Tradição colonial do Brasil não aceita o Jesus histórico, que andava com pobres, diz Leonardo Boff

  Eduardo Maretti – 05/02/2020-Imagem: Jesus dos pobres – Foto-reprodução YouTube O teólogo Leonardo Boff vem defendendo o samba-enredo da Estação Primeira de Mangueira, com o qual a escola vai passar pela avenida no Carnaval de 2020. “Eu sou da Estação Primeira de Nazaré/ Rosto negro, sangue índio, corpo de mulher/ Moleque pelintra no buraco quente/Meu nome é Jesus da Gente”, diz a letra, dos compositores Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo. A composição traz uma referência clara ao presidente Jair Bolsonaro: “Favela, pega a visão/ Não tem futuro sem partilha/ Nem messias de arma na mão”.

Papa Francisco deu “licença” ao arcebispo Gänswein para ele ter mais tempo para Ratzinger

  António Marujo | 5 Fev 2020 |  Foto: O arcebispo Georg Gänswein, prefeito da Casa Pontifícia e secretário pessoal do Papa emérito Bento XVI, presidindo, em Julho de 2017, às exéquias do cardeal Joachim Meisner.  © Raimond Spekking/Wikimedia Commons O arcebispo Georg Gänswein, prefeito da Casa Pontifícia e secretário pessoal do Papa emérito Bento XVI, estará desde há duas semanas mais confinado ao mosteiro Mater Ecclesia, no Vaticano, onde reside Joseph Ratzinger, tendo deixado praticamente de aparecer ao lado do Papa Francisco nas cerimónias oficiais em que era suposto estar. Por trás da decisão e do desaparecimento público de Gänswein está a polémica provocada pela publicação do livro Do Fundo dos Nossos Corações, cuja autoria é do cardeal Robert Sarah e do Papa emérito.