de padre que viveu maritalmente por longos anos e depois jogou a vítima na sargeta. E o pior: ele continua consagrando o Päo e o Vinho, escondendo debaixo da batina.
A vítima até onde se sabe näo conseguiu refazer a vida, enquanto o padre continua no altar.
Este ainda tem a coragem de dizer que é representante de Jesus. Continua orientando os casais… Ser padre e exercer o ministério é nobreza, mas usar as pessoas e principalmente as mulheres é sinal de muita covardia.
A sociedade precisa de pessoas como vocës que exerceram o ministério enquanto foi possível. Näo foi possível continuar e daí? Continuam pessoas importantes sim, só näo enxerga quem näo quer.
Imaginem vocës se um dia sua filha tiver um relacionamento com padre e depois ser abandonada por ele? Como vocës reagiriam? Vocës buscariam a filha na sargeta? Imagine o caso que citei.
Onde fica o caráter deste padre? a ética?
Ele fala de Deus que näo enxerga e faz isso com quem convive com ele. Francamente.
Vamos abrir mais os olhos…
AMIGO FRANCK. SEI O QUE VC PASSOU PARA CHEGAR AONDE ESTA AGORA. FORAM MUITAS PEDRAS, MUITOS COMENTARIOS, E MUITAS CRITICAS… MAIS VCS VENCERAM. SEU MOMENTO DE PADRE FOI LINDO, MUITAS COISAS BOAS VC NOS ENSINOU E AINDA GUARDO NO MEU CORAÇÃO, VIVA O MOMENTO QUE ESTÁ AGORA COM SUA FAMILIA, UMA FILHA LINDA QUE DEUS DEU PRA VCS… EXISTEM NO MUNDO PESSOAS IGNORANTES COMO ESSAS QUE JOGAM PEDRAS EM VCS, MAS SE ELAS SOUBESSEM AMAR E VER O VALOR QUE TEM UM AMOR, ELAS JAMAIS O JULGARIAM. PESSOAS ESSAS QUE JULGAM SÃO PESSOAS QUE NEM SABEM CUIDAR DO QUE É SEU E CUIDAM DA VIDA DOS OUTROS. SEJA FELIZ, AMIGO , PORQUE VC COMO PADRE TENHO CERTEZA QUE FEZ FELIZ MUITAS PESSOAS, INCLUSIVE ESSAS QUE TE JOGAM PEDRAS. VC MERECE SER FELIZ E ISSO EU SEI QUE VC TEM DE SOBRA… ADORO VC E SUA FAMILIA. QUANTO AO RESTO DESSES SERES HUMANOS QUE TE JULGAM, NÃO PASSAM DE PESSOAS INFELIZES E MAL AMADAS. VIVA O MOMENTO E ISSO BASTA. ADORO VC. ABRAÇOS.
Longe de querer suscitar reflexões e debates teológicos ou não, quero dizer que conheço quase todos os que assinaram a Carta, desde quando exerciam o ministério sacerdotal. Não há dúvidas de que contribuíram sim, com a construção do Reino de Deus…e ainda o fazem, através da família que constituiram, do desejo no coração de continuar a servir nosso único Deus, à maneira de cada um. Não posso julgá-los, ninguém pode… se estão em pecado, aprendi com o próprio Cristo a amar o pecador, não condená-lo ou rejeitá-lo… eu sou casada e só posso oferecer minhas preces, minhas e de minha família, para que Deus, que tudo sabe, que tudo vê, que conhece os nossos corações e sabe das intenções de cada um, nunca os desampare.
A regra é “Amar a Deus” e isto não se discute.
Julgar! Esta é uma qualidade, ou defeito, que todo ser humano tem e nas quais se esmera cada vez mais.
Estava “internetando” quando me deparei com uma carta denominada “Carta Pedra Negra”, um manifesto feito pelos Padres Casados da Diocese da Campanha. Fiquei surpresa com a coragem. Esta é uma situação que sempre existiu de forma extremamente velada e era preciso muita retidão de caráter para falar dela claramente já que a Igreja, integrante da sociedade, sempre foi analisada e julgada impiedosamente e seus seguidores sempre foram falhos no discernimento quanto à fé.
Seguir a Deus ou ao Pastor?
O Pastor sempre foi o mediador entre Deus e seu rebanho e sempre carregou em suas costas todas as incompreensões para com a pessoa neste exercício de Fé. O Fiel sempre viu no Pastor a presença de Deus e nunca aceitou suas dificuldades como homem, cobrando dele muito mais do que um ser humano é capaz de dar; desta forma, ser Pastor tornou-se um ministério de absoluta abnegação ou seria impossível exercê-lo.
Em nenhum momento a Palavra, que os fiéis deveriam conhecer bem, diz que um homem ou uma mulher, que decidir servir a Deus em prol da humanidade e aceitar o chamado da Fé para esse serviço de amor junto a Deus e aos homens, deverá manter-se isolado do mundo real.
Quando digo mundo real não estou querendo dizer que a vida a serviço de Deus não seja real, estou dizendo que só poderá ter absoluto entendimento de uma situação aquele que vivenciá-la. É impossível analisar e aconselhar sobre uma vida a dois quando se vive só.
O celibato é uma determinação da Instituição Católica, com o intuito de preservar seu patrimônio e, talvez, seus integrantes. Estou certa de que esta atitude da Igreja não teve o intuito de reduzir a vida de seus Pastores a uma fervorosa solidão, mas o resultado foi, completamente, o oposto ao pretendido.
Os Pastores, homens do povo e de muita fé, submeteram-se a esta vida de dedicação, certos de que cumpririam, sem questionamentos, todas as determinações impostas pela instituição.
Alguns fiéis falam sobre a atitude do Pastor ser uma afronta as orientações da Palavra, mas em momento nenhum Ela fala sobre o celibato. Fala sim, sobre fidelidade e castidade.
Em seu Índice Doutrinal a Igreja diz que encontramos citações sobre o celibato em Mt. 19,12.29; 22.30; I Cor 7,1.32-35.38; mas o que encontramos, nestes trechos, fala-nos sobre os eunucos, que eram homens fracos e impotentes e que serviam aos harens, e que não se parecem em nada com os Pastores formados por nossa Igreja. Um homem fraco não teria coragem e dignidade, o suficiente, para se assumir diante de seu povo sabendo que por ele seria julgado, sem dó nem piedade.
Imagino o quanto deve ter sido difícil para cada um desse Pastores assumirem o anverso de toda sua história.
Um Padre será sempre Padre e merecedor do nosso respeito. Esta é uma decisão difícil e desgastante. Todos entendem como um abandono, mas não vale à pena explicar melhor, só vivendo cada momento dessa mudança.
Desejo a cada um desses Pastores que encontrem a felicidade e que jamais abram mão dela devido ao não entendimento dos fiéis.
Que cada uma das mulheres que decidiu acompanhá-los nessa caminhada tenha a força necessária para vivenciar as dificuldades impostas pela incompreensão de seus semelhantes.
A fidelidade se deve a Deus, sem regras e sem cobranças, mas com um amor indiscutível… inabalável.
Parabéns a cada um desses Pastores pela atitude de imensa Fé.
Caros irmãos em Cristo!
Foi por mera coincidência que entrei neste siete, e gostava de aproveitar a oportunidade para deixar aqui a minha opinião sobre o assunto:
Eu sou católica de coração e alma e agoniza-me bastante constactar que supostos cristãos opinão com falta de ontologia, muito desrespeitosamente. Quem somos nós, para com tanta audácia e arrogância julgarmos contra quem quer que seja? Quando Deus criou o mundo, fez o homem e a mulher e disse-lhes: “ide e multiplicai-vos”!!! O celibato é uma opção e não uma lei christã. Na minha óptica o que destaca um bom sacerdote é o amor e a vocação em servir o povo do reino de Deus e não o casamento. Este pensamento é de uma mentalidade muito débil!!! Acho até, que se se podessem casar, poderiam aconcelhar melhor as famílias porque saberiam do que se trata porqeu de resto é tudo simplesmente teoria e vida marital ou conjugal é tudo menos teoria. Querem muitos de vocês dizer, que outras religioes cujos ministros cléricos se casam e exercem fazem-no com menos amor ou vocação? O que se sabe, é que os casos de pedofilis são mais raros.Nós somos todos simplesmente seres humanos e como tal não estámos isentos a falhas. Atlém do mais, todo o ser humano cresce e desenvolve física- e psicológicamente. Quero dizer, que temos a liberdade e o direito em alterarmos sejam elas quais forem a decisoes anteriormente tomadas. De outro modo, estariámos até a data apegados a escravatura, colonização, muitos supostos terroristas de ontém são hoje portadores do preço nóbel da paz (Nelson Mandela)assim como estariamos apegados ao velho testamento que alterou decisoes hoje ultrapassadas como (olho por olho dente por dente).
Tenho siplesmente pena, de a igreja católica em pleno século 21 continue tão mesquinha como é e acho que a attitude não deve ser de julgar e condenar, mas sempre uma atitude de ajuda às pessoas (neste caso, padres que se casaram ou se querem casar).
Quero ainda lembrar-vos, que o celibato só foi implementado entre 1545 e 1563 porque antes não era questão. Para melhor inforação leia o artigo abixo.
Até o Concílio de Trento, o clero regular, das ordens religiosas, conventos e mosteiros era celibatário, ao passo que o clero secular, os ditos padres diocesanos, tinham a sua família. Na medida em que os celibatários eram mais livres e disponíveis, foram-se destacando em relação ao clero secular.
Já no ano 300 d. c., quando do Concílio de Elvira, começou-se a promover na Igreja Católica, o celibato entre os padres. Neste concílio provincial (Elvira era uma cidade romana, junto a Granada) foi imposta a “continência sob pena de degradação”. Com o passar dos séculos, avanços e recuos, o celibato só seria definido como regra no concílio de Trento que se realizou entre 1545-1563.
A lei acabou por se impôr no Ocidente nunca se prolongando até ao Oriente, onde existem padres católicos que não são celibatários e são, no entanto, aceitos pela Igreja, ficando o celibato obrigatório apenas para o episcopado, isto é na Igreja Católica de rito oriental somente podem ser sagrados bispos os sacerdotes celibatários. O Direito Canônico impõe o celibato a todos os sacerdotes da Igreja Latina (C. 277).
Há várias exceções de sacerdotes casados na Igreja Latina, houve alguns papas casados (Adriano II, Honório IV), bispos casados (nas diocese da Islândia até a Reforma, o bispo Salomão Barbosa Ferraz no Brasil) e vários padres casados ordenados nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido e Escandinávia, sob autorização especial
Aos tantos que estão dizendo besteiras como “os padres não recebem o sacramento do matrimônio, não é válido, vai deixar de receber Jesus para sempre…”
os padres recebem a dispensa do celibato, e com isso, podem se casar (no SACRAMENTO), e portanto são abençoados eles e suas famílias por DEUS e podem receber a comunhão. Esse processo demorava, mas pelo que me consta hoje é mais rápido.
enfim, se Deus não condena, quem é o homem para condenar? Esta é minha única pergunta, pensem nisso.
Cara Tina,
quero destacar três pontos do seu comentário:
1- “Quem somos nós, para com tanta audácia e arrogância julgarmos contra quem quer que seja?” Você está certa, porque não somos juizes de ninguem. Por outro lado não devemos dizer que o erro do outro é certo. O erro deve ser condenado. Isto não é julgar a pessoa, mas querer seu bem. Condenando o erro a pessoa pode-se emendar, endireitar, retomar o bom caminho. Você se contradiz quando diz:”Tenho siplesmente pena, de a igreja católica em pleno século 21 continue tão mesquinha…”. Isto não é julgar a Igreja? Quem somos nós pra julgarmos a Igreja, ou melhor, o magistério da Igreja?
2- “…é que os casos de pedofilis são mais raros.” Você diz de maneira indireta que há caso de pedofilia na Igreja por causa do celibato. Só para esclarecer: pedofilia é abuso de menores, de criança. É isto mesmo? Agora lhe pergunto: Dentro das estatísticas, onde ocorre mais abuso de crianças, ou melhor, quem comete mais abusos? Pais? Padastro? Parentes? Pessoas mais próximas? Estranhos? Ou clérigos? Na maioria dos casos o homem tem uma parceira ou é casado, e não é celibatário. Então não é o celibato que induz à pedofilia, ao abuso de criança. Reveja sua posição.
3- “Acho até, que se se podessem casar, poderiam aconcelhar melhor as famílias porque saberiam do que se trata porqeu de resto é tudo simplesmente teoria e vida marital ou conjugal é tudo menos teoria.” Então para alguém aconselhar drogado ou algum dependente químico deve fazer primeiro a experiência da dependência? Para aconselhar um criminoso, antes tem que cometer um crime? Para ajudar um depressivo, primeiro tem que passar pela depressão? Então um pai nunca pode aconselhar a filha, porque ele não tem a mentalidade de uma mulher? Uma mãe também nunca pode aconselhar uma filho? Pense bem nos seus argumentos.
Quero lembrar aquela passagem do Evangelho que Jesus diz que a pessoa deve calcular primeiro se pode levar até o fim o compromisso assumido antes de assumí-lo (leia Lucas 14, 25-33).
Prezado Carlos,
quanta superficialidade em seu comentário!!!! Quer dizer que um se “deve calcular um primeiro se pode levar até o fim o compromisso assumido antes de assumí-lo”? Quanta pretensão!!! Estamos lidando com o tempo…no tempo e com o dom sagrado da liberdade! Certamente sua posição é completamente contrária a Santo Agostinho que se referiu ao pecado de Adão como “feliz culpa”, pois nos mereceu o salvador. Tb se coloca na posição do filho mais velho da parábola do Filho Pródigo…Saiba que poderemos ter surpresas, conforme o evangelho nos diz: “Senhor, não fizemos isso no seu nome???”
Certamente você conhece muito a Sagrada Escritura, pois dá ordens para a Tina, no comentário anterior, “leia”. Ora esse é um imperativo! É ordem!. Eu lhe sugiro que estude… e se um dia, por qualquer motivo, tiver de retomar um compromisso ( seja o mais simples ou o mais complexo)não lhe falte a compreensão que o seu coração, nada semelhante Àquele que julga acreditar, resiste em conceder.
Se puder ainda lhe sugerir, não mandar, no ocaso de meu ministério que cumpro fielmente há mais de 30 anos´, é que seja simplesmente compreensivo.
Boa noite e durma em paz!
Queridos padres:
Em uma pesquisa de internet encontrei este sítio “Rumos” e li as conclusões do encontro intituladas “Carta de Pedra Negra”. O assunto despertou o interesse de manejar o espaço aberto à opinião para dirigir uma mensagem de compreensão e respeito e, ao mesmo tempo, de partilha na expectativa que o leitor conheça e possa opinar também na situação inversa, isto é, aquela do leigo casado que, reconhecendo em si os sinais do apelo de Deus ao ministério ordenado, também se submete à Igreja a quem cabe a responsabilidade e o direito de convocar para receber as ordens.
É perceptível em qualquer grau do Ministério, que a Ordem supõe dedicação. Todo dia precisamos da ajuda de outras pessoas para viver com a gente, orientar, mostrar o caminho, alimentar a fé, acreditar na esperança, esperar na fraternidade. O ministro ordenado se dedica a esse serviço, vive para isso; dedicação por excelência, só a Deus. Deus amou tanto o homem que chegou a confiar seu próprio filho a nós; aceitar que ele morresse por nós. O ministro ordenado consagra sua vida para mostrar aos irmãos esse grande amor de Deus. No sacramento da Ordem, quando o bispo impõe as mãos sobre o ordinando, enxergamos a grande dedicação de Deus a nós. Por estas razões o Diretório dos Sacramentos, 208, diz que o serviço sacerdotal deve ser exercido na fraternidade e na comunhão com os presbíteros e com o bispo.
Não obstante as conclusões da “Carta de Pedra Negra” e a maturidade espiritual que se pode alcançar com a vida em família, em especial o desafio de compreender e conduzir, sob responsabilidade, a vida da esposa e dos filhos, creio que a “exclusividade” da vida para Deus seja a motivação das normas vigentes para o serviço eclesial.
Feitas estas considerações, tomo a liberdade da partilha. Sou cristão de precedência fervorosa, casado e há muito engajado em trabalhos pastorais. O exercício do ministério não ordenado, em especial o serviço como testemunha qualificada do Matrimônio e do Batismo, não obstante a contribuição ao povo de Deus, me trouxe inquietações. Tais inquietações se assemelham às que estão implícitas na “carta de pedra negra” e revelam o limite da atuação vocacional diante da norma gerando a angústia espiritual, pois a “quem muito é dado, muito será cobrado”.
Ao deixar o ministério para constituir família o padre retorna ao status de casado. Embora conserve a marca sacramental da Ordem, sua condição perante a Igreja será a de casado e, além disto, numa situação de desequilíbrio, pois para o leigo há a possibilidade de servir pelo menos como diácono nas dioceses que ministram a ordem para o diaconado permanente, portanto pode experimentar um acréscimo à sua vida espiritual enquanto que o padre casado experimenta a dor pela perda do ministério e conforme diz “carta de pedra negra”, com raras exceções, alguns exercem algum trabalho na Igreja. Partilho da angústia de vocês e penso que o serviço como diácono poderia ser restituído de forma nata, ao padre que deixar o ministério sacerdotal para constituir família. É a minha modesta opinião.
Boa noite, pessoal.
Sou o Tadeu, o primeiro nome da assinatura da Carta da Pedra Negra. Exerci o ministério durante 13 anos e o deixei há 18. Sou professor universitário atualmente.
Nosso encontro de Três Pontas foi o primeiro que fizemos. Sentimos a necessidade de nos encontrar, conhecer as famílias dos outros, aproximar-nos um pouco mais. Rezamos, conversamos, trocamos idéias. Ao final do encontro, partiu de mim a idéia de se elaborar um documento. Eu havia até levado um rascunho, que foi modificado, completado e enriquecido por todos.
A Carta não teve a intenção de ferir ou condenar ninguém. As palavras foram cuidadosamente escolhidas para mostrar uma realidade da Igreja Católica, que é dolorida, mas também para deixar uma mensagem de esperança. Sabíamos que ia provocar polêmica.
Nosso objetivo foi mostrar que os padres casados representam uma enorme parcela da Igreja, que nos sentimos Igreja em nossa vivência familiar e comunitária e que estamos à disposição da Igreja para servir sempre.
A quase totalidade dos presentes no encontro da Pedra Negra participa normalmente da vida eclesial e desempenha tarefas importantes em suas comunidades paroquiais. A esmagadora maioria dos leigos com os quais convivemos nos respeita, admira nossa coragem e reconhece nosso trabalho. Procuramos viver, com nossas famílias, os ensinamentos da Palavra de Deus e da Igreja.
Agradeço as manifestações acima. Algumas sensatas e prudentes, outras mais radicais. Elas nos animam em nossa caminhada e nos dão força para vencermos os obstáculos que encontramos no cotidiano. Jamais deixaremos de ser fiéis ao chamado que atendemos um dia e que continua a ecoar no nosso coração. Continuamos a exercer um ministério sacerdotal de forma diferenciada, com nosso trabalho, nossa palavra e nosso exemplo. E somos felizes por isso, em saber que a grande maioria do Povo de Deus compreende nossa situação.
Obrigado a vocês pela paciência. Em tempo: estamos preparando novo encontro para o final do ano!
1 Timóteo 4
Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;
Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;
Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças;
Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças.
Porque pela palavra de Deus e pela oração é santificada.
Propondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Jesus Cristo, criado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido.
Em nota de rodapé, a Edição Pastoral da Bíblia, publicada pela Paulus, explica:
Nos últimos tempos, isto é, entre a ressurreição e a segunda vinda de Cristo, multiplicam-se os mestres e doutrinas que adulteram a fé. Alguns desprezam tudo o que se refere ao corpo, condenando o matrimônio, proibindo alimentos e pregando exageradas práticas ascéticas (p. 1.531).
A Bíblia de Jerusalém comenta que “a condenação do casamento será uma das características do gnosticismo” (p. 1.647). A tradução da CNBB chama tal coisa de “ascetismo desvairado” (p. 1.557)
Por um acaso, a condição primordial para ser Padre é o celibato?
Por um acaso,quando vcs vão conversar com os padres nas paróquias,eles sempre estão dispostos?…
por que não dividir o trabalho clerical….de manha celibatarios,e de noite,casados…
eu ja escutei da boca de padre que a igreja não acaba com o celibato por causa da divisão de bens…
eu acho que se a igreja não abrii os olhos,outras igrejas catolicas abrirão por culpa da mesma por ser uma igreja muita mais clerical do que lecal….
por que essa distinção…padres são os escolhidos,vocação especial,mini reis e deuses….por favor..Jesus veio no ventre de uma mulher,no seio de uma familia…a Sagrada Familia….é muita pretenção de sees humanos,simples seres humnos quererem ser igual a Deus…
sabem quando isso vai acontecer??? nunca…………….
Jesus veio servir,e a maioria dos padres querem ser servidoa igreja diz que os padres não só representam,mas como são o proprio Cristo….mas será que ele é cristo qndo decide em cometer a pedofilia,será que é cristo qundo decide praticar o homosexualismo?………por favor,não blasfeme contra algo sagrado que é o corpo de Cristo..
O CELIBATO NÃO É CONDIÇÃO PRIMORDIAL PARA ALGUEM SER SACERDOTE
A CONDIÇÃO PRIMORDIAL É O CHAMDO DE DEUS..
E O NUMERO DE JOVENS QUE SÃO CHAMDAOS TANTO PARA O SACERDOCIO QNTO PARA O MATRIMUONI É INORME…
A UNICA FORMA DE ESPULSAR UM CRISTÃO DA IGREJA É O PADRE DEIXAR A BATINA PRA SER SACERDOTE…
ISSO É CRUEL….IMAGINA SE O MATRIMONIO NÃO FOSSE SACRAMENTO (SANTO)…
Jesus é o unico e verdadeiro sacerdote…
Olá pessoal, boa noite!
Há tempo venho acompanhando os comentários a respeito desse encontro. Entendo essa necessidade do encontro. Afinal, a amizade, a convivência, o companheirismo que o Sacramento da Ordem provoca em nossas vidas nos une independentemente da época de nossa formação. Todavia, muitos de nós mudaram de “remo” não de “rumo”, portanto, continuamos na mesma “barca” e continuaremos a avançar para águas mais profundas conforme o Senhor nos pede. Não seria este encontro um sinal dos tempos que o Senhor está tentando mostrar para o início de um diálogo a respeito dos padres casados? Muitos que manifestaram de maneira radical não conhece o trabalho maravilhoso que vocês fizeram por nossa Diocese a nível paroquial, formativo, assessorias diocesanas, sacramental, etc. Sem dúvida vocês fazem muita falta! E ainda mais: juntos poderíamos avançar muito mais para águas profundas. Parabéns! Um grande abraço.
Fabinho
Tadeu e colegas que assinaram a “Carta de Pedra Negra”, acabo de ler vossa carta de que gostei muito. O assunto é verdadeiramente quente. Tanto assim que, até agora, é o mais comentado em nosso Site: http://www.padrescasados.org .
E com que veemência! Mas,como você, eu acho esta discussão positiva. Precisamos agitar as águas da piscina da Siloé.
Sabemos bem que somos de fato “sinais de contradição”, uma pedra no sapato da hierarquia que, ainda não entendi bem com que argumentos sérios e sólidos (bíblicos, teológicos, eclesiológicos, socilógicos, antroplógiocos, éticos….)se dá ao luxo de dispensar uma mão de obra tão qualificada como a nossa. Pior, de nos considerar e tratar como sub-leigos.
Aproveito a oportunidade para lhe pedir um favor: estamos, Gilberto, Diretor de nosso Jornal Rumos, a Diretoria nacional, agora em Fortaleza, e eu, moderador do nosso e-grupo padrescasados@grupos.com.br, empenhados em atualizar nosso Catálogo Nacional do MPC (Movimeno dos Padres Casados e suas Famílias). Reparei que nenhum de vocês, que assionaram a Carta de Pedra Negra, consta do nosso Catálogo, de 1998. E, também, pelo que me consta, que também não tenho vossos e-mails no nosso e-grupo. Já estamos com cerca de 850 e queremos chegar brevemente a 1.000 e-mails, importante, rápido e eficiente meio de comunicação. Pois nos convencemos cada vez mais que temos muita vida a partilhar e que, para isso, precisamos nos conhecer, saber onde estamos e o que fazemos, cerrar fileiras para conseguirmos nossos três Objetivos Fundamentais:
1. Acolhimento e ajuda mútua;
2. Diálogo com a hirarquia;
3. Empenho pessoal e coletivo, conformes os carismas de cada um e as circunstâncias locais, no Reino de Deus que, como sabemos, é bem maios amplo do que a Igreja católica.
Você poderia me enviar os dados familiares e o e-mail desses colegas? O objetivo é inseri-los em nosso próximo Catálogo Nacional e, os e-mails, caso aceitem, no nosso e-grupo.
Uma abraço para você, Tadeu e para Gislene, e saudações fraternas para todos os subscritores da “Carta de Pedra Negra”.
Caríssimos,
Venho, através desta oportunidade, comunicar-lhes algo que penso ser de grande valia.
Sou seminarista e optei pelo celibato, mesmo não tendo ainda a ordem, e sou a favor dos padres casados se reunirem, como membros do corpo de Cristo que são, para manifestarem seus sentimentos em relaçao aos seus anseios de Igreja. Sei que o preconceito que vejo hoje em relaçao a tais irmãos se faz demasiadamente exacerbado, pois como diz São paulo: todos somos membros de Cristo. Temos liberdade em Deus e graça para tal. não vejo como não acolher tais homens em nossas comunidades, não vejo como não acolher casais de segunda união em nossas Igrejas. Jesus andava em “mas companhias”, as quais a sociedade despresava. Aqueles que neste espaço se dizem indignados de verem esses homens em nossas comunidades são Judaizantes-farizaicos, que vivem em função da lei e não do amor, e o grande mandamento é o amor. Errar, todos erram. Agora, atire a primeira pedra quem nunca errou. Desculpe, mas meu coração, que esta se preparando para o secerdócio nao pode calar diante de tamanha injustiça. Que Deus os abençoe sempre, que a luz do Espírito Santo os ilumini, para que possamos fazer do mundo a grande civilização do amor. (ninguem vive algo que lhe deixa infeliz, mas permanecer com desculpa de ser um sacramento eterno e mautratando o povo com vergonhas e devios morais, antes deixar e viver livre de sua obrigaçao). Salve Maria!
Basta de Celibato!
é um absurdo que Padres tenham que se afastar de suas atividades pastorais por conta de uma lei absurda que proíbe o homem de se aproximar do carinho , do afeto carnal tão necessário….Penso que se fosse absurdo não existiria, seríamos como cães que entraríamos no cio e pronto.
É isso aí gente! Ou um ou outro… o que não está certo é fazer as duas coisas ao mesmo tempo, ainda mais quando uma dessas coisas tem que ser escondida…
Parabéns, a Igreja tem o grande papel de servir ao povo e não o povo a Igreja, eu já fui noviço francisco e sou a favor do celibato opsional, paz e bem a todos e viva a liberdade.
SOU UM RELIGIOSO AGOSTINIANO , SEI O QUANTO É DIFÍCIO FAZER UMA OPÇÃO PARA UM GRANDE MINISTÉRIO NA NOSSA IGREJA CATOLICA APOSTÓLICA ROMANA , “CELIBATO” . MAS A GENTE SEMPRE TEM FORMAÇÕES A RESPEITO DESSA OPÇÃO PESSOAL. MAS ESPERO QUE ENTENDA TEMOS SEMPRE TEMPO DE DISERNIR O MELHOR PARA A VIDA FUTURA QUE VOCE JA TEVE A MUITO TEMPO………….
“Data venia”, estamos todos tremendamente equivocados. Ora, cada caso deve ser um caso.
Não nos envolvamos, sem mais, nesses cômodos esquemas de sabor “eclesiástico”, sejam eles quais forem: teológicos, disciplinares, religiosos ou sentimentais. Enquadrar e julgar parece fácil. Acertar é, no mínimo, discutível. Nossas situações não são idênticas e, por isso, escaparão a qualquer enquadramento irresponsável, do tipo supracitado: elas podem ser muito mais complexas do que imaginamos: não desafiam julgamentos e não se submetem a condenações. A menos que nós todos fôssemos igualmente moleques.
Confirmo o que disse.