A Igreja, na sua caminhada, foi aos poucos introduzindo o celibato. No início não foi assim. Cristo no Evangelho não se preocupou com este assunto. Ao contrário, participa da vida de família e refere-se à família e ao casamento muito frequentemente e às vezes com solenidade.
O seu primeiro milagre foi realizado numa festa de casamento em favor dos esposos, Jo 2, 1-11. E, apenas para citar alguns exemplos: refere-se às dez virgens que esperam pelo esposo, Mt 25,1-13; o banquete nupcial, Mt 22,1-14 e Ele mesmo é o esposo, Mc 2,18-22; Apocalipse 19,7-9; não tem preconceitos contra as mulheres: Maria e Marta, Lc 10,38-42; a pecadora perdoada na casa de Simeão, Lc 7,36-50; a adúltera, Jo 8,1-11.
Observe-se que as mulheres acompanhavam e serviam a Jesus e aos Apóstolos. “Acompanhavam-no … algumas mulheres que tinham sido curadas… e outras muitas que os serviam com seus bens” Lc 8,1-3. Depois de ressuscitado, aparece por primeiro às mulheres Lc 3,49; Mc 15,40-41.
Defende de maneira solene e categórica a dignidade do casamento, como veremos a seguir.
E quanto ao celibato? – Praticamente nada. A única passagem que nos leva a pensar nisto é Mt 19,3-12: “Alguns fariseus se aproximaram dele, querendo pô-lo à prova. E perguntaram; `é lícito repudiar a própria mulher por qualquer motivo que seja?` Ele respondeu; `Não lestes que desde o princípio o Criador os fez homem e mulher e que disse: Por isso o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher e os dois serão uma só carne? De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, que o homem não separe o que Deus uniu! Eles, porém, objetaram; Por que, então, ordenou Moisés que se desse carta de divórcio e depois se repudiasse? Ele disse; “Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar as vossas mulheres, mas desde o princípio não era assim. Eu vos digo que todo aquele que repudiar a sua mulher – exceto por motivo de fornicação – e desposar uma outra, comete adultério. Os discípulos disseram-lhe; “Se é assim a condição do homem em relação à mulher, não vale a pena casar-se. Ele acrescentou; “Nem todos são capazes de compreender essa palavra, mas só aqueles a quem é concedido. Com efeito, há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens. E há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus. Quem puder compreender, compreenda”.
Analisando o Texto:
1. Em primeiro lugar, Cristo exalta e defende a dignidade do casamento. Isto sim. E a mesma passagem de Mt é reportada por Mc 10,1-12. E estas passagens refletem Gênesis: “Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos…”(1,28a) e “Deus disse: Não é bom que o homem esteja só… modelou uma mulher e a trouxe ao homem… Por isso o homem deixa seu pai e sua mãe, e se une a sua mulher, e eles se tornam uma só carne” (2,18-24). Esta é a primeira bênção que Deus deu aos homens.
2. No versículo 10 aparece um desabafo, uma decepção dos discípulos: “Se é assim a condição do homem com a mulher, é preferível não casar”. Lendo com atenção o texto que precede, vemos que os discípulos não tinham nenhum ideal celibatário ao proferirem este desabafo; antes, representa uma desilusão de sua mentalidade liberal em face às restrições que Jesus fez a essa mentalidade. Os discípulos não pensavam em celibato. No entanto, a expressão de Jesus: “Eunucos por amor do reino dos céus” nos leva a pensar nisto.
3. Esta, porém, é a ÚNICA passagem que existe a respeito.
4. Mateus é o ÚNICO evangelista a reportá-la. Os demais evangelistas ignoram totalmente o assunto.
5. É um referência que acontece, assim, muito de PASSAGEM, provocada pelo desabafo dos discípulos. E por isso aparece como um assunto totalmente periférico. Cristo não se preocupava com isto. Aliás, nota-se o clima de total liberdade que deixa: “Quem puder entender que entenda”.
6. Esta passagem, porém, tornou-se objeto de interpretações sanfonadas (puxadas, espichadas) ao sabor de ideologias estranhas ao evangelho, e ainda o continua sendo pelos defensores protetores do celibato; forçando, inclusive, uma relação com outras passagens evangélicas.
7. Se o celibato fosse essencial para a vida cristã ou para o ministério sacerdotal, teria sido um ponto crucial para a vida dos Apóstolos, quase todos casados, especialmente se se leva em conta a mentalidade dos Judeus na época. Se assim fosse, Cristo teria cultivado o assunto com carinho. Ter-se-ia referido a ele repetidamente. No entanto, nada disso acontece. Muito pelo contrário: Pedro, que foi o primeiro papa estabelecido por Cristo, era casado; tinha sogra. Ao passo que, em relação a outros temas, Cristo referiu-se com insistência impressionante, como por exemplo a Eucaristia (Jo 6), a justiça, o amor, a oração, a verdade, o próprio matrimônio; desencadeou muito sua ira sobre a hipocrisia, falsidade, duplicidade (Mt 23).
8. Se quisermos aplicar o texto ao celibato, como de fato Cristo parece referir-se, podemos concluir o seguinte: o celibatário, nas condições “sine qua non” ao sacerdócio, É FEITO TAL PELOS HOMENS. Quando o celibato for opcional e livre, isto é, se a pessoa quer e até quando quer, então o celibatário SE FEZ TAL A SI MESMO
9. Diante de tudo isto nos perguntamos: Como é que chegou a se desenvolver na Igreja uma mentalidade hostil ao sexo, à mulher e ao casamento, e, em contraposição, uma exaltação e institucionalização da continência?
Cristo não exigiu isto dos seus. E os apóstolos empregavam suas energias em anunciar o evangelho (não o celibato); formavam comunidades de fiéis e estabeleciam para elas presbíteros e bispos, homens da própria comunidade, pais de família de boa reputação. E São Paulo recomendava que o bispo fosse homem de uma só mulher e tivesse conduta digna. Vejamos as próprias palavras do apóstolo. Na sua 1 Tim3,2-5 diz: “É preciso, porém, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma única mulher, sóbrio, cheio de bom senso, simples no vestir, hospitaleiro, competente no ensino, nem dado ao vinho, nem briguento, mas indulgente, pacífico, desinteresseiro. Que ele saiba governar bem a sua própria casa, mantendo os seus filhos na submissão, com toda dignidade. Pois se alguém não sabe governar bem a sua própria casa, como cuidará da Igreja de Deus? “ E na sua carta a Tito (1,5-9): “Eu te deixei em Creta para cuidares da organização e ao mesmo tempo para que constituas presbíteros em cada cidade,cada qual devendo ser, como te prescrevi, homem irrepreensível, esposo de uma única mulher,cujos filhos tenham fé e não possam ser acusados de dissolução nem de insubordinação. Porque é preciso que,sendo ecônomo das coisas de Deus,o bispo seja irrepreensível, não presunçoso, nem irascível, nem beberrão ou violento, nem ávido de lucro desonesto, mas seja hospitaleiro, bondoso, ponderado, justo, piedoso, disciplinado, de tal modo fiel na exposição da palavra que seja capaz de ensinar a sã doutrina como também de refutar os que a contradizem”.
Isto era pacífico. E durante muitos anos a Igreja de Deus caminhou assim, sem deixar de ser Igreja de Deus.
E, no entanto, o celibato foi imposto e institucionalizado no Séc. 12, no II Concílio de Latrão (1139) sob o Papa Alexandre II (“o ministério eclesiástico é acessível somente àqueles que aceitam voluntariamente (!) o celibato `por amor do Reino de Deus`).
Fonte: Do livro “O direito de amar”, de Benjamim Bossa
Respostas de 5
Acho que depende de cada um se tiver vontade de se casar pode se diácono ou ser mesmo um missionário se quer mesmo cuidar das coisas de Deus não vai ter muito tempo para ser casado não, pois a vida de família e realmente puxada.
Das cinco vertentes catolicas – romana, ortodoxa, anglicana, veterocatólica e nacionais somente a romana ainda mantém a Lei do Celibato. Todas as outras quatro ou não a aceitaram desde sua instituição ou revogaram-na.
Nas igrejas ortodoxas e catolicas romanas de rito oriental somente padres casados podem ser vigários. Os solteiros são missionários. Quando morre um vigário e não se tem um padre casado com estudos acadêmicos para prover a paróquia, o bispo vem a comunidade, faz uma eleição, um dos fieis é eleito vigário, o bispo o ordena e o empossa na função. Ele é ordenado padre independentemente de seus estudos acadêmicos. Assim, uma padeiro ou servidor publico pode ser eleito vigario de uma paroquia.
Diferente age a ICAR, que manda buscar um padre solteiro missionário com estudos acadêmicos em outro pais para prover uma paroquia vacante.
Na Igreja Catolica Carismática somente os casados podem ser padres. O padre solteiro, no máximo pode ser coadjutor. Para ser vigário tem de se casar antes. Isto tem dado credibilidade a ICC, sendo um dos motivos que a faz crscer dia-a-dia. De fato a ICC é a igreja de comunhão catolica que mais cresce no Brasil e no mundo.
iralberto2007@yahoo.com.br
Fim do Celibato Já!
Deus Diz Basta! Fim do Celibato Já!
Em nome de Jesus!
Pela vontade de Deus!
Pelo direito ao dom da sexualidade!
Pelo casamento dos padres!
Pela readmissão dos padres casados!
Pela ressurreição da santidade na Igreja Católica Apostólica Romana!
1. A Vontade de Deus, desde o princípio da criação, é que o homem tenha uma esposa:
E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora idónea para ele.
Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. Génesis 2.18,24
2. Deus deu ao homem uma dádiva: o dom da sexualidade, o qual, nenhuma instituição humana ou divina pode anular ou inibir – é um direito do homem, dado pelo Senhor Deus Todo-Poderoso. A sexualidade, é um dom divino irrevogável, e, inalienável. O Clero não deve discriminá-lo ou proibi-lo.
3. O Senhor Deus, ao criar homem e mulher, instituiu o casamento, para que o homem pudesse desfrutar do dom da sexualidade, numa relação saudável com uma mulher. O casamento é pois, uma instituição e um mandamento divino, Jesus Cristo mesmo o afirmou:
Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?
Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou
não o separe o homem. Mateus 19.4,5,6
4. Jesus Cristo ao chamar os seus 12 apóstolos, NUNCA obrigou-os a serem celibatários. E deixou claro que o celibato deveria ser VOLUNTÁRIO (opcional):
Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.
Ele (Jesus), porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido.
Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o. Mateus 19.10,11,12
5. Os Apóstolos NÃO estabeleceram o celibato obrigatório, como se vê nestas palavras de São Paulo:
Não sou eu apóstolo? Não sou livre? Não vi eu a Jesus Cristo Senhor nosso? Não sois vós a minha obra no Senhor?
Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor. Esta é minha defesa para com os que me condenam. Não temos nós direito de comer e beber?
Não temos nós direito de levar connosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas (Pedro)? 1ª Coríntios 9.1,2,3,4,5
6. O Vaticano e a ICAR, ao impor o celibato obrigatório aos seus clérigos, está:
a) A Ferir e a violar, o direito inalienável de um homem sacerdote, desfrutar do dom da sexualidade, dado por Deus a todos os homens, sem distinção nem discriminação:
“Seja bendito teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores, e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; embriaga-te sempre com as suas carícias”. Provérbios 5:18, 19
b) Reprimindo o dom divino da sexualidade. O que é um erro, pois este dom tem de ser exercitado em santidade, e não reprimido. Foi criado por Deus para o homem, é-lhe intrínseco e natural, é um dom de Deus irrevogável:
“Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”. Romanos 11.29
c) A Ferir de morte o mandamento do sagrado matrimónio, instituído pelo próprio Deus, desde o princípio:
E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne.
Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto,
o que Deus ajuntou não o separe o homem. Mateus 19.5,6
d) A pecar por abuso de autoridade eclesiástica, pois esta lei do celibato é de homens, e não tem a aprovação de Deus, ela muda (adultera), o ensino e a vontade dAquele que é o cabeça e chefe da Igreja: Jesus Cristo.
e) A Vincular (de forma equivocada e não cristocêntrica – não cristã), a obrigatoriedade de ser-se celibatário, com o exercício da vocação eclesiástica, ou do chamado divino para o homem, quando o próprio Cristo não o fez, nem o faz:
“Cada um fique na vocação em que foi chamado.” 1ª Coríntios 7.20
f) A Impedir que homens e mulheres, possuidores de um chamado genuíno de Deus, exerçam e desenvolvam sua vocação eclesiástica, pelo fato de serem casados – frustrando assim, o propósito de Deus em suas vidas.
g) A forçar uma sublimação da sexualidade, por parte de seus clérigos, levando-os a desvios sexuais tão imorais e reprováveis tais como: pedofilia, lesbianismo, fornicação, adultérios, amaziamentos, incestos e, homossexualismo.
h) A ferir de morte, a santidade da Igreja de Cristo, pelo adulterar do mandamento divino(ao impedir o casamento dos padres), e pelos pecados sexuais cometidos pelos clérigos, devido a disciplina do celibato.
Por todas estas razões, Deus Diz Basta!
Fim do Celibato Já!
E nós, cristãos católicos e não católicos de todo o mundo, apoiantes do movimento Deus Diz Basta! Fim do Celibato Já!
Solicitamos que S.S. o Bispo Joseph Ratzinger, decrete o fim do celibato obrigatório, e que a ICAR admita e readmita padres casados no corpo clerical, conferindo aos mesmos, o direito de exercitar plenamente seus ministérios eclesiásticos, sem restrições e/ou discriminações.
Por que questionar a posição da Igreja de rito latino a respeito do celibato? Como disseram acima, outras comunidades cristãs admitem presbíteros casados, se contentem com essas comunidades. Deixem a Igreja em paz, porque nenhum mal vai prevalecer contra ela, pode até se manifestar em alguns membros, mas nunca vencê-la. É promessa do Senhor.
Campos de Sousa
julho 7th, 2010 at 18:49
Olá irmãos, saudações no amor de Cristo, este amor que a todos nós constrange!… ou, ao menos, deveria constranger!
Óptima iniciativa a vossa, de reprisar no nosso site este artigo do Jornal Rumos de 1994. Aquele artigo foi bastante claro, e elucidativo, apesar de ser apenas “…retalhos da história…” – …infelizmente para a igreja.
Um mestre disse em sala de aula (parafraseando certo filósofo): “toda filosofia é filha de sua época”.
Esta filosofia do celibato, em suas bases, oriunda do gnosticismo – como foi frisado no artigo em epígrafe – muitos males tem trazido a igreja de Jesus Cristo. E continuará a trazer…: os mais esdrúxulos e grotescos escândalos sexuais dos padres, forçados pelos homens a fazer o que Deus nunca exigiu dos mesmos: A SUBLIMAÇÃO de sua sexualidade.
Ouso dizer que não é preciso ter-se diploma de Teologia e/ou de Filosofia, para se perceber que, as funções biológicas, emocionais e intelectuais, que cada homem e cada mulher possui, foram-nos atribuídas pelo Criador, o Sumo-Arquitecto do Universo. Deus o nosso amado Pai!
COLOCO ENTÃO A QUESTÃO: Quem é o homem diante de Deus, para atribuir uma lei, a dizer que determinados homens que foram chamados por Deus, para o sacerdócio, não podem e não devem usufruir em santidade e em liberdade, das funções naturais que o próprio Criador o atribuiu (como dádiva de bênção e nao como maldição)?
Qualquer pessoa na sua simplicidade, se parar para pensar um pouco, compreenderá minimamente 2 coisas:
PRIMEIRA: Nem mesmo a Cúria ou o Papa, tem poderes (ou sabedoria)para anular, para proibir ou para dizer que algo que o Senhor Deus Todo-Poderoso deu ao homem, é algo intrinsecamente mau(a sexualidade). Porque tudo que Deus fez e faz é em essência: BOM ! Porque Deus é bondade e amor, na sua forma mais pura, mais sublime, mais estética possível.
SEGUNDA: Esta lei do celibato, se não tem origem em Deus (porque contradiz a vontade de Deus, e afirma ser maldição algo que Deus deu ao homem como sendo uma bênção) tem origem em quem, ou no espírito de quem ? …exactamente: é de procedência maligna, satânica, diabólica.
E tal como São Pedro apóstolo, foi influenciado pelo diabo – Mt 16.21-23, para dizer ao Senhor Jesus que não fosse para Jerusalém ( para que o plano redentor de Deus não se cumprisse com a morte e ressurreição de Jesus – como estava escrito), e o Senhor Jesus repreendeu satanás que falava pela boca de Pedro, ouso afirmar: os santos que no passado criaram, e os que em nossos dias defendem a disciplina do celibato, estavam e estão hoje, sob influência maligna.
Temos que reconhecer os ardis de satanás – II Co 2.11, o sujeito como não tem corpo, pois é espírito vagueante em lugares áridos, não pode ter, não pode desfrutar, dos prazeres que o homem desfruta, por meio de seu corpo: comer, beber, ter orgasmo sexual, descansar e dormir, etc.
Como espírito vagueante, desprovido de corpo, ele então faz duas coisas:
1ª – se apossa de seus seguidores (apossa-se dos seus corpos) para, por meio deles, poder ter, por alguns momentos, estes prazeres biológicos que o homem tem naturalmente, e por toda a vida, por herança da bondade e do amor de Deus.
2ª – como ladrão que é: Jo 10.10 ele tudo faz e articula, para roubar dos homens este direito legítimo, dado por Deus, de desfrutar destes prazeres naturais, que ele próprio não tem porque não lhes foram atribuídos.
Logo, por sua maldade, fez, faz e fará tudo para impedir que os homens desfrutem destes prazeres, desde os mais simples dos homens até aos mais elevados, os mais nobres.
O Desgraçado(o diabo) deve diariamente dar boas e longuíssimas gargalhadas, ao ver os pobres padres, escravizados pelo celibato obrigatório, a martirizarem-se por causa destes prazeres naturais, tomando-os como maldição, quando na verdade Deus nos outorgou os mesmos como bênção de prazer e de alegria, para todo homem, até mesmo para os levitas (para os ministros de Deus).
Ele deve rir-se por conseguir, em pleno século XXI, manter tantos “sábios” enganados, tal como enganou a Eva na Antiguidade !
Já há vários séculos e até aos nossos dias, satanás deve dar grandes gargalhadas, ao ver pobres padres que não conseguem sublimar sua sexulaidade, ficarem enlouquecidos e cairem em pecados sexuais bizarros tais como: pedofilia, homossexualismo, lesbianismo(as freiras), adultérios, amaziamentos, etc.
Assim, satanás tem conseguido matar e enterrar a santidade no meio da igreja de Cristo. É triste, é terrível, é aterrador…Não consigo aceitar/acreditar, que os céus celebrem uma missa oficiada por pedófilos, adúlteros, ou sodomitas de uma forma geral…, porque Deus abomina o pecado…, não era por mero acaso que na Antiguidade o sumo-sacerdote ao entrar no lugar santíssimo para adorar, tinha uma corda amarrada a sua cintura: pois se estivesse em pecado morreria, e era puxado pelos seus pares, auxiliares!
É irmãos…, como bem disse São Paulo: nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados…Ef 6.12 !
Que o Senhor a todos nós conceda Graça, coragem, ousadia, destemor, discernimento e sabedoria, para lutarmos até ao dia, que veremos esta disciplina de origem maligna ser cancelada e retirada do meio da igreja de Cristo!
Fim do celibato já !
Campos de Sousa