Igreja e Estado: da sodomia à criminalização da LGBTfobia
Luís Corrêa Lima – 11 Junho 2019 Foto: Pixabay “Muitas vezes não é fácil para a pessoa homossexual assumir a sua condição, pois os preconceitos são duradouros e as mentalidades só mudam lentamente, inclusive nas comunidades e nas famílias católicas. Estas famílias são chamadas a acolher toda a pessoa como filha de Deus, qualquer que seja a sua situação. E numa união durável entre pessoas do mesmo sexo, para além do aspecto meramente sexual, a Igreja estima o valor da solidariedade, da ligação sincera, da atenção e do cuidado com o outro”, escreve Luís Corrêa Lima, padre jesuíta e professor do Departamento de Teologia da PUC-Rio, pesquisador sobre gênero e diversidade sexual, e faz acompanhamento espiritual de pessoas LGBT.
O Papa: a Europa fecha os portos para as pessoas nos navios, mas abre-os para as armas
Crítica de Francisco durante a audiência à Roaco: “A ira de Deus irá desencadear-se sobre quem fala de paz e vende armas”. O anúncio: “Quero ir ao Iraque no próximo ano” IACOPO SCARAMUZZI CIDADE DO VATICANO, 10/06/2019 – Foto: La Stampa O Papa Francisco pretende ir ao Iraque “no ano que vem”: disse-o ele mesmo, recebendo os participantes da Reunião das Obras de Ajuda às Igrejas Orientais (Roaco1), aos quais lembrou: “Gritam as pessoas em fuga amontoadas nos navios, em busca de esperança, sem saber que portos poderão acolhê-las, na Europa, que, no entanto, abre os portos para as embarcações que vêm para carregar armas sofisticadas e caras, capazes de produzir devastações que não poupam nem mesmo as crianças”. Uma “hipocrisia” sobre a qual ele também se deteve quando, falando da guerra na Síria, frisou: “Muitas vezes penso na ira de Deus que se desencadeará sobre os responsáveis de países que falam de paz e vendem armas para fazer estas guerras : isso é hipocrisia, é um pecado”.
A BRILHANTE ESTRATÉGIA DE GLENN GREENWALD ao denunciar os conlúios espúrios e torpes de Moro e Dallagnol
Por Redação – 11/06/2019 Foto: Glenn Greenwald / Sebastian Palmer. Renato Janine, em sua página no Facebook “Ele previu até o argumento que iam usar: a defesa da lei e da privacidade. E respondeu a isso domingo, antes mesmo da reação do grupo: vcs não fizeram isso com Dilma? Que moral têm? Assim, tirou deles o argumento moral, que era o principal da LavaJato e que esta conduziu para a ideia de que os fins justificam os meios”.