Ultradireita global tenta o tudo-ou-nada

John Feffer – 12/09/20169. Imagem:Cérbero, o cão de três cabeças que guarda a porta do inferno / Daqui Em ações simultâneas, e possivelmente coordenadas, Trump, Boris Johnson e Bolsonaro radicalizam posições, afastam antigos aliados e ampliam ataque à democracia. Há estratégia por trás deste movimento? Como revertê-lo? O artigo é de John Feffer, autor da novela distópica “Spllinterlands”, diretor do Foreign Policy in focus no Instituto para Estudos Políticos [Institute for Policy Studies], publicado por Outras Palavras, 10-09-2019. A tradução é de Gabriela Leite.

Novos Cardeais nomeados por Papa Francisco: tudo muito bem atado

Por Carlos Esteban | 02/09/2019 – Foto: Daqui Tradução de Bruno Braga para o blog Obra Missionária, via Infovaticana. “Peço ao Bom Deus que me leve quando as mudanças forem irreversíveis”, confessou Francisco há alguns anos a Adolfo Nicolás Pachón, Superior Geral dos jesuítas entre 2008 e 2016. Com o anúncio da nomeação de dez novos Cardeais eleitores, Sua Santidade está somente a quatro de ter escolhido a metade do colégio cardinalício.

O velho equívoco político da Igreja

José Brissos-Lino, 11/09/2019 – Foto: Zelma Brezinska / EyeEm/ Getty Images Os ecos da promiscuidade político-religiosa de países do continente americano soam estranhamente na Europa, a quem a modernidade ensinou a separar as águas, para benefício mútuo dos Estado e das religiões. Grupos neopentecostais e igrejas evangélicas tomam Bolsonaro como ungido de Deus, atirando assim para o lixo os seus próprios princípios éticos, além da boa educação e do senso comum. O mesmo fazem os evangélicos americanos à volta de Trump. A sede do poder é tão grande que cega o entendimento.