A China tem uma alternativa ao neoliberalismo

Como país constrói uma economia de mercado regulada. Por manter finanças e moeda sob controle público, investe em infraestrutura, reduz rapidamente a pobreza e resiste a crises. O que esta experiência pode ensinar ao resto do mundo Ellen Brown  – 16/08/2019 – Tradução: Felipe Calabrez Quando o banco central dos EUA (o Federal Reserve, Fed) cortou as taxas de juros na semana passada, comentaristas ficaram se perguntando sobre o porquê. Segundo dados oficiais, a economia estava se recuperando, o desemprego estava abaixo de 4% e o crescimento do produto interno bruto estava acima de 3%. Pelo raciocínio do próprio Fed, o que se esperaria era, ao contrário, um aumento das taxas . Os especialistas de mercado explicaram tratar-se de uma guerra comercial e de uma guerra cambial. Outros bancos centrais estavam cortando suas taxas, e o Fed teve que segui-los para evitar que o dólar ficasse supervalorizado em relação a outras moedas.  A teoria é que um dólar mais barato tornará os produtos norteamericanos mais atraentes nos mercados externos, ajudando as bases industriais e a mão-de-obra do país.

Fracassos dos evangélicos no poder político da América Latina

José A. Amesty R.- ALAI –21/08/2019 – Foto: Deutsche Welle   Há algumas décadas atrás, desde 1980, quando se vislumbrou a possibilidade de algum evangélico ou os evangélicos, pudessem chegar ao poder político em algum país da América Latina, os animava, segundo a experiência vivida na Venezuela, – a crença que ao incidir na vida do país, poderiam fazer com que o Evangelho crescesse no país, acessassem os privilégios que tinha e tem a Igreja Católica, – e a ideia que, ao estar um “irmão” na presidência ou em alguma instância de poder, era garantia de progresso, boa vida e separação do mal (pecado). O artigo é de José A. Amesty R., publicado por Alai, 19-08-2019. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.