Colômbia, entre os sacerdotes armados que acreditavam na revolução

Hoje, o Papa em Bogotá. Assinado o histórico cessar fogo entre o governo e o Exército de Libertação Fabio BOZZATO – De Quito -Ecuador -6/09/17 Foto: REUTERS – Tradução: Orlando Almeida Eram jovens de classe média mas capazes, como ninguém mais , de falar com os camponeses. Estavam apaixonados pela Cuba de Castro, mas alérgicos ao dogmatismo soviético. Eram também padres, frades e freiras, alistados às centenas. O ELN, o Exército de Libertação Nacional, desde 1964 é algo único na América do Sul. Não por acaso é a última guerrilha que ainda resiste. E não por acaso é tão difícil negociar com os seus comandantes, como está fazendo há meses o Estado colombiano em Quito, no Equador.

Uma montanha de dinheiro para a montanha-russa de escândalos em Brasília

 Nem se digeriu a reviravolta no caso JBS e um ex-homem forte de Temer protagoniza episódio Afonso Benites – 6/09/17 – Foto: Divulgação /PF Rodrigo Janot presidiu nesta terça-feira sua última sessão como presidente do Conselho Superior do Ministério Público Federal. Lá pelas tantas, enquanto fazia uma simples contagem de votos dos dez conselheiros, o procurador-geral da República errou o cálculo e disse: “Hoje estou meio bagunçado”. A reportagem é de Afonso Benites, publicada por El País, 06-09-2017.

Papa pede aos colombianos que resistam à “tentação de vingança”

PÚBLICO – 7 de setembro de 2017 Foto: O Papa à chegada a Bogotá, com o Presidente Juan Manuel Santos – STEFANO RELLANDINI/REUTERS Francisco chegou a Bogotá para tentar pacificar a sociedade civil depois do acordo entre o Governo e os guerrilheiros das FARC. Num discurso perante os líderes políticos disse que “as desigualdades são a raiz das doenças sociais”.

‘A Independência tem muitos passos a dar’: 7 de setembro terá Grito dos Excluídos em Porto Alegre

Gregório Mascarenhas -6/9/17 – Divulgação  O Grito dos Excluídos – um movimento nacional articulado por igrejas cristãs, movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda – acontece novamente, em Porto Alegre e em outras cidades brasileiras, neste ano. Em paralelo às atividades oficiais do dia 7 de setembro, a 23ª edição vai “interagir com o desfile da Independência” por conta do que os organizadores caracterizam como ameaça a direitos e avanços democráticos conquistados nas últimas décadas. A reportagem é de Gregório Mascarenhas, publicada por Sul21, 05-09-2017.