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Na “lista suja”, Brasil terá de explicar reforma trabalhista para OIT

  • 08/06/2018
  • 13:00

A reforma trabalhista alterou mais de 100 pontos da CLT. E violou a Convenção da OIT

CLT

por Redação — 07/06/2018 

Alan Whithe / Fotos Publicas

Procurador-Geral do Ministério Público do Trabalho, Ronaldo Fleury destacou os alertas feitos pela instituição para evitar que a reforma fosse aprovada e entrasse em vigor.

“O MPT, sempre que chamado, alertou o Congresso Nacional e o governo acerca das previsões constantes na Convenção nº 98, da OIT, ratificada pelo Brasil, esclarecendo que não houve o necessário prévio diálogo social e que o negociado sobre o legislado ofende a Convenção. Lamento a exposição internacional do Brasil, que poderia ter sido evitada se as nossas ponderações fossem consideradas”.

 

Brasil está entre os 24 países cujas violações trabalhistas são as mais emblemáticas para a organização

A Organização Internacional do Trabalho cobrou até novembro deste ano explicações do governo brasileiro sobre a reforma trabalhista, depois de ser acusada de “jogo político” por Helton Yomura (PTB), ministro do Trabalho, na 107ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, na Suíça.

O ministro afirmou que a organização centenária fez uma “escolha político-ideológica” ao incluir o Brasil em uma lista de 24 países que afrontam as normas trabalhistas internacionais. Procuradores criticaram as declarações do chefe da pasta.

O Brasil foi incluído em uma lista de 40 casos mais graves selecionados pela OIT no início deste ano, com observações claras sobre a “aparente inconvencionabilidade” da legislação que alterou mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho. 

Na Conferência em Genebra, os peritos da OIT confirmarma a inclusão do Brasil em uma lista menor, de 24 países, que inclui os casos mais emblemáticos de violações trabalhistas.

Vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a juíza Noemia Porto, que acompanha a Conferência, afirmou que

  • “o Brasil permanecerá na lista
  • enquanto houver possibilidade da prevalência do negociado sobre o legislado,
  • de negociações individuais
  • e contratos precários no País.

Segundo ela, o país entra num ciclo vicioso de sucessivas inserções ao lado de países que violam normas internacionais, de forma sistemática.”

Procurador-Geral do Ministério Público do Trabalho, Ronaldo Fleury destacou os alertas feitos pela instituição para evitar que a reforma fosse aprovada e entrasse em vigor.

“O MPT, sempre que chamado,

  • alertou o Congresso Nacional e o governo
  • acerca das previsões constantes na Convenção nº 98, da OIT, ratificada pelo Brasil,
  • esclarecendo que não houve o necessário prévio diálogo social
  • e que o negociado sobre o legislado ofende a Convenção.

Lamento a exposição internacional do Brasil, que poderia ter sido evitada se as nossas ponderações fossem consideradas”.

 

Redação de Carta Capital

 

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/na-lista-suja-brasil-tera-de-explicar-reforma-trabalhista-para-oit

 

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