Pentecostais e Carismáticos: uma Igreja que irrompe das bases

Por Luís Guerreiro

Os teólogos viveram, por muito tempo, alheios aos movimentos pentecostais. Não só os teólogos católicos, também os protestantes e ortodoxos. Entretanto, esses movimentos iam crescendo e tornando-se pujante força espiritual, enquanto as Igrejas tradicionais iam decrescendo ou, quando muito, se mantinham estáveis. Partindo do zero no início do século passado, eles atingiam, depois de cem anos, 500 milhões de adeptos em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, nos últimos dez anos, enquanto os católicos decresciam de 74 para 64% e os evangélicos históricos passavam apenas de 4 a 5%, os evangélicos pentecostais saltavam de 11 para 17%.

Loucos ou possuídos do Espírito?

Conforme geralmente se crê e escreve, o movimento pentecostal originou-se numa pequena comunidade negra de Los Ángeles, Estados Unidos, em 1906. O começo foi simples. Deu-se num encontro de oração, num velho armazém, dirigido por uma afro-americano desempregado, William J. Seymour (1870-1922), homem de alma e coração ecumênicos. Numa época e numa região caracterizada por forte discriminação racial, reuniam-se ali brancos, afro-americanos e mexicano-americanos pobres. Foi provavelmente este o primeiro encontro inter-racial realizado na América do Norte.

Nele tudo foi entusiasmo, acompanhado de choro, falas em línguas estranhas, danças, desmaios, visões e outros fenômenos. Os jornalistas da época, ao presenciarem aquilo, descreveram a comunidade como uma comunidade de “negros doidos”. Não entendiam o que ali estava a passarecer. A pregação não era, como tradicionalmente acontecia, exposição de uma doutrina, fazia-se com cânticos; não se apresentava um tema, dançava-se; não havia explicações, havia descrições e narrativas. Sem uma doutrina, credo ou tradição como pré-requisito, o que contava eram a experiência imediata de Deus e os efeitos curadores e libertadores que esta experiência produzia nos participantes.

O movimento pentecostal surgia assim independente e diferente de qualquer Igreja histórica. Mas não sem raízes. Derivava de um movimento americano de santificação. O elo teria sido o racista Charles Fox Parham (1873-1929). Na escola bíblica por ele fundada, o negro William J. Seymour, seguia as lições do mestre sobre o Espírito Santo, escondido atrás da porta da aula, semi-aberta.

Mas, por estranho que pareça, o movimento pentecostal não se pode considerar, como geralmente se pensa, um movimento essencialmente protestante. Assumiu muitos elementos do catolicismo, a ele transmitidos por John Wesley, fundador da Igreja metodista, e pelos movimentos de santificação. Entre outros: a doutrina do livre-arbítrio, rejeitada pelos reformadores protestantes; a estrutura episcopal, mesmo que os dirigentes não se chamem bispos; duas esferas da realidade, a natural e a sobrenatural; o batismo e a conversão; e o batismo do Espírito.

Um movimento pluralista

O pentecostalismo não é um movimento monolítico. Nem teológica nem eticamente. Nunca o foi. É pluralista. Há comunidades que batizam criancinhas, outras que só batizam adultos. Mesmo em questões de ética sexual, definição do batismo no Espírito, ética social e individual, interpretação bíblica, doutrina trinitária e cristologia, existe uma ampla diversidade de opiniões. Isto torna problemático falar duma doutrina das Igrejas pentecostais. O que as une não é a doutrina, é uma experiência religiosa. Isto se deve ao fato de elas terem assumido ritos e aspectos das culturas cristãs donde emergiram e de que os seus pioneiros tenham sido oriundos de Igrejas diferentes, trazendo consigo tradições teológicas e litúrgicas anteriores ao movimento.
Contudo, isso não obstou que no âmbito do pentecostalismo se desenvolvessem, já do início, uma teologia crítica e uma ética próprias. Mas, como acontece noutras Igrejas, os seus pontos de vista quase não penetraram nas comunidades. Há, por exemplo, teólogos comprometidos na luta pela justiça; outros defendem as Igrejas autóctones e criticam a missão por ser meio veiculador da ideologia europeia; outros reprovam o evangelismo de televisão e as curas; outros tentam demonstrar que o falar em línguas, a glossolália, é um dom natural; outros realçam a colaboração ecumênica e o combate ao racismo. Porém, ninguém se opôs às manifestações corporais no culto divino, geralmente aceitas como fenômeno bem conhecido dos movimentos de reavivamento. Não se lhes reconhece, contudo, o caráter de sinais da força do Espírito. Seriam mero fenômeno religioso. Só seriam do Espírito, quando ao serviço da paz e da eliminação das barreiras entre raças e classes, e da superação da pobreza e da opressão.

Todas as Igrejas pentecostais começaram como movimento ecumênico de despertar. Não pretendiam fundar novas Igrejas, mas reanimar as existentes. Tampouco queriam afastar-se radicalmente da sua herança teológica. Queriam, pelo contrário, dar-lhe nova vida. Falavam de uma “experiência”, um termo não bem visto no Ocidente. Queriam expressar com isso o modo como cada um se apropria das verdades bíblicas. A sua teologia deixou de ser especulativa para ser preponderantemente narrativa, pondo de lado as formulações das verdades evangélicas dominantes no cristianismo. Os pioneiros do movimento empenharam-se a sério em remover o que consideravam entulho: os credos elaborados com artifícios verbais, credos irrelevantes, ou até mesmo danosos, pois levaram o cristianismo a verdadeiros descaminhos. Como movimento de renovação, os pentecostais não aceitam o fixismo teológico, litúrgico e disciplinar, derivado da identificação de determinadas formas históricas com a verdade.
A predileção dos pentecostais pela narrativa oral e pela práxis está ligada à crença de que a experiência do Espírito, quando sujeita a uma análise discursiva, é capaz de acabar sepultada em fórmulas teológicas que não motivam os fiéis. A razão de se preferir a narrativa não é a de as pessoas simples serem incapazes de pensar em termos abstratos, mas a de que a narrativa torna as coisas presentes. A palavra falada realiza a acção.

A experiência afetiva de Deus

O iluminismo, que tem dominado o pensamento moderno, não deixou espaço para o sobrenatural. A chamada Idade da Razão reduziu a realidade unicamente ao que se pode explicar e controlar pela inteligência. É uma visão reducionista: limita o real apenas ao que é verificável experimentalmente.

A revolução pós-moderna, divergindo do iluminismo, veio abrir janelas a aspectos da realidade que escapam ao conhecimento científico. Despertou de novo o interesse pelas manifestações do sobrenatural.
O pentecostalismo lê a realidade a partir da experiência afetiva de Deus. Nela se fundem todas as percepções de espaço e de tempo. A maneira de ver o mundo dos pentecostais é teocêntrica: Deus é o centro de tudo, tudo se relaciona com Deus e Deus com tudo.
Em consequência, para os pentecostais a verdade não se restringe à razão. O conhecimento envolve o racional, a afetividade e o comportamento. Conhecer Deus é fazer a experiência dum encontro com Ele, um encontro que transforma a pessoa que o conhece. Essa transformação pode dar-se de várias maneiras: como libertação das forças demoníacas, como novo nascimento, como cura, como sublimação da afetividade, como infusão do Espírito Santo
Diz-se que esta maneira de ver o mundo supõe uma compreensão fundamentalista da Bíblia. Será? Há diferenças. Para os pentecostais, a Bíblia é, acima de tudo, um livro vivo, a palavra de Deus. O encontro com a Escritura é um encontro com Deus. O sujeito crítico desse encontro é o Espírito Santo. É Ele que une e aproxima inspiração e interpretação, fazendo com que a Escritura sirva de modelo para a leitura do mundo.

Na concepção pentecostal, o mal é uma realidade. Os pentecostais são conscientes de que há epifanias das trevas a obscurecer o conhecimento e não acreditam no ideal moderno do progresso, de que a humanidade possa resolver sozinha os problemas do mundo. Creem que o demônio é um ser espiritual e pessoal que controla a força das trevas e pode habitar nos seres humanos que se lhe entregam. Há que lutar contra ele com as armas da oração. Os exorcismos são combates onde se expulsam os males e se resgatam as pessoas do reino demoníaco para o reino de Cristo.

Um culto de forte expressão corporal

O culto pentecostal está muito centrado na vida corporal. A resposta é de todo o corpo. Sob a ação do Espírito, a pessoa apresenta-se inteira à recepção e acolhimento do Senhor. As mãos levantam-se em oração na ânsia pela sua vinda; estendem-se para tocar Jesus e para receberem o socorro e a cura; batem palmas de alegria diante das maravilhas operadas por Deus ou celebrando a sua presença. A mão direita de cada um estende-se para os que chegam a fim de se tornarem membros da Igreja. Numa palavra, existe uma grande sintonia e correspondência entre os movimentos corporais e as manifestações do espírito.

No ministério da cura, é manifesta a crença de que salvação e cura atingem a pessoa na sua totalidade. Jesus veio ao mundo para curar não só as almas enfermas do pecado, mas também as doenças do corpo. O seu toque restaura a integridade da pessoa.

Entretanto, esta correspondência entre espírito e corpo tem gerado não pouca oposição ao pentecostalismo. Os seus cultos são ou parecem sem controle, demasiadamente emotivos para quem acha ser mais coerente uma aproximação interior e racional de Deus. Mas, para quem não raciocina assim, é uma experiência única acolher de braços abertos o Deus que vem para abraçá-lo. Deste modo, a mensagem pentecostal torna-se obstáculo para uns, mas libertação para outros.

Igreja como comunhão dinâmica, participativa e policêntrica

O desafio do movimento pentecostal às Igrejas é o de ter descoberto, de maneira teologicamente nova, e o de viver, também de modo praticamente novo, o que desde sempre elas já sabiam: o sacerdócio ativo de todos os fiéis. O pentecostalismo é um testemunho claro da crença na difusão dos carismas no seio da comunidade dos fiéis. A maneira específica como cada cristão realiza o seu sacerdócio geral está fundamentada nos carismas ou capacidades individuais e específicas que cada um recebeu para servir na Igreja e no mundo. A Igreja é entendida e vivida como comunhão dinâmica, participativa e policêntrica e não segundo o padrão monolítico-bipolar: no centro o bispo ou o pároco que mandam e, na periferia, a comunidade que recebe e obedece. Este modelo tradicional de Igreja não avalia assazmente um fato eclesiológico fundamental: o de que são principalmente os chamados leigos que transmitem a fé e a mantêm viva nas famílias, na vizinhança ou no lugar de trabalho. Sem a transmissão da fé dos leigos, não existiria Igreja viva.

Há que acrescentar que, no pentecostalismo, a Igreja local é central, porque o culto, o teatro sagrado dos possuídos pelo Espírito, é o centro de toda a vida eclesial.

Movimento pentecostal e Renovação Carismática

A história ou mito de origem da Renovação Carismática Católica situa-lhe o nascimento na experiência de jovens universitários norte-americanos, durante um retiro de fim de semana, na Duquesne University de Pittsburger, Pennsylvania, Estados Unidos, em fevereiro de 1967. A partir daí, espalhou-se rapidamente entre grupos católicos de todo o mundo um conjunto de práticas que, estranhamente, reproduziam práticas pentecostais: rituais de cura, falar em línguas, ritos de libertação/exorcismo, encontros de oração sob estrita liderança de leigos, invocação e reconhecimento da presença concreta do Espírito Santo na vida das pessoas e nos encontros de oração, aversão a uma sociedade permissiva, modéstia no trajar, lugar central atribuído à experiência da conversão.

Este movimento surgiu na Igreja Católica também de baixo para cima, da base, e foi, por décadas, visto por muitos como suspeito. É que se apresentava como intérprete da necessidade de uma religiosidade imediata, em tensão com a religiosidade tradicional mediada pelos ministros sagrados; de uma religiosidade baseada não tanto na doutrina católica, mas na tradição pentecostal protestante e na teologia do Espírito das Igrejas ortodoxas. E dava demasiado protagonismo aos leigos. Talvez tenha sido por isso que só obteve o reconhecimento do Vaticano em 1993. É possível que os jerarcas da Igreja se tenham dado conta de que um menor monopólio do religioso por parte do clero traria, por si, uma maior participação religiosa dos crentes, como se verifica no movimento. Alguns deles se alegraram e acharam bom que o entusiasmo carismático ganhasse espaço, mesmo que não passasse de mero protesto contra a intelectualização e alienação de muitos cultos cristãos, sobretudo na cultura ocidental.
Constatou-se, a princípio, que a Renovação Carismática era um fenômeno da classe média. Mas hoje essa constatação parece não ter consistência. Ricos e pobres, elegantes e desvalidos lotam as missas da Renovação Carismática e mudam a face da Igreja.

Assim como os pentecostais, os carismáticos recebem o dom do Espírito Santo, falam em línguas, praticam a cura pública pelo Espírito e adoaram até a espectacularização para não serem menos que eles. No Brasil, por exemplo, alguns padres transformaram-se em megastars e enchem estádios de futebol com multidões a cantar entusiasticamente. Na realidade, tornou-se difícil distinguir os carismáticos dos pentecostais. Reunem-se em igrejas, mas, com excepção da missa, as suas celebrações não seguem uma fórmula litúrgica e são dirigidas por leigos formados em cursos e seminários. O controle hierárquico varia de país para país e os movimentos de ruptura com a hierarquia são muito raros.

No catolicismo, a existência e a autoridade da hierarquia são componentes essenciais da vida religiosa popular. É isso talvez que diferencia os carismáticos dos pentecostais. As Igrejas pentecostais não possuem uma hierarquia no mesmo sentido das católicas. Se ela existe e se existem sistemas de organização às vezes altamente centralizados, como ocorre nas Assembleias de Deus e na Igreja do Evangelho Quadrangular, eles ocupam-se principalmente de assuntos administrativos.

O pentecostalismo e as comunidades primitivas

Sabemos pela I Carta aos Coríntios que as comunidades paulinas possuíam uma estrutura carismática. Paulo detalha este modelo, dizendo que a Igreja é um corpo com muitos membros, todos vivificados pelo mesmo Espírito e cada qual com a sua função. Não existe nenhum membro não carismático, vale dizer, ocioso, sem ocupar um determinado lugar na comunidade: “Cada membro está a serviço do outro membro.”

Na comunidade de Jesrusalém, a estrutura era a da sinagoga: presidia-a um conselho de presbíteros ou anciãos.

Já nas comunidades das epístolas pastorais, atribuídas a Paulo, mas posteriores a ele, a estrutura da comunidade está centralizada ao redor de delegados apostólicos com seu presbitério, tendo sido reduzida a participação de cada baptizado. Foi este tipo de comunidade que prevaleceu. Nele o ministro recebe o poder pela imposição das mãos, o que deu origem às ordens e confere, por fim, aos ordenados todo o poder na Igreja. Esta comunidade perpetuou-se até hoje, embora esteja em contradição com a comunidade fraterna de iguais presente na mensagem de Jesus. A hierarquia clerical acumulou todo o poder sagrado na Igreja e diz ao leigo: “Tu ouve, obedece, não perguntes, faz”. É o domínio total da cabeça sobre os demais membros.

Na Igreja existem outros carismas. Ela é também construída sobre os apóstolos, os profetas e os doutores. A monopolização do poder por parte do clero empobreceu-a e sufocou e negou nela espaço aos demais carismas. Isso trouxe como consequência a rigidez, o dogmatismo, a falta de criatividade e a ausência da alegria evangélica.
Os movimentos pentecostais apresentam-se como vigorosas irrupções do Espírito a romper com esse estado de coisas. A experiência espontânea é, muitas vezes, a única manifestação religiosa possível às minorias que não têm acesso aos ministérios oficiais das grandes estruturas religiosas. Os pobres e os marginalizados, a quem os ministros das Igrejas serviam, mantendo-os, contudo, privados de poder e dignidade, assumem agora as honradas posições de liderança ministerial, especialmente mulheres e pessoas sem formação académica. Os que sempre tinham sido ouvintes, falam agora por própria iniciativa e em nome próprio. Os que nunca foram autorizados pelos líderes da Igreja, tornam-se agora as novas autoridades do Espírito. Curados das sua ignorância imposta pelos que tinham formação académica e libertados da sua sujeição a ministros ordenados pela Igreja, os que para a sociedade não eram nada e não tinham qualquer preparação teológica, ordenação eclesial ou apoio eclesiástico, são eles que deram origem ao movimento que mais cresce hoje dentro da família cristã.

O movimento pentecostal tornou-se um fator teológico e social de grande importância: deu às pessoas rosto, dignidade e autonomia. Sobretudo no Terceiro Mundo, isso teve reflexos até na própria política.

Alguns senões

Enquanto as chamadas teologias da libertação, que ressaltam igualmente a ação das bases leigas na construção da Igreja, parecem, às vezes, mais preocupadas com os assuntos e forças deste mundo, o pentecostalismo, ao invés, parece, não raro, exclusivamente preocupado com as forças invisíveis e ultraterrenas que escravizam as pessoas e as fazem doentes. Uns parecem demasiado imersos no mundo, outros, totalmente fora do mundo. Contudo, analisando as coisas mais de perto, se verificará que as teologias da libertação estão profundamente empenhadas na libertação do pecado, na conversão e na experiência de Deus. Por sua vez, o pentecostalismo vai, aos poucos, tomando também consciência, uma consciência cada vez mais viva, das forças sociais do mal que impregnam a sociedade.

Sempre existiu nas religiões a tentação de tirar proveito material da produção e distribuição dos bens espirituais e simbólicos. O pentecostalismo não se eximiu disso. Os neopentecostais, que surgiram pelos anos 1960-1970, deram-se até a pregar a chamada teologia da prosperidade, que soa como algo estranho aos ouvidos cristãos. Os seus pastores ostentam riqueza, exigem como obrigatório o dízimo, investem nos meios de comunicação como instrumento de evangelização e fazem grande publicidade dos seus rituais de cura. Segundo a sua teologia, o aumento dos bens materiais é um sinal das bênçãos de Deus. A vida em abundância que nos vem da vitória de Cristo, não é só um acontecimento para depois da morte, a vida eterna. É já também para este mundo. Está na riqueza, na saúde, no prestígio, na prosperidade. Para a contribuição obrigatória do dízimo vale a seguinte justificativa: quem dá generosamente à Igreja, será generosamente recompensado por Deus. Assim os ricos dão muito, para que Deus faça prosperar os seus negócios; o pobre despoja-se do pouco que tem, na esperança de receber cem vezes mais. Esta ideologia religiosa da prosperidade serviu para enriquecer rapidamente os pastores e não resolveu, antes aumentou, como é de supor, o problema da pobreza dos milhares de membros dessas Igrejas. É difícil que o povo não se dê conta do engano. Contudo continua a encher os templos neopentecostais. Nas assembleias, o pobre e o aflito podem ao menos cantar, dançar, tomar a palavra, dar vazão às suas emoções e sonhar com uma mudança de suas vidas para melhor, uma mudança vinda directamente de Deus.

Respostas de 3

  1. I am from India…I am Roman Catholic.I have been researching Pentecostalism, this article is the most honest and pure representation of this wonderful movement of the Holy Ghost…

    Personally, the gifts of the holy spirit, Baptism of the Holy spirit etc. have changed my Life

    In Jesus,

    Christopher

    Eu sou de Índia … eu sou romano Catholic.I têm pesquisado o pentecostalismo, este artigo é a representação mais honesto e puro deste movimento maravilhoso do Espírito Santo …

    Pessoalmente, os dons do Espírito Santo, Batismo do Espírito Santo, etc mudaram a minha vida

    Em Jesus,

    Christopher

  2. Muito bom, realmente o Deus Eterno nao está ligado a denominaçao alguma, mais sim ao povo que o busca.

  3. Bagunça…, esses pentecostais e carismáticos. Precisa -se, ler mais a bíblia, e tela como única regra de fé e pratica. Esses dons já cessaram. Muita carne, com tudo que esta acontecendo ( muito humano). Graças a Deus pelo crentes históricos reformados.

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