UM LIVRO INDISPENSÁVEL

As questões abordadas no novo livro de Miguel Oliveira da Silva não deveriam deixar ninguém indiferente. Frei Bento Domingues -15 outubro 2017  Foto divulgação Na contracapa desde livro de Miguel Oliveira da Silva está escrita a sua motivação. Perante o alargamento de direitos individuais nos extremos da vida humana, somos responsáveis pelo modo como o Estado assegura ou não a proteção dos mais vulneráveis: os jovens, produtos de tecnologias genéticas e reprodutivas e as pessoas humanas em sofrimento intolerável que reclamam querer morrer.

Um mundo regido por algoritmos tem potencial de acirrar desigualdades sociais

Pedro Doria -14/10/17 – Foto: Algoritmos – IHU Se há um ponto no qual todos os futuristas concordam é que não vivemos tempos ordinários. Vez por outra ocorre isso: um período duns 50 ou 60 anos em que o mundo vira de cabeça para baixo. Foi assim na virada do século 15 para o 16, entre Renascença e Descobrimentos, como foi na virada do século 18 para o 19, com o Antigo Regime caindo, independências rolando, repúblicas nascendo e a revolução industrial se impondo sobre a economia agrícola que havia sustentado a humanidade até então. Fomos sorteados, dizem os futuristas. A reportagem é de Pedro Doria, publicada por O Estado de S. Paulo, 13-10-2017.