«Pio XII não podia parar os trens, mas devia excomungar os nazistas»
Marcello Pezzetti, o historiador (e diretor do nascente museu da Shoah em Roma) que encontrou a primeira câmara de gás de Birkenau: «Na Farnesina sabiam do extermínio» de Stefano Lorenzetto – 11/03/2019 – Na Foto: Marcello Pezzetti / Tradução: Orlando Almeida Esteve no campo de extermínio de Auschwitz mais de 250 vezes, muitas vezes durante meses, e volta lá com muita frequência. Foi ele que recuperou a primeira câmara de gás de Birkenau: sobre ela vivia uma família de camponeses poloneses que não sabiam que cultivavam o jardim sobre fossas comuns. “No passado eu dormia na Kommandantur1 de Rudolf Höss, o criador dos ‘chuveiros’ e dos fornos, enforcado em 1947 ao lado do crematório”. E não tinha pesadelos? “Não, apenas uma sensação de desforra”. Marcello Pezzetti, diretor do nascente Museu da Shoah, em Roma, é o historiador mais importante do Holocausto italiano, o único que entrevistou todos os 105 judeus que retornaram dos campos de concentração. Agora, com sua companheira alemã Sara Berger, que também é estudiosa de história, encontrou um conjunto de documentos escondido na Farnesina2.
Assim no Brasil como nos Estados Unidos
Pe. Alfredo J. Gonçalves, cs – 13/02/2019 . Imagem: Um país assim não tem como ser respeitado / Carcará … é assim nos Estados Unidos da América!… Os cidadãos têm o direito de se armar para se defenderem!… Que o digam os filmes de “bang-bang” desde os tempos da conquista do oeste! Ou a tragédia levada ao cinema sobre os “Tiros em Columbine”. Se o acesso às armas é livre no país de Mr. Donald Trump, por que não pode ser também em território brasileiro? É verdade que por lá, vez por outra, algum adolescente ou jovem doente ou desvairado, arma em punho, entra em determinada escola e pratica o tiro ao alvo, deixando um rastro macabro de sangue, alguns cadáveres e outros tantos feridos.