Vaticano e China: relações diplomáticas são o limite, liberdade religiosa tem de ser alargada

7M/Crux/AsiaNews/UCANews | 23 Out 20 O Papa Francisco, no Vaticano, junto de um grupo de católicos chineses com a bandeira da República Popular: aproximação lenta e apertada, entre críticas. Foto: Direitos reservados. China e Vaticano anunciaram a renovação, por mais dois anos, do acordo provisório assinado em Setembro de 2018. O cardeal secretário de Estado diz estar consciente de que o documento não pretendia resolver todos os problemas. Agora, há que trabalhar não só pela unidade dos católicos chineses, mas também pela sua liberdade, dizem observadores. E, já agora, das restantes minorias religiosas.

O apoio do papa Francisco às uniões civis: boas e más notícias

   Lisa Fullam – 23 Outubro 2020 “O que está em jogo na igualdade do casamento não é apenas uma questão de saber se o casamento acontece na igreja ou no tribunal. É uma questão de igual dignidade fundamental de gays e lésbicas católicos na Igreja. Esperamos que Francisco possa entender isso, especialmente à luz desse primeiro passo promissor”, escreve Lisa Fullam, professora de teologia moral na Escola Jesuíta de Teologia da Santa Clara University, California, em artigo publicado por New Ways Ministry, 22-10-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.