O heroísmo de um bispo espanhol na República Centro-Africana

ALBERTO ROJAS – 21/08/2017 Um jornalista local, intérprete deste repórter desde há alguns anos atrás, diz de Bangui: “Não há um genocídio porque não há coordenação entre as milícias. Cada uma mata por conta própria, com alianças entre elas numa cidade e declarações de guerra entre as mesmas em outra. A República Centro-Africana desapareceu. Nunca foi grande coisa, mas já não sobrou nada”.

“Será necessário aprender a conviver com o terrorismo”

Eduardo Febbro – 20-08-17 Contrariamente ao que se poderia supor em um primeiro momento, devido à metodologia empregada – um carro atropelando a multidão em uma região central de uma cidade europeia -, o atentado de Barcelona não é produto de um lobo solitário, mas, ao contrário, de uma célula que remete aos atentados de Paris, do dia 13 de novembro de 2015, e ao do aeroporto de Bruxelas em março de 2016.