Papa: a Declaração que assinei com o Grão Imame aplica o Concílio

Francisco no voo de retorno dos Emirados, conversa com os jornalistas: o Documento sobre a Fraternidade Humana é um passo avante que vem do Vaticano II. Sobre a carta de Maduro: ainda não li, mas toda mediação deve ser aceita pelas duas partes. Andrea Tornielli – Do voo de Abu Dhabi a Roma – 05/02/2019 – Foto: Daqui “Foi uma viagem muito breve, mas para mim foi uma experiência grande. Penso que toda viagem seja histórica e também que cada dia nosso seja para escrever a história cotidiana. Nenhuma história é pequena. Toda história é grande e digna. E mesmo se for feia, a dignidade está escondida e sempre pode emergir.” Com estas palavras o Papa Francisco introduziu a sua longa conversa com os jornalistas que o acompanharam aos Emirados. O Papa falou muito sobre o diálogo com os muçulmanos, mas também respondeu a perguntas sobre a Venezuela e sobre a carta enviada, ao Vaticano, por Nicolás Maduro, bem como sobre os abusos dos clérigos contra religiosas.

Papa aos líderes religiosos: “Ou construímos o futuro juntos ou não haverá futuro”

  Vatican News  – 05/02/2019 Não há tempo a perder. E muito menos alternativas. Chegou o momento em que as religiões “devem se empenhar mais ativamente, com valor e audácia, com sinceridade, em ajudar a família humana a amadurecer a capacidade de reconciliação”. Durante o encontro com 700 líderes religiosos de todas as confissões, em uma atmosfera de dia histórico, o Papa Francisco fez um forte chamado deAbu Dhabi: “ou construímos o futuro juntos ou não haverá futuro”. O Pontífice elogia os Emirados Árabes Unidospela sua tolerância. Lembra o que é a plena liberdade de fé. E destaca: “que os direitos fundamentais sejam sempre respeitados”. A reportagem foi publicada por Vatican News, 04-02-2019. A tradução é de Graziela Wolfart.

Do Panamá para Portugal

Pe. Anselmo Borges. 02/02/2019 Foto: Jornal O São Paulo “O cristianismo não é um conjunto de verdades nas quais se tem de acreditar, de leis que se tem de cumprir ou de proibições. Assim, é repugnante. O cristianismo é uma Pessoa que me amou tanto que reclama e pede o meu amor. O cristianismo é Cristo e é amar com o mesmo amor com que ele nos amou.”