Realmente estamos surpresos com a notícia do falecimento de Clelia Luro, dia 4 de novembro, em Buenos Aires, esposa do falecido Bispo casado Jeronimo Podestá.
É uma grande perda para todos nós latino-americanos. Nosso Movimento perde sua grande matriarca que tanto lutou por uma vida transparente e fiel aos preceitos de uma Igreja que evangeliza as famílias e o povo de Deus.
O Movimento das Famílias dos Padres casados está de luto… e ao mesmo tempo agradecido a Deus pela convivência de uma grande mulher, sábia, determinada e que fará muita falta a todos nós.
Exatamente quando o papa da simplicidade volta-se para os grupos mais esquecidos da madre Igreja católica e romana.
Expressamos o nosso adeus dizendo: MUITO OBRIGADO, CLELIA, PELA SUA EXISTÊNCIA! QUE TENHAMOS ASSIM UM ANJO DE LUZ NO CÉU, A NOS PROTEGER E A NOS ORIENTAR NA LONGA JORNADA.
Às filhas que ficarão saudosas estamos à inteira disposição para que nossa amizade continue.
Com carinho e sentimentos.
Edson e Lúcia. E todo o MFPC do Brasil.
Casal Presidente Nacional do Brasil
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Aos Familiares da falecida e querida Clelia, os meus e os nossos mais sinceros pèsames. Sou italiano, mas trtabalhei no Rio de Janeiro e em Rio Branco – Acre, nos anos 1963/68, mas com a familia vivo na minha terra – Italia- desde o 1969. Um forte abraço e os pèsames mais sinceros.
Orlando Testi – Cesèna – Italia.
Ela foi a grande esposa, companheira e mulher, na vida do bispo Jerônimo Podestá. Poderiamos denominá-la como a primeira dama do Movimento dos Padres Casados, tendo, inclusive assumido o cargo de presidente da Federação Latino-Americana. A nossa história estará indelevelmente marcada pela sua presença. A seu modo exerceu também o profetismo…denunciou a Bento XVI algumas incongruências da Hierarquia da igreja. O seu livro “Helder, el martir que non mataron” é um documentário muito importante para a historia extra-oficial da igreja. Clélia Luro Podestá não deixou perder e registrou correspondências muito importantes entre D. Helder e o seu espôso que não era bem visto pela Santa Sé por conta de suas posições independentes. Sabe-se que Clélia, amiga pessoal do papa Francisco, foi apelidada carinhosamente por ele de ” bruxa-má” por ter profetizado igualmente a sua eleição no último Conclave: Quando Bergoglio voltou de Roma em 2005, ela teria lhe dito: Agora você voltou, no próximo não vai poder voltar.
Depois dos comentários do Almir, não precisaríamos acrescentar nada. Clelia ficará sempre na lembrança dos que tivemos o privilégio de conhecê-la. Mulher forte, ao lado de Jerônimo, marcou presença na história recente de Igreja em nosso continente. Lembro-me de nosso encontro em Curitiba (Encontro Nacional dos Padres Casados), salvo engano em 1989, quando bebemos de seu testemunho e de nossas conversas de corredor, também com Jerônimo. Nosso abraço aos familiares de Clelia. Roberto e Yvana Belleza.
Uma notícia triste, especialmente, para nós, que defendemos o celibato opcional.
Grande mulher, inspiradora.
Deus a receba.
Lamento a morte de Clélia. Uma mulher de personalidade marcante. A conheci no movimento dos Padres casados em 1989. Naquela época eu era a mais jovem esposa de um Padre. Lembrei-me de um fato muito engraçado por se tratar de um evento tão sério e eu tão inexperiente.
Estávamos no intervalo para o almoço e eu falei inocentemente a título de brincadeira que havia comido como uma mulher de padre! Logo uma outra amiga me corrigiu: cuidado, fala baixo para a Clélia não ouvir, no caso dela casada com um Bispo, terá que dizer que comeu como se fosse esposa do Papa!
Foram risos contidos e respeitosos, porém, nunca esqueci.
Que Deus a tenha na glória perpétua.
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