Eletrobrás: negociata e destruição
DIREITA ASSANHADA por Paulo Kliass– 22/06/2021 Privatização da estatal não gerará receitas ao país, como alega Guedes. Será vendida por valor abaixo do mercado, dada a crise — e aumentará o uso de energias poluentes e o risco de apagões. Objetivo é inequívoco: a rapinagem do patrimônio público
Francisco assume os movimentos. O papa jesuíta e um difícil discernimento de espíritos. Artigo de Massimo Faggioli
Massimo Faggioli, 23/06/2021 Papa Francisco no Vaticano em 5 de abril, 2020. (Foto: HARING/POOL/SPAZIANI/UPI/MAXPPP) “O atual pontificado representa uma mudança de curso da política pós-Vaticano II para os novos movimentos. Na primeira fase da história dos movimentos (aproximadamente da década de 1950 e do Vaticano II até o pontificado de Bento XVI), o papado comprometeu-se implicitamente a respeitar qualquer forma de governo interno que os movimentos desejassem se dar – até mesmo a mais personalista. Com Francisco, vemos o início de uma segunda fase na história dos novos movimentos“, analisa Massimo Faggioli, historiador italiano, professor da Villanova University, em artigo publicado por La Croix International, 22-06-2021. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.