“É um trabalho importante, continuem”: ao final da missa matutina na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco alavancou o trabalho do Centro para a Proteção de Menores da Universidade Gregoriana, criado após o simpósio internacional sobre abusos contra menores por parte de membros da Igreja, que aconteceu em 2012.
A reportagem é de Alessandro Speciale e publicada no sítio Vatican Insider, 04-06-2013. A tradução é do Cepat.
“Depois da missa, tivemos a ocasião de saudar o Papa: éramos três… Lhe apresentamos brevemente o projeto”, indicou à Rádio Vaticana o diretor do centro, o psicólogo jesuíta Hans Zollner: “O Papa – contou – ouviu com muita atenção e em duas ou três ocasiões destacou que se trata de um trabalho muito importante e que, citou, “devemos seguir em frente com este compromisso”.
Além de Zollner, estavam presentes em Santa Marta os representantes do Centro na Polônia e um especialista em desenvolvimento das unidades de aprendizagens canônicas e teológicas do programa a distância, que será distribuído em todo o mundo.
Zollner, que também é o vice-reitor da Gregoriana, recordou que Francisco enfrentou o tema há algumas semanas, quando convidou a trabalhar “pelo bem dos mais vulneráveis, dos menores”, durante o Ângelus de 05 de maio passado. “Isto – acrescentou – segue plenamente a linha do Papa Bento XVI, a quem, há quatro meses, tivemos a oportunidade de entregar as atas do Congresso que realizamos na Gregoriana, em fevereiro de 2012, e do qual participaram representantes das Conferências Episcopais de todo o mundo para falar justamente sobre a prevenção do mal que afeta os menores”.
Em sua homilia matutina, Francisco convidou os cristãos para seguirem o exemplo da temperança, mas também da honestidade das crianças: “A temperança que Jesus quer em nós não tem nada, nada a ver com esta adulação, com esta forma açucarada de seguir em frente. Nada! A temperança é simples, é como a de uma criança; e uma criança não é hipócrita, porque não é corrupta”, disse.
Segundo Zollner, “chamar à pureza, à austeridade, à não hipocrisia de uma criança, nos indica também o desafio de viver nosso ser cristão e nosso ser testemunho de Jesus com autenticidade e credibilidade.
O jesuíta também expôs à Rádio Vaticana o trabalho desenvolvido no centro, que até agora teve “uma resposta muito animadora” e “muitas ofertas de colaboração”. Depois da fase “piloto”, em colaboração com oito dioceses e com algumas províncias dos jesuítas na Índia e na Indonésia, que terminará em 2014, Zollner explicou que o centro está pensando em quais serão suas atividades para o futuro: “Queremos não apenas aprofundar nossa contribuição e nossos módulos de aprendizagem, mas queremos também chegar a um maior número de pessoas. Agora nos damos conta de que será preciso que haja diferentes níveis de informação e também outros níveis diferentes, como a formação de monitores e a formação do pessoal que atuará nas paróquias”.
PARA LER MAIS:

Uma resposta
Um imbróglio para Bergoglio… O Lobby-Gay na ICAR…
JUSTAMENTE no dia 12 de Junho – dia dos namorados no Brasil – o jornal globo.com/globo-news postou a notícia abaixo, onde Francisco declara estar preocupado com o lobby-gay dentro da ICAR.
ILAÇÕES à parte, no que toca a escolha desta data, para a publicação desta notícia, o fato é que – este fato – do lobby-gay dentro da ICAR, não é tão novo.
POSTO a seguir a esta notícia do globo-news, um artigo do Pe. Don Dariusz Oko (Polónia) de Dezembro de 2012, no qual consta, o resultado mais-que-verídico de uma pesquisa científica conduzida por este Ph.D. em Filosofia. Em sua pesquisa, o Pe. Oko afirma que o homossexualismo dentro da ICAR, cresceu a ponto de se tornar uma espécie de – passo a citar: “omomáfia”.
TALVEZ exista aqui, um dos motivos pelos quais a cúria romana teme em tornar o celibato opcional: pois a consequência lógica desta decisão, seria a exigência dos (milhares) padres gays de se casarem com seus atuais e/ou futuros companheiros.
UM ABISMO CHAMA OUTRO ABISMO – Salmo 42.7 – O Abismo chamado celibato obrigatório chamou o ABISMO homossexualismo para dentro da ICAR!
E O NOIVO DA IGREJA – Jesus Cristo – ordena (ou não…???) que ambos sejam extirpados da Sua Noiva. Eis aqui um verdadeiro IMBRÓGLIO para o Bispo BERGLOGLIO.
http://fimdocelibatoja.blogspot.pt/2013/06/um-imbroglio-para-bergoglio-o-lobby-gay.html
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“Papa Francisco teria admitido lobby gay e corrupção no Vaticano
Declaração teria sido feita a religiosos da América Latina e Caribe.Detalhes do encontro privado foram publicados em site chileno.
Em encontro com religiosos da América Latina e do Caribe, o Papa Francisco admitiu que existe corrupção dentro do Vaticano e citou, inclusive, a existência de um lobby gay. Segundo ele, um grupo homossexual na Cúria Romana estaria deixando a instituição vulnerável a chantagens. A denúncia, que já havia sido levantada pelo jornal italiano La Repubblica e pela revista Panorama, foi apontada como um dos motivos da renúncia do Papa Bento XVI, mas sempre foi negada pelo Vaticano.
A audiência do Papa Francisco com a Confederação Latino-Americana e Caribenha de Religiosos e Religiosas aconteceu na semana passado e o relatório com os detalhes da conversa foi publicado em um site chileno. O porta-voz do Vaticano lamentou a divulgação do texto e disse que a audiência foi particular e, portanto, não iria comentar o assunto. A confederação pediu desculpas ao pontífice.
Uma das metas do Papa Francisco é fazer uma reforma da Cúria Romana. Em abril, ele nomeou uma comissão de oito cardeais para ajudá-lo, mas eles só devem começar a trabalhar juntos em outubro.”
Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/06/papa-francisco-teria-admitido-lobby-gay-e-corrupcao-no-vaticano.html
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Artigo do Pe. Don Dariusz Oko (Polónia)
Dezembro de 2012
“Com o Papa contra omoeresia
Se a preservação da omocolpevoli (culpado de homossexualismo) deve ser mais importante do que o destino de crianças e adolescentes, o destino de toda a Igreja, se isso foi feito de forma totalmente consciente, seria uma traição da Igreja, fez uma traição por parte da Igreja para os jovens!
(Don Dariusz Oko) durante várias semanas na Polônia ocorre em uma discussão acalorada “a homossexualidade ilegal na Igreja” causado pelas declarações do padre Tadeusz Isakowicz-Zaleski em seu último livro I se preocupam com a verdade [1] . Alguns negam a existência desse mundo subaquático e disseminar tese totalmente contrária à doutrina da Igreja, em ambos os casos isso não é verdade [2] . Dada a gravidade do problema, sinto-me compelido a falar, porque eu também gostaria que a verdade, mas acima de tudo eu gostaria que o bom, o bem fundamental do homem e da Igreja, a comunhão fundamental da sua vida.
Na discussão que devemos sempre partir do princípio fundamental e certamente evidente que cada um de nós tem apenas um conhecimento incompleto de cada tópico, e que esse conhecimento é, provavelmente, parte incorreta. Isso deve levar a simples exposição de suas opiniões e escutando cuidado com os temas de parceiros ou adversários. Assim, cada um de nós pode, da melhor maneira possível, enriquecer as suas crenças fundamentais, possivelmente expandindo-las e corrigir erros. A validade ea satisfação de um diálogo honesto consiste precisamente nisto, e eu gostaria de ficar com este “modus operandi”.
O dever de tomar uma posição sobre a questão da homossexualidade ilegal na Igreja está relacionado ao meu compromisso com a crítica filosófica da ideologia e da propaganda homossexual (em suma omoideologia e omopropaganda), da qual eu trabalho há muitos anos, a pedido e com o incentivo de muitos cardeais e bispos [3] . Para a ocasião, eu coloquei provavelmente uma das maiores coleções de livros na Polônia e dados sobre o tema. Ao realizar essa tarefa que tenho sido uma grande ajuda muitos amigos e aliados, tanto seculares e religiosos, ambos professores universitários, que os médicos que exercem, mas também muitas outras pessoas que não sabia antes, que incentivado por meus atos e de ler o meu artigos, ajudou a amplificar e corrigir meu pensamento. Desta forma, tenho recebido informações, os resultados da investigação científica e documentos oficiais, tanto de diferentes regiões da Polônia de diferentes partes do mundo, especialmente dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Irlanda, Alemanha, Áustria, Holanda, Itália e, especialmente, pela Santa Sé . Comecei meu trabalho como uma luta contra uma ameaça externa mortal para o cristianismo, mas pouco a pouco eu descobri que a divisão entre o interior eo exterior não é tão fácil. O adversário não é só do lado de fora da Igreja, mas já é bem estabelecida no interior, embora muitas vezes disfarçado como um “cavalo de Tróia”. O problema não existe apenas homolobby dell’omoideologia e fora da Igreja, mas é claramente presente em seu interior, onde o omoideologia torna omoeresia. Para descobrir isso, você não precisa mesmo de conhecer o conteúdo dos arquivos do Instituto da Memória Nacional (IPN em polonês), que é apenas uma de muitas fontes. Esses fatos também são conhecidos nos países onde o IMN não estava lá. Para ver este apenas coletar informações confiáveis dos leigos e do clero da mídia nos últimos anos, o conhecimento da natureza humana, o pensamento racional, a associação de fatos e documentos que constituem a reação da Igreja para o problema que estamos falando.” (…continua).
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