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Giba,
Vi, li e gostei.PARABÉNS! E obrigado pelo teu valente e pertinaz esforço por levares para a frente o nosso Jornal Rumos.
Só não gostei do artigo AMBIGUIDADES DA POLÍTICA BOLIVARIANA, de Antônio Zancanaro. É uma visão pobre e apressada, tanto da política independente da Venezuela, Bolívia e Equador e Paraguai, quanto do Programa Brasil, Mais médicos.
Aí faltou senso crítico e visão mais ampla do significado profundo da revolução bolivariana, como um sério, sofrido e heroico esforço de libertação desses nações do taco pesado e onipresente dos USA e Cia, muito ciosos de seu longo, fácil e incontestado poder e dominação na América Latina e no Caribe, denominado e tratado como o quintal dos USA.
Por isso esses países resolveram jogar outro jogo, tentando fazer um outro Polo de Poder, unindo a América do sul. No Brasil, Argentina e Uruguai e Peru, não se chegou a tanto, na radicalização, mas também há claramente um esforço sério de progressiva independência em relação aos USA: tecnológica, econômica, civil e militar.
Chile e Colômbia, por motivos diferentes, ainda continuam bastante alinhados com os USA e a aceitar acordos bilaterais com os USA.
Quanto ao Brasil, Mais Médicos, o assunto é muito mais complexo do que esses artigo apresenta. Talvez porque no Paraná o problema da Saúde pública esteja resolvida, diferentemente do norte, nordeste e centro-oeste.
JORNAL RUMOS – Ed. eletrónica n.° 232
Obrigada pelo contato.
Quero assinar o jormal.
Vou ver na página 2.
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Giba,
Vi, li e gostei.PARABÉNS! E obrigado pelo teu valente e pertinaz esforço por levares para a frente o nosso Jornal Rumos.
Só não gostei do artigo AMBIGUIDADES DA POLÍTICA BOLIVARIANA, de Antônio Zancanaro. É uma visão pobre e apressada, tanto da política independente da Venezuela, Bolívia e Equador e Paraguai, quanto do Programa Brasil, Mais médicos.
Aí faltou senso crítico e visão mais ampla do significado profundo da revolução bolivariana, como um sério, sofrido e heroico esforço de libertação desses nações do taco pesado e onipresente dos USA e Cia, muito ciosos de seu longo, fácil e incontestado poder e dominação na América Latina e no Caribe, denominado e tratado como o quintal dos USA.
Por isso esses países resolveram jogar outro jogo, tentando fazer um outro Polo de Poder, unindo a América do sul. No Brasil, Argentina e Uruguai e Peru, não se chegou a tanto, na radicalização, mas também há claramente um esforço sério de progressiva independência em relação aos USA: tecnológica, econômica, civil e militar.
Chile e Colômbia, por motivos diferentes, ainda continuam bastante alinhados com os USA e a aceitar acordos bilaterais com os USA.
Quanto ao Brasil, Mais Médicos, o assunto é muito mais complexo do que esses artigo apresenta. Talvez porque no Paraná o problema da Saúde pública esteja resolvida, diferentemente do norte, nordeste e centro-oeste.
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