Uma anatomia do poder eclesiástico a propósito dos abusos sexuais
Pré-publicação 7M João Eleutério, Luís Marinho e Rodrigo Queiroz e Melo | 26 Jun 2022 Uma Anatomia do Poder Eclesiástico é o título do livro que reúne sete estudos de outros tantos autores portugueses a propósito da questão dos abusos sexuais na Igreja Católica e que será apresentado na próxima quarta-feira, 29, a partir das 10h, no âmbito do primeiro encontro do projeto Cuidar, que decorre no edifício da Biblioteca João Paulo II, na Universidade Católica Portuguesa (UCP), em Lisboa. ………………….. Desenvolvido pelo Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa, da UCP, o projeto Cuidar, surge também na sequência de um estudo sobre o tema «Desenvolver uma cultura de proteção e cuidado em organizações católicas que trabalham com crianças usando abordagens positivas e centradas na criança».
A “revolução litúrgica” de Francisco põe fim às missas tradicionalistas e restaura a reforma conciliar “em toda a Igreja do Rito Romano”
“Não vejo como se pode dizer que a validade do Concílio seja reconhecida… e não aceitar a reforma litúrgica nascida da Sacrosanctum Concilium.” Jesús Bastante – 30 Junho 2022 | Foto: DAQUI Papa publica ‘Desiderio desideravi’: “Uma celebração que não evangeliza não é autêntica”. “Não vejo como se pode dizer que a validade do Concílio seja reconhecida – embora me surpreenda um pouco que um católico possa presumir não fazê-lo – e não aceitar a reforma litúrgica nascida da Sacrosanctum Concilium.” “A não aceitação da reforma, bem como uma compreensão superficial dela, nos desvia da tarefa de encontrar as respostas para a pergunta que repito: como crescer na capacidade de viver plenamente a ação litúrgica? continuamos nos perguntando o que acontece diante de nossos olhos na celebração? Precisamos de uma formação litúrgica séria e vital.” “Abandonemos as polêmicas para ouvirmos juntos o que o Espírito diz à Igreja, preservemos a comunhão, continuemos a nos maravilhar com a beleza da liturgia.” A arte de celebrar, adverte o Papa, não se aprende “porque se frequenta um curso de oratória ou técnicas de comunicação persuasiva”, mas exige “uma dedicação diligente à celebração, deixando que a própria celebração nos transmita a sua arte”. A reportagem é de Jesús Bastante, publicada por Religión Digital, 29-06-2022.