Anúncios da época da escravidão mostram por que o Brasil precisa acertar as contas com o passado
Indo às Fontes que a grande mídia brasileira não conhece ou quer ignorar. Sem medo da verdade e da História. Alexandre Andrada, no The Intercept Brasil – 21 de julho de 2019 Foto: Domínio público As elites brasileiras parecem ter um hábito secular de pôr uma pedra sobre o nosso passado. Apesar de sermos o país com a maior população negra fora da África, quase não há museus sobre o tema e mal estudamos o assunto nas escolas. O desconhecimento do brasileiro médio em relação aos horrores e às consequências da escravidão é enorme. O esquecimento não é um acaso, é um projeto muito bem elaborado.
Desmatamento: Bolsonaro não combate a doença e culpa termômetro pela febre
Leonardo Sakamoto – 21/07/2019 Foto: Luis Moura/Estadão Após dizer que tem a “convicção” de que dados de desmatamento da Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais são “mentirosos”; acusar Ricardo Galvão, chefe do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, de estar “a serviço de alguma ONG”; ouvir resposta do próprio Galvão, afirmando que o presidente da República tomou uma atitude “covarde” e que espera a repetição da acusação olho no olho, Bolsonaro refugou.
Ex-padre compartilha sua história como católica transgênero amada por Deus
Robert Shine – 22 Julho 2019 Alisha Cacace. Foto: Marcus Cooper | Barcroft Media | New Ways Ministry Em 2016, papa Francisco elevou o dia 22 de julho para festa de Santa Maria Madalena. Mas por anos antes desse decreto, defensores da igualdade das mulheres na Igrejacelebravam a Apóstola dos Apóstolos como a primeira que proclamou a ressurreição. Para marcarmos a festa de hoje, a história de uma mulher transgênero que deixou o sacerdócio católico e fez sua transição. É uma lembrança da intersecção entre a igualdade LGBT e a igualdade para as mulheres chamadas ao sacerdócio. O artigo é de Robert Shine, publicado por New Ways Ministry, 22-07-2019. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.