Vaticano sabia dos abusos sexuais na Pensilvânia pelo menos desde 1963
Santa Sé se mostrou tolerante diante de alguns dos casos de pedofilia, mas é impossível saber se tinha conhecimento de todos os detalhes Joan Faus/Laura Delle Femmine – Washington / Madri 18 AGO 2018 Foto: O Papa com o cardeal Wuerl, acusado de encobrir os fatos, em Washington em 2015 / David Goldman AP O primeiro caso que o Vaticano tomou conhecimento há mais de meio século se refere ao padre Raymond Lukac, da diocese de Greensburg. Em 1963, Lukac acumulava pelo menos três queixas conhecidas de abusos sexuais… Teve uma relação com um organista de 18 anos, se casou sendo padre e teve um filho com uma jovem que ele conheceu quando ela tinha 17, além de abusar de outra menina de 11 anos.
Arame farpado ao redor da mulher-padre
Beatrice Rizzato – 17 Agosto 2018 Foto: Pixabay “No futuro próximo, a Igreja universal deverá avaliar e discernir e avaliar e discernir à luz do Espírito Santo qual papel e, acima de tudo, qual consideração deve atribuir às mulheres discípulas do único mestre e senhor. Se o ministério da ordem é considerado exclusivo dos apóstolos, o que reservamos para os discípulos e, particularmente, para as discípulas?” A opinião é de Beatrice Rizzato, doutoranda em Teologia Espiritual na Faculdade Teológica do Triveneto, na Itália, em artigo publicado na revista Confronti, de julho-agosto de 2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.