COP 25:  Mercados de carbono ficaram de fora

Na manhã de domingo, as partes chegaram a acordo em Madrid, mas o Artigo 6, o único que falta regulamentar do Acordo de Paris, continua sem solução. O Brasil protagonizou o único momento de dúvida sobre a obtenção de um consenso, mas acabou por recuar.  Patrícia Carvalho  – 15 de Dezembro de 2019 Foto – Manifestação durante a COP25 – LUSA/FERNANDO VILLAR Com um dia e meio de atraso está prestes a terminar a 25.ª Conferência das Partes (COP25) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, com um consenso sobre a generalidade dos temas em cima da mesa, mas sem solução para aquela que era, para muitos, o ponto central desta cimeira: a regulamentação do Artigo 6 do Acordo de Paris, que se refere, sobretudo, aos mercados de carbono. Reconhecendo “com pena” que não foi possível chegar a um consenso, a presidente chilena da COP25, Carolina Schmidt, anunciou a adopção do documento que adia uma solução para a próxima cimeira, marcada para Glasgow, na Escócia, em Novembro do próximo ano.

Recordar Maurice Blondel (1861-1949)

Acreditar mais na fraqueza da cruz do que na força de um Constantino. P. Andreas Lind, sj.   13 Dezembro 2019 – Foto: Pontos 70 anos depois do seu falecimento, creio que vale a pena revisitar a vida e a obra de Maurice Blondel (1861-1949). Enquanto cristão, ele soube assumir a sua vocação de filósofo. Por vocação de filósofo, Blondel compreende a missão de tornar a fé, não só compreensível mas, sobretudo, apetecível ou desejável ao homem moderno.

O maior “erro” do Vaticano II

P. Francisco Martins, sj –   29 Novembro 2019 Afinal o problema não foi nem o latim a menos, nem a cautela a mais, mas a falta de “olho para o negócio” humano. Stephen Bullivant explica.