O papa Francisco e as armas nucleares: um pensamento, uma proposta e um percurso.

A partir das cidades mártires do holocausto atômico, o apelo do Santo Padre no próximo domingo   “Il sismografo“ – 22/11/2019 Foto oferecida pelo Papa aos jornalistas.  Um menino japonês espera a  sua vez com o cadáver do irmãozinho para entregá-lo para ser processado no forno crematório. Japão- 1945. Um episódio pouco conhecido embora dramático para o mundo inteiro: em 1983 a humanidade foi salva por acaso de uma destruição devastadora e talvez total (LB-RC) No domingo, 24 de novembro, – nas cidades martirizadas pelo holocausto atômico no Japão, em agosto de 1945 (Nagasaki e Hiroshima) – o Papa Francisco irá renovar vigorosamente o seu apelo e a sua proposta em favor do desarmamento, em particular no âmbito das armas atômicas, mais de 15.000 em poder de pelo menos 9 Estados. O pensamento do Santo Padre é conhecido. Desde o dia de sua eleição, ele tem falado sobre esta delicada e dramática questão em várias ocasiões, e, recentemente, antes de sua partida para a Ásia, em 19 de Novembro reiterou: “O uso das armas nucleares é imoral”.

A ‘guerra santa’. Igrejas evangélicas e o poder conservador na América Latina

  Walter C. Medina – 23 Novembro 2019 Foto: GGN  Até a segunda metade dos anos 1980, a direita religiosa dos Estados Unidos era considerada uma minoria de fanáticos. No entanto, a partir de 1988, com o surgimento na cena política de Pat Robertson, começou uma enxurrada de “mensageiros divinos” que souberam ganhar espaços nas democracias americanas. A reportagem é de Walter C. Medina, publicada em Nueva Tribuna, 22-11-2019. A tradução é do Cepat.